Biologia + Ciências Naturais

Biocombustível: pradarias seriam boas para preservar aves nos EUA

Uma das preocupações envolvendo os biocombustíveis é a destruição de habitats para expansão das novas plantações. Nos EUA, por exemplo, o biocombustível é feito principalmente com milho do meio-oeste. Aumentar a área de produção implicaria em destruir os ecossistemas circundantes (que ainda existam).

Outra possibilidade é extrair o etanol a partir de um fonte lenhosa como madeira, talos e gramas. Embora a extração de etanol de celulose as vezes seja cara, em alguns casos ela é bastante rentável. Mais especificamente, usar os campos de gramas perenes pode ser bem mais rentável do que investir em milharais. Um estudo feito na Universidade Estadual de Michigan, publicado na GCB (Global Change Biology) Bionergy e divulgado no EurekAlert, quantificou os possíveis benefícios ambientais.

Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan
Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan

Usar sistemas naturais como fonte de energia é uma boa ideia em termos de conservação. Esses ambientes demandam muito menos investimento em irrigação e fertilização do que as fazendas. Ao mesmo tempo que produzem energia, também servem de habitats para animais nativos. No caso do sul de Michigan a preocupação é com comunidades de aves desta região. Elas tem sofrido grandes impactos em suas populações e um modelo de produção de conservasse seus habitats originais seria uma grande oportunidade de preservar sua biodiversidade.

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