Biologia + Ciências Naturais

Organizando suas anotações: para “monografandos”, “dissertandos” e “tesandos”

Pesquisar na literatura e manter o controle sobre as referências é elemento chave para quem pretende escrever um artigo científico ou em qualquer outro lugar como blog ou site. Para quem tem conhecimento do assunto o desafio não é tão grande, geralmente nossos orientadores jogam referências no texto com datas e tudo de cabeça. Porém, para os normais como nós ou para os que estão começando em uma certa área isso pode ser um problema e tanto.

Ser organizado é essencial para não se perder, felizmente existem muitas ferramentas para nos ajudar. O que farei aqui é descrever todo um método para se organizar e fazer pesquisa, originalmente para ser feito na mão mesmo, mas também tem alguns programas que podem te ajudar (e muito!). Focarei no método em linhas gerais e depois farei sugestões de programas que podem ajudar.

Também existem muitos guias na internet de como elaborar projetos de pesquisa e textos monográficos. Porém a maioria deles foca em elementos técnicos como formatação do texto e elementos de normatização. O foco deste texto aqui é organizar as ideias em um formato que seja fácil de montar e consultar.  O meu favorito é este aqui, ensina como desenvolver um projeto de pesquisa e aponta as principais falhas e desafios: Guia para Elaboração de Projetos de Pesquisa – UNIVILLE

 

Organizando as suas fontes com as mãos, o método “MTPEB”

Nem todo curso de bacharel tem, foi até retirado da grade curricular atual do curso de Biologia da UFMA, mas uma cadeira muito boa chamada Metodologia da Pesquisa Bibliográfica nos ensina como fazer o que vou descrever aqui.

Só ensina se o professor for bom e isso é raro diga-se. Geralmente passam o período todo citando as normas da ABNT.

Vamos lá, como escrever uma monografia em 4 passos:

1. Organize sua Biblioteca:
Manter as referências sob controle é o mais importante. Sugiro reunir todas elas em uma pasta só, isso inclui tanto os livros, quanto os PDFs e artigos envolvidos. Coloque todas as referências de um projeto juntas enquanto estiver trabalhando nele, facilita o acesso. Mas o que interessa aqui é o seguinte, precisamos ter uma forma fácil de citar as nossas referências no esboço e  que depois possa ser adaptada para as nas normas técnicas e das revistas.que vamos publica-las. Tenho uma sugestão. Nomeie todas as referências em ordem numérica, assim cada uma tem um número de chamada único, como um protocolo:

1 – Nova espécie descoberta…
2 – Ecologia das algas do Cretáceo no…
3 – Contexto ambiental dos dinossauros…

16 – Teoria e prática…

17 – A Ideologia Alemã

18 – …

19 – … e assim por diante…

Organizando os arquivos
Organizando os arquivos

 

Assim você tem um índice de fontes que pode usar para se guiar ao longo do processo de pesquisa. Essa pode falhar se você tiver fontes de formatos diferentes como arquivos PDF impressos e outros materiais mais exóticos. Crie uma variação, por exemplo, prefixei os arquivos impressos como p1, p2, p2, p4… Na minha monografia, digitalizei todo o material de pesquisa em PDF, somente um artigo precisou disto. O importante é que o número de chamada seja único para cada fonte e sejam fáceis de montar manter. Por exemplo, números que representam também categorias podem criar problemas se você resolver mudar-las depois.

2. Tome Nota:
Agora vem a parte mais variável. Existem muitas formas de você tomar notas do que está lendo, claro que a mais simples delas é a melhor. Arranje um caderno só para isso, um fichário seria bem interessante agora pois você pode arquiva-lo depois. Se você tiver uma ideia de quais temas está pesquisando será de grande ajuda. Faça o seguinte: Leia das fontes com calma, é importante que compreenda mais do que anote alguma coisa pois a maioria da informação tem mesmo é que estar em sua cabeça, sem escapatória. Conforme for lendo, tome notas de elementos importantes, procurando ser bastante sintético e evitando colocar impressões suas no que está escrevendo.

Esta ultima é importantíssima. Se você começar a discutir ou fazer interpretações agora pode se confundir depois achando que o autor disse uma coisa que foi você quem falou. Aí toda essa preoc

No final, suas notas ficariam assim:

22 – A ecologia dos dinossauros do Cretáceo é fortemente influenciada por fatores como…
22 – Algumas espécies ainda não foram completamente descritas.
23 – As bacias sedimentares do Brasil são ricas em materiais…
23 – ….

42 – Esta espécie tem uma dieta bastante interessante graças à forma de seus dentes…
43 – Segundo O’Brien (1984)…. o que contraria os teóricos anteriores (Goldstein, 1948)….

E assim por diante. Notaram os números? Agora você sabe de onde tirou cada informação que está aqui. Na hora de escrever é só usa-los para fazer citações temporariamente até que tenha um texto maduro para receber as citações na norma que você usará. Essas notas podem ser organizadas de formas diversas, aqui, sugiro duas:

  • Por tópicos: se você tiver um ideia de como vai escrever o texto, já pode começar a colecionar as citações em notas separadas conforme os tópicos nos quais aquele artigo se enquadra. Exige que você tenha uma noção do assunto sobre o qual vai escrever. Pode ser muito chato de organizar no começo pois notas de um mesmo artigo podem ficar espalhadas em categorias diferentes, mas para consultar fica ótimo.
  • Por Artigo: neste caso aqui, cada material revisado (artigo, livro e o que vier) será tratado como um tópico e isso agrupará todas as citações daquele artigo. É mais fácil de organizar e manter, pode ser chato de consultar.

3. Dome os Apuds:
Apuds, para quem não sabe, são citações de artigos que você não pode ler. Um exemplo é essa ultima citação acima. Ela significa que 43 (seja lá quem for) leu em O’Brien (1969) alguma coisa e citou. São as fontes das fontes e perder a noção de quem citou quem é uma dor de cabeça. Para manter o controle sobre elas, tenha uma lista separada de cada uma delas. Como organizar? Faça assim, liste somente as referências que você tirou daquele artigo em especial e mantenha separada uns dos outros:

43:
O’Brien. 1969. Quando 2+2 são 5.
Goldstein, E. 1948. Teoria e prática do coletivismo oligárquico.

44:
nenhum

45:
….

E assim por diante. No final, você descobrirá que tem alguns dos apuds entre os seus artigos, talvez “Goldstein 1948” seja conhecido como “16 – Teoria e prática…“. A forma de organizar as anotações no tópico anterior também ajuda a procurar substituições para os apuds que você não puder encontrar.

4. Liste as suas fontes:
Agora você tem as fontes e as informações organizadas, é só começar a escrever. O texto escrito com essas citações fica parecido com um escrito seguindo a norma de referência numérica da ABNT, só que fora de ordem. O que falta agora é organizar as fontes no formato final e isso vai depender muito da norma que você precisará seguir, mas tenho uma sugestão para mantê-las na linha. Faça uma tabela com as seguintes informações:

  • Índice – contém o número da fonte, aquele que usamos para organizar a biblioteca. Quem não tem índice é Apud
  • Citação – é como a fonte será citada no texto, geralmente é o sistema “Autor, data”, mas tem que ser feito logo no formato final, para evitar correções de ultima hora.
  • Referência – é como o texto será conhecido na lista de referências. Assim como na citação, coloque na tabela no formato que será usado definitivamente, assim evita problemas depois.
  • Status – indique se a referência foi usada ou não no texto. Isso é importante para saber depois quem foi usada e vai para a lista final.

Essa tabela conterá todas as fontes que você usou, tanto as que estão na sua biblioteca quanto as que ficaram faltando (apuds e afins). Agora é só correr atrás das fontes que estão faltando e depois é só corrigir no texto.

Pronto, tudo escrito. O que mais toma tempo aqui é consultar e ler as fontes (80% do trabalho em qualquer projeto é pesquisa e planejamento). Sempre faça todo o processo, se deixar alguma coisa pendurada ela voltará para te assombrar depois, falo por experiência própria =)

Agora vamos a alguns programas que podem ser úteis para ajudar a fazer todo esse procedimento em formato digital:

Pesquisando e Gerenciando PDFs (Windows e Linux)

PDF X-Change (Windows)
Este é um excelente leitor de pdfs para Windows. Além de gratuito é o único que conheço que permite fazer pequenas edições no arquivo. Elas não alteram nada do original, mas permitem que sejam inseridas anotações, comentários e marcações que facilitam na orientação da leitura e a pesquisa. Outra coisa muito legal do X-Change é o recurso de pesquisa. Além de pesquisar no arquivo que você está lendo, ele também pode pesquisar no conteúdo de arquivos pdf nas suas pastas o que permite encontrar palavras-chave em uma vasta biblioteca de arquivos. É ótimo para achar todas as citações daquele nome científico que você não lembra onde leu mas sabe que está ali em algum lugar.

PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários, nos arquivos
PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários, nos arquivos

 

Okular (Linux)
Este é um leitor de Pdfs para o ambiente KDE, mas pode ser instalado no GNOME sem grandes complicações. O diferencial do Okular é que ele é um dos poucos leitores no Linux com funções equivalentes às do PDF X-Change como comentar e pesquisar no arquivo com a ajuda dos marcadores, anotações e miniaturas dos arquivos. É bem mais simples que o X-Change mas é muito bom.

Okular: um bom leitor de pdf para Linux
Okular: um bom leitor de pdf para Linux

 

Tracker (Linux)
Consiste de um programa que indexa todos os arquivos do computador para realizar pesquisas rápidas. O que é legal no Tracker é que ele lê o conteúdo dos arquivos, com isso você pode pesquisar em todos os arquivos da sua (ou das suas bibliotecas) por algum termo específico sem ter que saber em que arquivo ele está. Por exemplo: Não sabe qual artigo falava sobre a espécie tal? Só procurar o nome dela no Tracker que ele acha TODOS os artigos que toquem no assunto. Ah se as bibliotecas de verdade fossem assim… (esse recurso de pesquisa é semelhante ao do PDF XChange, mas se estende por vários formatos de arquivo além do PDF como DOCs e ODFs)

No Windows, creio que a indexação de arquivos feita pelo sistema tenha um potencial semelhante, mas não sei se é tão compatível assim como o Tracker porque nunca usei realmente.

Tracker: permite buscar no conteúdo dos arquivos como o PDF X-Change
Tracker: permite buscar no conteúdo dos arquivos como o PDF X-Change

 

Mendeley (Linux & Windows)

Uma ferramente muito popular ultimamente. Ele se integra ao OpenOffice e ao Word para inserir as referências de forma automatizada. Eu não uso muito, mas é como uma mistura do Tracker com o PDF X-Change que permite tomar notas e organizar uma biblioteca de artigos dos pdfs. Também está integrado a uma pequena rede social de pesquisadores que permite compartilhar artigos online entre si. Outro programa que é muito popular é o Evernote.

 

Usando o Tomboy para organizar TUDO! (Linux e Windows)

O TomBoy é um daqueles programas que você não sabe para que serve até ver funcionando. O propósito dele é permitir que você tome notas rapidamente e as organize em categorias ou hierarquicamente. É bastante útil para quem está o tempo todo na frente do PC escrevendo coisas e coisas… O que torna o Tomboy tão divertido é a sua capacidade de fazer links. O resultado final é algo próximo de uma Wikipedia particular.

Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links
Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links

 

Vamos a um exemplo prático: Digamos que esteja trabalhando em uma matéria importante, sua monografia, então você cria uma nota: Monografia. Colocar todas as suas anotações em uma única nota é absurdo, mas agora você pode criar “sub-notas” com os temas que quiser: Revisão de Artigos, Dúvidas, Artigos para buscar, Referências finais, Esboço e assim por diante. Cada artigo revisado ou cada texto a ser adicionado vira uma nova nota que pode ser inserida dentro da principal e suas sub-notas indefinidamente. Logo você perceberá como o Tomboy ajuda literalmente a organizar a as ideias.

Além dos links o Tomboy permite que você crie formatação simples para seus arquivos como Negrito, Itálico, Marcadores, Destaques, Sublinhados… Todo o processo que descrevi no começo do artigo, pode ser todo concentrado no Tomboy que passa a ser seu caderno pessoal para praticamente todas as anotações de tudo que você quiser. Se você não gosta de se apegar a uma ferramenta em especial, aqui vão algumas dicas que podem ajudar:

  • Ele permite que você tenha uma pasta de sincronização. Com isso é possível usa-lo em muitos computadores diferentes que o tenham instalado usando um pendrive ou o Dropbox!
  • Também é possível exportar as notas, todas do programa ou apenas um grupo delas em um arquivo HTML que pode ser facilmente lido e pesquisado. Muito interessante arquivar suas anotações para sempre.
  • O organizador de notas do Tomboy permite também que você pesquise em todas elas ao mesmo tempo, algo semelhante ao que o Tracker com os documentos do computador. Isso facilita muito pesquisar por alguma informação específica dentre as suas anotações.
TomBoy: pesquisando nas anotações
TomBoy: pesquisando nas anotações

 

Biologia + Ciências Naturais

Como sobreviver nos aeroportos, dica do Efetividade.net

Viagens de avião são sempre um procedimento: compra passagem checkin, embarque, decolagem, segurança, refeição, pouso, recuperação… Ainda tem que se virar na cidade quando chega. Fora que tem o tal Caos Aéreo. Até agora não vi, mas sei que existe porque quase todo mundo que viaja passa por isso, eu tive foi sorte, muita sorte até agora. Veja neste artigo do Efetividade como ter uma viagem tranquila e aproveite para ler os outros sobre como arrumar as malas e etc…

Minha dica, de Pão-Duro como sempre, é ver as opções de transporte do aeroporto. Por exemplo, os táxis de aeroporto geralmente são muito mais caros do que os normais. Se você tiver como ligar para um e agendar vai ser bem mais barato. Outra, em algumas cidade com mais de um aeroporto tem um sistema de transporte para os passageiros. No Rio você pode pegar um ônibus que vai do Galeão para o Santos Dumont passando pelo centro da cidade e rodoviária. Uma táxi Galeão <> Botafogo chega a custar 75 reais, já um táxi Botafogo <> Galeão: apenas 30…

Em São Paulo a economia é maior ainda e é mais divertido. As companhias como TAM e GOL oferecem um ônibus que transita entre o Guarulhos e o Congonhas, e de graça, basta apresentar as passagens. Serve tanto para que está chegando quanto para quem está partindo, mas se você ainda vai embarcar sugiro o checkin online, assim terá uma passagem para apresentar. Você faz uma economia absurda de táxi partindo do Congonhas para qualquer lugar de São Paulo e ainda tem acesso ao Metro, por exemplo.

Chegou a temporada anual do caos aéreo, já inaugurada pela companhia que vendeu passagens a mais e conseguiu se confundir com suas escalas de funcionários, o que acabou causando o cancelamento de dezenas de vôos em todo o país e mantendo milhares de passageiros por longos períodos de espera e desinformação

Quando isso acontece, perdemos facilmente o controle da situação: poucos de nós conseguem ter influência o suficiente para fazer um vôo alternativo surgir em um aeroporto fechado ou informações completas passarem a fluir de uma companhia aérea em dificuldades (causadas por ela mesma ou não) – e esperar pelas providências legais ou jurídicas pode consolar, mas raramente resolve a situação imediata.

Mas já que o risco é grande e aumenta nas temporadas em que fazemos mais viagens, não custa estar preparado para, pelo menos, reduzir o nível de stress e fadiga quando isso acontece conosco.

Guarde essas dicas para reler quando estiver arrumando as malas, e repasse para os amigos que viajarão em dezembro e janeiro!

Biologia + Ciências Naturais

Criatividade: Dicas

A revista NewScientist publicou, no último dia 30 março, um estudo que avalia o funcionamento cerebral de 72 voluntários. Ele sugere que quanto mais lenta a comunicação entre algumas áreas do cérebro, mais criativa uma pessoa se torna. Esse ritmo mais lento permite conexões entre idéias muito diferentes.

Em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Rex Jung, professor do departamento de Neurocirurgia da Universidade do Novo México (EUA), um dos autores desta pesquisa, disse:

“A idéia criativa é normalmente descrita como algo vindo de um processo lento (ao tomar banho, ao acordar de um sonho, etc.). Parece que esses pensamentos mais lentos permitem que mais ‘nós’ do cérebro sejam conectados em formas mais novas e úteis, em contraste com o processo rápido de raciocínio que permite a alguém ter rapidamente uma resposta ‘certa’: a que já é conhecida”.

Veja o post completo no Efetividade.net

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Fazendo a Impressora Render…

Existem muitas maneiras de economizar com impressão: imprimir menos, reaproveitar (conscientemente) papel, negociar bons contratos de outsourcing de impressão, aproveitar bem as configurações da impressora, etc. Existem também os métodos melhor aplicáveis a rascunhos, como imprimir mais de uma página por folha, reduzir o tamanho da fonte, e similares.

Há quem tente também os cartuchos remanufaturados, alternativos ou recarregados, mas minhas experiências com este tipo de solução não foram boas, nem econômicas – muitos cartuchos simplesmente não funcionaram, me deixando na mão quando precisei deles, e alguns fizeram as impressoras precisarem de manutenção, zerando qualquer economia que tivessem gerado, portanto não me vejo em posição de recomendar este tipo de alternativa.

Mas há alternativas de menor impacto e fácil ativação…

Veja no Efetividade.net

Biologia + Ciências Naturais

Os sete pecados capitais do Powerpoint

Powerpoint é sinônimo de apresentações baseadas em slides gerados por computador, na mente de bastante gente – mesmo quando o software usado para elas é o Keynote, o OpenOffice, o Flash e tantos outros.

Bem ou mal, esta ferramenta de comunicação cumpre alguns papéis importantes quando bem empregada. Já quando é mal usada… quem aguenta prestar atenção em uma apresentação mal preparada ou executada? Pensando nisso, volto ao assunto das apresentações, que há um bom tempo não aparece aqui no Efetividade, com a intenção de fazer um artigo breve, que caiba em uma folha de papel (reciclado!) para você imprimir e “esquecer” na mesa daquele seu colega ou professor cujas apresentações são uma fonte de bocejos e mal-entendidos ;-) ou mesmo para colocar no mural ou mandar por e-mail pra toda a equipe!

Sinta-se à vontade para recortar e colar só o trecho abaixo, mas não deixe de manter a referência ao Efetividade.net para que o seu colega saiba onde se informar mais a respeito ;-)

Os 7 pecados capitais do Powerpoint, versão Efetividade.net

Antes de preparar sua próxima apresentação, use a lista de pecados a seguir como uma checklist dos principais pontos que devem ser evitados:

Veja mais no Efetividade

Biologia + Ciências Naturais

Curando ressaca?

Raros são os adultos que nunca passaram pela provação de uma grande ressaca. Alguns têm ressaca porque bebem demais, outros simplesmente porque bebem mal – desprezando toda a experiência acumulada de anos de civilização, e optando por encarar a garrafa com o estômago vazio, misturando bebidas e ultrapassando seu limite pessoal.

[…]

Vamos então a uma série de dicas sobre como evitar e “curar” a ressaca. Antes uma observação: adapte as dicas ao seu estilo de vida apenas quando as julgar aplicáveis com segurança – quando se trata da sua saúde, o melhor é consultar um profissional antes de experimentar qualquer procedimento. E, claro, o correto é nunca ingerir álcool além do limite seguro, e nunca beber se for dirigir.

Veja mais no Efetividade.net

São excelentes as dicas do Augusto, como sempre. Mas aqui no Maranhão nós temos água com açúcar engarrafada:

Guaraná Jesus
By Wikipedia :)
Biologia + Ciências Naturais

Dicas para estudar

O ano letivo está começando, e pode ser a hora de aplicar algum esforço para melhorar os resultados, corrigir o rumo ou, no mínimo, reduzir o nível de esforço necessário para atingir bons resultados.

O Efetividade.net, como faz todos os anos, revisita nossas dicas para ajudar você a se dar bem nas aulas e nas provas. Veja abaixo a lista…

As dicas que o Augusto trás neste artigo são ótimas, tanto para o ensino médio quanto para os universitários.

Particularmente, sigo estas aqui:

  • Ouvir música enquanto estudo
  • Dar uma paradinha pra jogar Pokemon ;)
  • Fazer anotações à lápis, odeio caneta
  • Usar tópicos e escrever pouca coisa
  • Ficar falando sozinho sobre o assunto [somente para psicopatas]
  • Aprender na aula, estudar depois, por que antes da prova, esqueça…

Fonte: Efetividade.net