Biologia, Paleontologia

CH: Descoberto fóssil revolucionário! Ou não?

Quando um novo achado de um fóssil é noticiado, quase sempre jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão apresentam o fato como algo espetacular, que modifica tudo o que foi escrito até então. “Encontrado o elo perdido!”, “Novo dinossauro revoluciona pesquisa!”, “Fóssil surpreende cientistas!”, “Achado demonstra que história da evolução do grupo terá que ser reescrita!” – são alguns dos títulos mais alardeados.

Essa percepção de que um novo fóssil altera fundamentalmente o conhecimento a respeito de um grupo acaba sendo passada para o público. Porém, será que isso é verdade?

Existe alguma maneira de se medir o impacto de uma descoberta paleontológica e verificar se a maioria é, digamos, revolucionária? James Tarver e colegas da Universidade de Bristol (Inglaterra) fizeram-se exatamente estas perguntas, numa pesquisa que acaba de ser publicada pela Proceedings of the Royal Society B.

Mais do que a questão envolvendo a mídia, o ponto principal do estudo era descobrir se existe alguma questão de natureza evolutiva mais profunda que possa dar sustentação a essa postura.

Veja na Ciência Hoje

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