Os americanos se orgulham bastante de suas patentes. Praticamente qualquer ideia, por mais idiota que seja pode ser registrada e virar uma patente, nem precisa funcionar. Infelizmente os brasileiros almejam ser patenteadores de bobagens também e depois de feita a patente, ficam fazendo mimimi “ahhh eu não tenho oportunidade de fabricar meu invento, o governo não ajuda…” .
Mesmo assim, às vezes surge um abençoado com uma ideia de verdade e espírito empreendedor para fazer as coisas acontecerem. Parabéns Leopoldo, você é um exemplo de inovação e empreendedorismo para o país!
Você já deve ter passado por isso. Tentou usar um sachê de ketchup e se sujou todo ou quase desistiu pela dificuldade de abrir a embalagem com o nada fácil ‘abre-fácil’ – o picote que vem em produtos para ajudar a abri-los. Quando uma das mãos segura um sanduíche, a tarefa torna-se ainda mais complicada.
Poder usar o sachê com o sanduíche na outra mão o levou a pensar: por que não desenvolver uma forma mais fácil de abrir essas embalagens?
Acostumado a essas situações, o administrador de empresas Leopoldo Aquino Almeida, do Rio de Janeiro, se surpreendeu ao receber, numa lanchonete, um pratinho com os sachês já cortados por uma tesoura.
Desempregado, resolveu levar a ideia adiante. “As pessoas costumam imaginar boas soluções para problemas, mas não saem da zona de conforto. Eu resolvi apostar”, conta Almeida. Após um ano desenvolvendo protótipos do produto, em 2008, o administrador chegou ao resultado final – o Khort.
Fonte: Ciência Hoje
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Justamente o que eu precisava, uma nova descoberta sobre crocodilomorfos com estranhas morfologias de dentição… Este bicho vive uma situação bem parecida com a de certos notossuquídeos como Candidodon, Malawisuchus, Coringasuchus e Notosuchus. Eles possuem uma heterodontia que lhes permite ter uma alimentação variada e hábitos bem diferentes dos demais crocodilomorfos, principalmente dos atuais que são absolutamente carnívoros. Leiam o texto da Ciência Hoje e vão entender. O Kellner explica a confusão toda muito bem.
Não é novidade que muitas vezes a descoberta de um fóssil muda a história evolutiva de um determinado grupo, mas é raro quando o novo achado influencia o que sabemos sobre um segundo grupo não proximamente relacionado.
Justamente este é o caso do Pakasuchus kapilimai, cuja descoberta acaba ser publicada em destaque pela Nature. Se os autores estiverem corretos, este pequeno crocodilomorfo ajuda a explicar por que os mamíferos fósseis são tão raros no Brasil e em outros pontos da América do Sul e da África, que outrora fizerem parte do supercontinente Gondwana.

Do tamanho de um gato, o crocodilomorfo encontrado na Tanzânia tinha características pouco usuais para o grupo, notadamente os dentes similares aos de mamíferos (ilustração: Zina Deretsky, US National Science Foundation).
Fonte: Ciência Hoje
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Os amigos João e Marcelo estão de volta. Os protagonistas de Na terra dos titãs, romance de aventura lançado em 2007 pelo paleontólogo Alexander
Kellner, agora partem rumo à Antártica, onde encontrarão fósseis de árvores, de pinguins e até de dinossauros.
Com pitadas de paixão, desafios e muitas surpresas, a nova aventura da dupla – Mistério sob o gelo – é uma boa pedida para leitores que querem se divertir e aprender um pouco mais sobre o passado e o presente do continente gelado.Pesquisador do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e titular da coluna Caçadores de Fósseis, da CH On-line, Kellner escreveu o livro em seis semanas e se inspirou em uma experiência real.
No fim de 2006, ele comandou uma expedição à Antártica que durou dois meses e meio, dos quais 37 dias foram passados em um acampamento na ilha James Ross (mais tarde, a viagem foi objeto de uma exposição no Museu Nacional).
Vejam no Ciência Hoje, entrevista com Kellner e uma matéria sobre a expedição.
PS: O livro já está disponível no Submarino
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