Mais dia, menos dia, todos profissionais precisam encarar a dura missão de fazer uma apresentação oral.
Neste momento, até os mais desinibidos sentem um gelo percorrer o estômago. Afinal, não é tarefa fácil garantir a atenção e o convencimento de um público cada vez mais multimídia.
Para ajudar você a encarar esta tarefa com maestria, conversamos com Reinaldo Polito, professor de oratória da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).
“O grande problema é a falta de concatenação lógica do raciocínio”, afirma o especialista que há 35 anos ensina empresários a como se expressar em público.
Segundo ele, para se livrar dos inimigos do bom discurso é preciso tomar alguns cuidados antes e durante a apresentação.
Confira as dicas nas próximas páginas
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Não quis ser paleontólogo logo de cara, a oportunidade surgiu e me dei bem com ela, mas é algo a se pensar….
Defendi a possibilidade de me tornar um paleontólogo quando era criança e ainda mantenho essa vontade, não tanto quanto a de ser um arqueólogo ou um boxeador profissional, mas é parecida. A paleontologia é bastante diversificada, caso tenham tempo, verifiquem e verão que a coisa é maior do que imaginam (ui!). Eu gostava tanto da paleontologia que eu comprei a coleção Dinossauros com aquela miniatura que brilha no escuro. Eu ainda tenho a miniatur … Read More
via Blog – O Ideal e o Possível
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Este post da Você S/A dá muitas orientações importantes sobre como lidar com estrangeiros. Originalmente criada para a executivos terem uma noção de como se comportar neste mundo cada vez mais globalizado ela pode ajudar bastante outras profissões. Abaixo algumas das minhas favoritas:
- Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
- Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os olhos por alguns segundos. Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
- Faço muito isso em reunião e sempre levo um tapa…
- Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
- Regra geral para orientais: faça tudo como se estivesse em uma cerimônia religiosa de 10 horas de duração, bem lento, com calma e com atenção
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Outro dia, enquanto jogava videogame com meu neto de 5 anos, relembrei a importância de um projeto de carreira. Imagine a cena: o jogo começa e eu estou sempre uma ou duas jogadas atrasado. De repente, passam na tela uma corda dourada e uma lança preta. O garoto fala: “Vovô, você não pegou a cordinha?”. Eu nem vi a cordinha. Pergunto para que serve a corda. O garoto ri e pergunta se eu peguei a lança. “Que lança”, questiono. O menino ri de novo. Aparece então um monstro de cinco cabeças, que só morre com a tal cordinha enlaçada no pescoço e a lança espetada na barriga. Sem elas, o jogador perde. Resultado? Morte súbita. Se eu tivesse praticado antes e soubesse que ia precisar da cordinha, a teria levado comigo. Se tivesse jogado um jogo qualquer antes, ficaria atento a essas ferramentas que servem para salvar a vida quando você é atacado pelos incríveis monstros….
Fonte: Você S/A
Essa historinha é muito mais interessante do que parece. De fato, aprendi muita coisa jogando RPG. Sobre planejar, explorar e aprender. Nada deve ser menosprezado na sua Jornada Pokemon. Isso fica cada vez mais óbvio conforme o tempo passa e nossa experiência começa a fazer diferença.
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