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	<title>Biological Warfare</title>
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	<description>Sobre biologia, tecnologia e coisas que encontro no caminho...</description>
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		<title>Andando sob as águas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembro-me que em uma aula de Biologia de Vertebrados I, estávamos discutindo sobre a origem do grupo. Foi a primeira vez que ouvi falar de filogenética e foi também quando finalmente entendi o que eram &#8220;peixes de nadadeiras lobadas&#8221; e &#8220;peixes de nadadeiras raiadas&#8221;. É interessante como a biologia faz mas sentido quando vista como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=788&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="float:left;padding:5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border:0;" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span><br />
Lembro-me que em uma aula de Biologia de Vertebrados I, estávamos discutindo sobre a origem do grupo. Foi a primeira vez que ouvi falar de filogenética e foi também quando finalmente entendi o que eram &#8220;peixes de nadadeiras lobadas&#8221; e &#8220;peixes de nadadeiras raiadas&#8221;. É interessante como a biologia faz mas sentido quando vista como um todo do que em suas partes, não? Evolução ajuda muito neste aspecto. Agora deixemos minhas memórias de velho de lado e entremos no assunto.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O artigo, intitulado &#8220;<a title="PNAS" href="http://www.pnas.org/content/108/52/21146">Behavioral evidence for the evolution of walking and bounding before terrestriality in sarcopterygian fishes</a>&#8221; toca justamente no assunto. O que estes pesquisadores fizeram foi usar um animal atual para fazer algumas inferências sobre a origem dos tetrápodes. Para quem desconhece o termo, tetrápodes são os vertebrados de quatro patas que inclui anfíbios, répteis, mamíferos e aves. Os tetrápodes são descendentes de peixes <em>Sarcopterygii</em> (os de nadadeiras lobadas). Estes peixes são hoje representados pelo lendário Celacanto (<em>Latimeria chalumnae</em> que é mais conhecido como &#8220;o fóssil vivo&#8221;).</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a teoria clássica de Romer, era que peixes, obrigados a se migrar de um lago semi-seco para outro, teriam aos poucos se habituado com a vida na superfície. Isso soa meio absurdo, mas tem peixes bem normais (do tipo que vai para a panela) que fazem isso hoje em dia, o peixe gato é um exemplo só para ilustrar.</p>
<blockquote><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2012/01/23/andando-sob-as-aguas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yhYmhDa0-Iw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O peixe-gato e seu andar de buldogue.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">O que está em questão é que o processo &#8220;da água para a terra&#8221;, ocorrido durante o Devoniano, é muito drástico e exige mudanças no esqueleto apendicular. Alguns fósseis dos primeiros tetrápodes têm traços de animais aquáticos. Então como a forma de locomoção dos animais terrestre teria surgido dentro d&#8217;água?</p>
<blockquote><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2012/01/23/andando-sob-as-aguas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/X7qz0gVzM04/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Esta é A Verdadeira origem dos animais terrestres. Esse negócio de paleontologia é só mentira, Youtube é o que há <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa é bem simples. O peixe pulmonado <em>Protopterus annectens</em> possui nadadeiras longas e finas, bem inadequadas para a vida na terra, além disto, possui uma anatomia típica de ancestrais dos tetrápodes e foi usado de modelo. Testaram como era o nado dele com fotos e filmagens. O experimento mostrou que o<em> P. annectens</em> usa as nadadeiras posteriores para dar impulso a partir do substrato o que lhe dá aquela ginga de lagartixa quando foge com a alternância dos membros posteriores a cada passo. Notem no vídeo abaixo como existe uma clara diferença entre o apoio usado pelo Peixe-gato, do vídeo acima, e o <em>P. annectens</em>.</p>
<blockquote><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2012/01/23/andando-sob-as-aguas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/lfeYQ_lvPlk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Protopterus annectens gingando.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">O nado do<em> P. annectens</em> ainda está longe de um caminhar, mas já é grande a diferença em relação aos peixes típicos. Os <em>Actionopterygii</em> (os de nadadeiras raiadas, incluindo o peixe-gato) geralmente usam as nadadeiras peitorais para forçar o deslocamento (tanto em água quanto em terra) enquanto o nosso modelo está usando as traseiras, isso é semelhante ao tipo de impulso usado pelos tetrápodes. Isto sugere que o <em>P. annectens</em> é um modelo de morfologia mínima para a locomoção baseada em substrato e que por sua vez é a base para a locomoção em terra seca.</p>
<p style="text-align:justify;">PS: Há um outro artigo que saiu na mesma época. Esse vai mais longe e propõe novas interpretações sobre a origem dos tetrápodes. É interessante quando várias pesquisas em torno de um mesmo ponto são publicadas assim, quase ao mesmo tempo. A quem interessar possa, o título é &#8220;<a title="New Theory Emerges for Where Some Fish Became Four-Limbed Creatures" href="http://www.sciencedaily.com/releases/2011/12/111227142628.htm">Woodland Hypothesis for Devonian Tetrapod Evolution</a>&#8220;.</p>
<blockquote><p><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Proceedings+of+the+National+Academy+of+Sciences+of+the+United+States+of+America&amp;rft_id=info%3Apmid%2F22160688&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Behavioral+evidence+for+the+evolution+of+walking+and+bounding+before+terrestriality+in+sarcopterygian+fishes.&amp;rft.issn=0027-8424&amp;rft.date=2011&amp;rft.volume=108&amp;rft.issue=52&amp;rft.spage=21146&amp;rft.epage=51&amp;rft.artnum=&amp;rft.au=King+HM&amp;rft.au=Shubin+NH&amp;rft.au=Coates+MI&amp;rft.au=Hale+ME&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CEvolutionary+Biology%2C+Zoology">King HM, Shubin NH, Coates MI, &amp; Hale ME (2011). Behavioral evidence for the evolution of walking and bounding before terrestriality in sarcopterygian fishes. <span style="font-style:italic;">Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 108</span> (52), 21146-51 PMID: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22160688" rev="review">22160688</a></span></p></blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/anatomia-comparada/'>anatomia comparada</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/evolucao/'>evolucao</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/locomocao/'>locomoção</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pnas/'>pnas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/tetrapodes/'>tetrápodes</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/788/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/788/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=788&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>VOL: Campos no LibreOffice: usos e abusos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo post no Viva o Linux, desta vez com orientações sobre recursos do LibreOffice referentes a campos e texto condicional: Quando comecei a usar o OpenOffice foi por pura curiosidade. Era aquela época de ouro em que o Firefox estava na versão 0.7 e o Baixaki era a Meca dos usuários de Windows. Nunca precisei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=785&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo post no <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Campos-no-LibreOffice-usos-e-abusos/">Viva o Linux</a>, desta vez com orientações sobre recursos do LibreOffice referentes a campos e texto condicional:</p>
<blockquote><p>Quando comecei a usar o <em>OpenOffice</em> foi por pura curiosidade. Era aquela época de ouro em que o Firefox estava na versão 0.7 e o Baixaki era a Meca dos usuários de Windows.</p>
<p>Nunca precisei muito no OO, até que comecei a usar o <a href="http://www.vivaolinux.com.br/linux/">Linux</a> intensivamente e precisei migrar meus arquivos para &#8220;.odt&#8221;.</p>
<p>Neste mesmo período estava trabalhando em uma empresa e eu, além de ser o único usuário de Linux, tinha que converter meus arquivos constantemente para &#8220;.doc&#8221; e lidar com todos os problemas de formatação que são típicos do MS Word.</p>
<p>Curiosamente, o Writer me ensinou mais sobre o Word do que todos os cursos e apostilas que vi na vida. Assim que aprendi sobre os estilos de formatação e seus poderes, descobri que eles estavam disponíveis no aplicativo de Redmond, mesmo que de uma forma muito primitiva.</p>
<p>Hoje sou um adepto intensivo dos estilos e muito do que aprendi, compartilhei neste artigo:</p>
<ul>
<li><a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/02/21/formatando-com-openoffice/">Monografia com o OpenOffice: estilos de parágrafo e página</a></li>
</ul>
<p>Hoje estou aqui para discorrer sobre outro recurso do LibreOffice (os tempos e os nomes mudaram de lá para cá, não?).</p>
<p>Ainda lá na empresa, me deparei com a situação de ter que produzir uma grande quantidade de arquivos padronizados. Na época, estava totalmente alheio ao conceito de mala direta, e admito que foi o Word quem me deu uma luz sobre o assunto.</p>
<p>Evidentemente pensei: Se o Word faz, o Writer faz melhor.</p>
<p>Neste artigo vou além da mala direta. Meu foco aqui é apresentar algumas aplicações e fundamentos dos campos no LibreOffice.</p></blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/linux-tecnologia/'>Linux</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/tutoriais-e-dicas/'>Tutoriais e Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/documentos/'>documentos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/formatacao/'>formatação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/libreoffice/'>libreoffice</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mala-direta/'>mala direta</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/modelos/'>modelos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/openoffice/'>openoffice</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/viva-o-linux/'>viva o linux</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/785/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/785/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=785&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>OpenSuse 12.1 &#8211; Instalação for Dummies</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/11/29/opensuse-12-1-instalacao-for-dummies/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 23:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[opensuse]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um diário de instalação em vez de um guia de instalação pois além do tutorial farei uma breve análise do novo sistema e darei algumas sugestões bem pessoais. Quem já esteve por aqui antes sabe que sou um grande fã do GNU/Linux e em especial do Mandriva. Minha primeira distro foi o lendário [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=766&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Este é um diário de instalação em vez de um guia de instalação pois além do tutorial farei uma breve análise do novo sistema e darei algumas sugestões bem pessoais.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quem já esteve por aqui antes sabe que sou um grande fã do GNU/Linux e em especial do Mandriva. Minha primeira distro foi o lendário Kurumin. Usei o Ubuntu por algum tempo e não me habituei a ele de forma alguma, algo em relação ao sistema em si não me agrada. Depois adotei o Mandriva como minha distro pela sua facilidade de uso, foi por acaso na era de ouro desta distro. Com os problemas recentes na Mandriva Soft, a insegurança e, acima de tudo, alguns problemas que começaram a surgir, comecei a busca por uma nova distro principal. Alias, até aquele momento não tinha feito uma migração total do Windows e oscilava entre os dois mundos. Comecei o usar o openSuse no fim de 2009 e estou satisfeito com a distro até o momento. Entretanto, sempre procuro alternativas pois é sempre bom ficar de olho aberto para as novidades <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1 style="text-align:justify;">Der openSuse</h1>
<p style="text-align:justify;">O sistema do lagarto é uma distro de origem alemã mantida pela Novell (<a href="http://br-linux.org/2011/suse-pacto-novellmicrosoft-renovado/">para que esqueceu ou desconhece, é aquela empresa que vendeu a alma para a Microsoft</a>). Embora existam suspeitas sobre a postura da Novell em relação a filosofia do Free Software e etc, algumas pessoas torcem o nariz. como sou pragmático com estas coisas, avalio a distro por sua qualidade em vez de questões ideológicas.</p>
<p style="text-align:justify;">O openSuse é mantido por uma comunidade ativa e bastante organizada. Há uma rede social para os fãs da distro (<a href="https://connect.opensuse.org/">openSuse Connect</a>) além de recursos para entusiastas como o <a href="https://build.opensuse.org/">Build Service</a> e os <a href="http://software.opensuse.org/121/en">pacotes online</a> que permite o download de programas um tanto exóticos e os fóruns de desenvolvimento. Para uma comunidade tão grande, a do openSuse é bastante organizada, quem está acostumada com o jeitão internacional do Ubuntu o openSuse estará a altura.</p>
<p style="text-align:justify;">O que me atraiu para esta distro especificamente é a sua consistência aliada com uma facilidade de uso. Por consistência falo de um sistema onde posso instalar coisas e mais coisas sem que ele comece a se comportar de forma muito anômala. O Ubuntu e o Mandriva, a meu ver, pecam neste ponto por se tornarem imprevisíveis conforme o usuário personaliza o sistema. São muito bons enquanto mantidos &#8220;em cativeiro&#8221;.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">E assim diferenciamos consistência de estabilidade e robustez: a primeira é sobre o sistema funcionar em condições contínuas sem travar o dar piti e a segunda é a quantidade de recursos disponíveis. Em termos de robustez a maioria das distros vai muito bem.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Já a facilidade de uso é proporcionada pelo Yast (Yet Another&#8230; [ah, esqueci o resto]). Ele é como um painel de controle muito completo onde quase tudo no sistema pode ser configurado de forma centralizada. Para mim isso é essencial pois, embora goste de aprender coisas novas, preciso do sistema para trabalhar e tenho pouco tempo para gastar com problemas pequenos. O Mandriva também conta com algo semelhante, o Mandriva Control Center. Essas semelhanças facilitaram a minha migração.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Uma das coisas que mais me irritavam no Mandriva era o gerenciamento de pacotes. Embora avanços foram feitos durante algum tempo os problemas permaneceram em muito. O gerenciamento proporcionado pelo Yast é muito simples de usar.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Para fazer o download do OpenSuse 12.1:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://software.opensuse.org/121/en"><img class="aligncenter" title="Download Opensuse 12.1" src="http://en.opensuse.org/images/6/69/Opensuse_3.png" alt="Download Opensuse 12.1" width="180" height="60" /></a></p>
<h2 style="text-align:justify;">Alternativas</h2>
<p style="text-align:justify;">Para quem está procurando outra distro além do openSuse, aqui seguem minhas sugestões:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.ubuntu.com/"><strong>Ubuntu</strong></a>: Popular até demais, mas em declínio de uns tempos para cá. A comunidade Ubuntu é muito grande e prestativa, então é um ótimo sistema para aprender e para quem está chegando no Linux. Este sistema usa o Gnome como seu ambiente principal, Unity para ser mais exato. Ele tem uma interface no estilo Gnome Shell que pode desagradar algumas pessoas (eu, por exemplo).</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://linuxmint.com/"><strong>Linux Mint</strong></a>: Inicialmente uma modificação do Ubuntu/Debian que tem se tornado popular desde então. É um sistema leve e fácil de usar que tem o Gnome como sua interface principal. É a minha alternativa favorita.</li>
</ul>
<blockquote><p>A ultima versão do Linux Mint (a 12, codenome &#8220;Lisa&#8221;) adotou o Gnome 3 como interface principal. Veremos logo mais nas implicações.</p></blockquote>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://fedoraproject.org/"><strong>Fedora</strong></a>: O Fedora mantem uma relação próxima com a comunidade openSuse e tem um histórico bem parecido. É uma distro relativamente amigável que usa o Gnome como ambiente, mas também optou pelo Gnome Shell. O Fedora é considerado um tanto pesado e tenho dificuldades com ele aqui. Para mim, é altamente recomendado para quem está em busca de aventura <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<h1 style="text-align:justify;">Escolhendo o Ambiente: KDE x Gnome x &#8220;O Resto&#8221;</h1>
<p style="text-align:justify;">Dois pontos são fundamentais para quem vai migrar para o GNU/Linux: ambiente e aplicativos.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto aos aplicativos o jeito é se acostumar. A maioria dos programas para Windows só existem lá e os do Linux só existem aqui. Fim de papo. Curiosamente, para o usuário médio, a maioria dos programas possuem versões que rodam em ambos os sistemas como LibreOffice, Firefox, RealCrypt/TrueCrypt e etc, e a maioria dos programas do Windows são desnecessários no Linux: limpador de registro, desfragmentador, agendador, notas, e etc pois o sistema já fornece esses serviços de alguma outra forma.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Alias o primeiro impacto de quem migra para o Linux é excesso de tempo livre: o sujeito trabalha mais rápido, não precisa fazer qualquer manutenção no sistema nem ficar horas no Baixaki catando coisas. Resultado: fica sem saber o que fazer ao longo do dia&#8230;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quando ao ambiente, aí temos uma questão mais complexa. Pode-se ver que o Linux oferece muitas opções além do tradicional. O ambiente escolhido por um usuário define boa parte dos programas que ele usará bem como será sua relação com o sistema. Vejamos de forma resumida:</p>
<h2 style="text-align:justify;">Gnome</h2>
<p style="text-align:justify;">É um ambiente considerado simples e por isso o meu favorito. Isso irrita alguns usuários avançados pois acham que é um desktop para iniciantes.</p>
<p style="text-align:justify;">O que me agrada no Gnome é a estabilidade e facilidade de uso. Tudo é muito simples. Existem aplicativos pequenos e práticos para as tarefas do dia a dia e que exigem pouca ou nenhuma configuração por parte do usuário. O sistema pode ser personalizado sem grandes problemas e muitos aplicativos do mundo GNU/Linux são baseados nos serviços do Gnome.</p>
<p style="text-align:justify;">Versões recentes do Gnome (versão 3) adotaram um visual radicalmente simplista que lembra muito os smartphones através do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ALCUPp-5UwE">Gnome Shell</a>. Isso pode ser bem chato para quem está acostumado com o visual &#8220;WinXp&#8221; que o Gnome 2 tinha até então. Eu particularmente gosto mais do visual antigo. Por ser mais personalizado e se adequar muito bem a quem faz mais de uma coisa ao mesmo tempo.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/ambientes.png"><img class="wp-image-767 " title="ambientes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/ambientes.png?w=425&#038;h=454" alt="O openSuse 12.1 adotou o Gnome Shell. Se você prefere o visual do Gnome 2 basta escolher o Metacity na tela de login." width="425" height="454" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O openSuse 12.1 também adotou o Gnome Shell. Infelizmente não encontrei uma forma de usar o visual do Gnome 2 nesta edição, então adotei o XFCE.</dd>
</dl>
</div>
<h2 style="text-align:justify;">KDE</h2>
<p style="text-align:justify;">O KDE por acaso é o padrão em muitas distribuições por ser um sistema grande e completo. As possibilidades de configurações e personalizações são tantas que você facilmente se perde no painel de configurações (KDE Control Center).</p>
<p style="text-align:justify;">Essa complexidade toda do KDE me atrai e me desagrada. Primeiro porque ele tem uma coleção de aplicativos muito maior que a do Gnome, e melhor em casos como o do K3B. Segundo porque o KDE é um tanto pesado e complicado. A interface dos aplicativos é de uma &#8220;lindura-complexa&#8221; que irrita, tem botão para todo lado e lembra o Windows 98 por incrível que pareça.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">O KDE 3 era muito popular até ser substituição pelo KDE 4 que na época, foi apelidado de KDE Vista pela semelhança óbvia, tanto em problemas quanto em aparência. Hoje o KDE 4 amadureceu, ficou mais estável e leve. Mas a complicação que é usar os aplicativos deste ambiente me mantem longe dele.</p>
</blockquote>
<h2 style="text-align:justify;">LXDE e XFCE</h2>
<p style="text-align:justify;">São ambiente menores baseados no Gnome. Usam os mesmos aplicativos e os mesmos serviços em alguns casos. São apenas ambientes que se propõe em serem mais leves que a dupla Gnome/KDE.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste caso, os foragidos do Gnome 3 podem optar pelo XFCE que é idêntico ao Gnome 2 em vários aspectos. O LXDE é baseado no Openbox, conheço muito pouco sobre este projeto em especial.</p>
<p style="text-align:justify;">Resumo da Opereta:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Gnome: fácil de usar até demais: ame-o ou deixe-o.</li>
<li>KDE: para impressionar as gatas usuárias de Windows.</li>
<li>LXDE e XFCE: para impressionar seus amigos nerds.</li>
</ul>
<h1 style="text-align:justify;">Compiz: porque evitar</h1>
<p style="text-align:justify;">O compiz é um sistema que adiciona efeitos especiais lindíssimos ao desktop Linux. Quando foi inventado era como mágica, hoje toda distro possui. Embora o Compiz tenha evoluído bastante de uns tempos para cá ele ainda apresenta uns probleminhas chatos de vez em quando que eu prefiro evitar. Além disto, mesmo que alguns recursos que ele ofereça sejam extremamente úteis (palavras de um viciado no Expo), para mim, ele pesa, é lento, tem bugs e é dispensável.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">The end</p>
</blockquote>
<h1 style="text-align:justify;">Tutorial de Instalação: for Dummies</h1>
<p style="text-align:justify;">Existem tutoriais aos montes por aí aos montes, então procurarei ser breve neste aqui (não é tão <em>for dummies</em> assim). O meu objetivo é dar uma passeada no sistema e fazer algumas propostas de configuração do sistema.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Deram uma revisada no instalador, ficou bonito por sinal.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A instalação do openSuse pode não ser tão simples quanto a do Ubuntu, que segue a linha &#8220;NNF&#8221;, mas é bem fácil de fazer. Ela é dividida em 3 etapas:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Preparação</li>
<li>Instalação</li>
<li>Configuração</li>
</ul>
<h2 style="text-align:justify;">Preparação</h2>
<p style="text-align:justify;">Na etapa de preparação especificamos a maior parte das configurações do sistema. É daquelas instalações que perguntam tudo logo e depois trabalham. Isso é bom porque você não precisa ficar vigiando o computador.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/licensa.png"><img class=" wp-image-768 " title="licensa" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/licensa.png?w=480&#038;h=260" alt="Aqui escolhemos o idioma e configurações de teclado, preste atenção pois o padrão é inglês." width="480" height="260" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Aqui escolhemos o idioma e configurações de teclado, preste atenção pois o padrão é inglês.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Uma das vantagens de quem usa Linux é poder ter quanto idiomas quiser no computador. É ótimo para aprender. Preste atenção ao idioma que foi escolhido no começo da instalação pois ele será o padrão do sistema.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/fuso.png"><img class=" wp-image-769 " title="fuso" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/fuso.png?w=540&#038;h=292" alt="Perguntinhas básicas sobre você. Lembre-se que o relógio do computador pode ser UTC ou GMT. Se o horário estiver errado com o fuso certo tente desmarcar o UTC para ver se é isso." width="540" height="292" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Perguntinhas básicas sobre você. Lembre-se que o relógio do computador pode ser UTC ou GMT. Se o horário estiver errado com o fuso certo tente desmarcar o UTC para ver se é isso.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">O particionador do openSuse não é fofinho como o Gparted era nos tempos do Kurumin, mas é menos assustador do que parece. Se você tem algo mais exótico como uma partição encriptada, o instalador perguntará a senha dela bem no começo, quando ele faz o levantamento de dispositivos.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/particoes.png"><img class=" wp-image-770 " title="particoes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/particoes.png?w=540&#038;h=292" alt="Uma /home separada é bom para quem gosta de aventuras. Uma /home encriptada para quem tem medo da própria sombra." width="540" height="292" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Uma /home separada é bom para quem gosta de aventuras. Uma /home encriptada para quem tem medo da própria sombra.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Opções do particionador:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Adicionar: cria uma partição</li>
<li>Editar: modifica o ponto de montagem e formato</li>
<li>Mover: move pelo disco. Pode demorar muito se tiver conteúdo.</li>
<li>Redimensionar: Muda o tamanho. Pode ser problemático com NTFS.</li>
<li>Remover: apaga a partição.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Lembre-se que para partições encriptadas é preciso fornecer uma senha decente. Além disto nenhuma das partições /, /usr, /boot ou /var pode ser encriptada.</p>
</blockquote>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/user.png"><img class=" wp-image-771 " title="user" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/user.png?w=540&#038;h=290" alt="Mudaram a encriptação da senha de Blowfish para SHA-512, interessante..." width="540" height="290" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Mudaram a encriptação da senha de Blowfish para SHA-512, interessante&#8230;</dd>
</dl>
</div>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">PS: usar a mesma senha de root e de usuário é uma péssima ideia.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Depois de tudo configurado é oferecido um resumo da instalação. Muito útil para ver se tem alguma coisa errada, estranha ou que tenhamos esquecido. Basta clicar na opção para acessá-la novamente. Aqui também temos acesso ao gerenciador de pacotes para instalar aplicativos interessantes antes da hora.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/resumo.png"><img class=" wp-image-772 " title="resumo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/resumo.png?w=540&#038;h=290" alt="Para quem lê antes de assinar." width="540" height="290" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Para quem lê antes de assinar.</dd>
</dl>
</div>
<h2 style="text-align:justify;">Instalação</h2>
<p style="text-align:justify;">A fase de instalação consiste de uma &#8220;simples e empolgante&#8221; tela de progresso mostrando o andamento da instalação. É um porre.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/novos-e-empolgantes-recursos.png"><img class=" wp-image-773 " title="novos e empolgantes recursos" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/novos-e-empolgantes-recursos.png?w=540&#038;h=292" alt="O Windows também promete empolgantes mundos e fundos durante a instalação. Parece até piada :)" width="540" height="292" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O Windows também promete empolgantes mundos e fundos durante a instalação.</dd>
</dl>
</div>
<h2 style="text-align:justify;">Configuração</h2>
<p style="text-align:justify;">A fase de configuração é praticamente opcional. Consiste de configurar a rede para baixar logo as atualizações bem como configurações de impressora e etc. A maior parte das opções pode ser ignorada. Na verdade, ele só te da a opção de configurar essas coisas se você pedir bem no começo da instalação.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/configuracao.png"><img class=" wp-image-774 " title="configuracao" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/configuracao.png?w=540&#038;h=290" alt="Com isso finda a instalação. Agora o sistema reinicia e está pronto para funcionar." width="540" height="290" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Com isso finda a instalação. Agora o sistema reinicia e está pronto para funcionar.</dd>
</dl>
</div>
<h1 style="text-align:justify;">Gerenciamento de Pacotes</h1>
<p style="text-align:justify;">Para quem não conhece, o gerenciamento de pacotes é como instalamos as coisas no Linux. Nada de passar horas no Baixaki catando coisas. Basta digitar o nome do que você quer e ele é baixado e instalado pelo Yast. O gerenciador de pacotes muda um pouco dependendo de qual ambiente você está usando. Acho o do Gnome mais fácil de usar. Além de instalar o gerenciador também atualiza programas. No openSuse (e no GNU/Linux como um todo) as atualizações incluem todos os programas e não apenas correções do sistema como as do Windows Update.</p>
<p style="text-align:justify;">O DVD e a instalação padrão do openSuse (Gnome ou KDE) já tem quase tudo que você precisará em uma vida. Para aumentar as nossas opções devemos adicionar mais repositórios. Eles são servidores de onde o Yast baixa os programas que precisamos. Existem vários repositórios extraoficiais, mas os oficiais são suficientes para as nossas necessidades. No site do openSuse está a lista de repositórios disponíveis, mas nem precisamos ir lá para ver, o Yast pode fazer o download por nós:</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/gerenciador.png"><img class=" wp-image-775 " title="gerenciador" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/11/gerenciador.png?w=540&#038;h=324" alt="Para acessar o gerenciador basta clicar no menu em &quot;Instale/Remova Programas&quot; ou diretamente no Yast e lá procurar por &quot;Gerenciamento de Software&quot;." width="540" height="324" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Para acessar o gerenciador basta clicar no menu em &#8220;Instale/Remova Programas&#8221; ou diretamente no Yast e lá procurar por &#8220;Gerenciamento de Software&#8221;.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Adicionar repositórios é a coisa mais complicada do mundo. No gerenciador clique no menu <em>Configuração &gt; Repositórios</em>. Lá está a lista dos servidores oficiais, ela é instalada por padrão. Agora clicamos em Adicionar para instalar novos repositórios. Para que ele baixe a lista dos extraoficiais basta clicar em &#8220;Repositórios da Comunidade&#8221;. Agora basta marcar os que deseja adicionar e assim que forem baixados, estarão disponíveis no gerenciador de pacotes.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui estão os que instalei. Como mencionei antes, os oficiais são suficientes para a maioria das pessoas:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Packman: vários programas legais que não estão nos repositórios oficiais.</li>
<li>BuildService Mozilla: para ter sempre o firefox e thunderbird mais recentes.</li>
<li>BuildService LibreOffice: para atualizações mais rápidas do LibreOffice.</li>
<li>BuildService Gnome Apps: para mais aplicativos do Gnome. Tem uma versão para o KDE e LXDE também.</li>
<li>BuildService Educação: são programas educativos, mas tem coisas interessantes como BlueFish.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Coloquei outros também sobre PHP, Virtualbox e bancos de dados. Mas não vem ao caso para este tutorial.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Aplicativos Selecionados</h2>
<p style="text-align:justify;">Agora que temos os repositórios configurados, podemos pensar em que tipo de programas vamos usar. Como sou um usuário Gnome minha seleção de programas é baseada neste ambiente, porém uso programas do Kde eventualmente então temos alguns na lista. Notem que é possível misturar programas dos ambientes sem grandes problemas, apenas alguns aplicativos ficam com a instalação gigante como o Konqueror porque são a base do seu respectivo ambiente (KDE, no caso). Seguirei a estrutura do menu Gnome para mostrar os aplicativos:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Acessórios</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Alarm Clock: um relógio que toca e faz coisas na hora marcada. Bom para gerenciar o tempo. Veja sobre ferramentas parecidas no <a href="http://www.efetividade.net/2007/10/31/organizacao-domestica-e-a-galinha-temporal-vencendo-a-bagunca-20-minutos-de-cada-vez/">Efetividade</a>.</li>
<li>CherryTree: este programa é incrível, é como um EverNotes para Linux, bom para estudar.</li>
<li>Desktop Search (tracker): permite pesquisar arquivos e dentro deles. Util para achar coisas em uma vasta biblioteca de pdfs.</li>
<li>Grsync: um programa de backup e sincronização muito interessante para quem tem pendrives ou discos externos.</li>
<li>SeaHorse: um gerenciador de chaves pgp. Usado para guardar senhas e enviar emails criptografados. Para os paranoicos de plantão. No KDE a alternativa é o Kleopatra. Veja sobre os <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Defesa-pessoal-com-o-GPG-Nautilus-Scripts-particoes-encriptadas-e-leves-doses-de-paranoia?pagina=2">usos do pgp no Viva o Linux</a>.</li>
<li>Tomboy Notes: um programa para anotações rápidas. Mais simples que o OneNote, mas muito interessante. Tenho um artigo sobre uma das <a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/01/31/organizando-suas-anotacoes-para-monografandos-dissertandos-e-tesandos/">aplicações do Tomboy</a>.</li>
<li>Kruler: um aplicativo do KDE que coloca uma régua na área de trabalho. Útil para quem esta desenhando alguma coisa.</li>
<li>The Board: esse á uma grande loucura, consiste de um mural virtual. De pouca utilidade mas muito legal.</li>
<li>Xournal: o que eu gosto neste programa é a semelhança com o One Note. A habilidade de escrever em qualquer lugar de uma página em branco me faz muita falta as vezes.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Educação</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Klavaro: aulas de digitação, nunca passo da terceira&#8230;</li>
<li>Scilab: um programa para estudos com matemática e modelos. Para pesquisadores. É semelhante ao R em alguns aspectos.</li>
<li>R-Base: uma linguagem orientada a objetos para cálculos matemáticos e estatísticos. Tem se tornado popular entre pesquisadores recentemente.</li>
<li>Jogos: O Gnome é cheio de joguinhos legais, o meu favorito é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mastermind">MasterMind.</a></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gráficos</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Blender: para fazer animações e modelos 3D. Usado por cineastas e cientistas também.</li>
<li>gThumb: um visualizador de fotos. Permite pequenas edições e conversões em massa. Lembra bastante o XnView para Windows.</li>
<li>InkScape: editor de gráficos vetoriais no estilo do CorelDraw, mas usa as especificações SVG.</li>
<li>mtPaint: um editor de imagens bem simples semelhante ao Ms Paint. Serve para criar pixel art.</li>
<li>Okular: o visualizador de imagens e pdf do KDE4. Gosto dele porque tem recursos que não são encontrados nem no Windows como comentários. Também abre uns arquivos exóticos como chm.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Internet</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>BlueFish: editor de códigos HTML, CSS, Javascript&#8230; é bem simples e prático.</li>
<li>Dropbox: é possível instalar o Dropbox pelo gerenciador de pacotes normalmente.</li>
<li>Empathy: um programa de mensagens instantâneas bem simples que suporta msn, gtalk, facebook e assim por diante.</li>
<li>Thunderbird: o cliente de email da mozilla é meu preferido em detrimento ao Evolution que vem por padrão.</li>
<li>uGet: um gerenciador de downloads.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Escritório</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Lyx: um editor de arquivos Latex. Para quem não sabe, são usados para diagramação avançada de textos.</li>
<li>Planner: um gerenciador de projetos. Semelhante em algumas coisas ao MS Project.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Programação</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Meld: este programa estranho compara dois arquivos e mostra a diferença entre eles. Uso para meus arquivos txt, nunca tentei com coisas mais complexas&#8230; No KDE tem o Kompare.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Som e Vídeo</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Audacity: editor de áudio do Linux.</li>
<li>HandBrake: além de ripar DVDs ele é ótimo para converter filmes no formato MKV.</li>
<li>K3B: o gravador de cds do KDE4. É o melhor programa do gênero.</li>
<li>Rhythmbox: tocador de músicas. Acho ele mais leve que o Banshee que também é muito bom.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ferramentas</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Back In Time: um programa de backup que funciona de forma parecida com o Grsync. Ambos usam por base o rsync, escrevi <a href="http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/08/25/usando-o-grsync-para-backup-e-sincronizacao/">algo mais específico sobre ele recentemente</a>.</li>
<li>Krename: renomeia arquivos em massa. Suporta expressões regulares e é muito poderoso.</li>
<li>Virtualbox: Virtualizador. Foi com ele que fiz os testes do openSuse 12.1.</li>
<li>Scheduled Tasks: um gerenciador do Gnome para o cron. Serve para agendar tarefas. Mais completo que o Alarm Clock porque foi feito para isso.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Alguns aplicativos tem nomes diferentes no gerenciador de pacotes. Coloquei os nomes entre parênteses nestes casos. Lembre-se também que alguns deles já vem instalados por padrão.</p>
</blockquote>
<h1 style="text-align:justify;">Concluindo</h1>
<p style="text-align:justify;">O openSuse é um sistema muito bom e a nova versão não trouxe mudanças drásticas exceto pelo Gnome. Assim como aconteceu no KDE4, as pessoas resistiram a mudança e depois cederam. É natural que as interfaces evoluam e se transformem, é inevitável, nadar contra a corrente agora é tolice. Eu particularmente pretendo me manter na interface do Gnome 2 por uma questão de compatibilidade, esperarei umas atualizações do projeto Gnome que prometeram melhorar a performance do Gnome Shell. Quem sabe depois de habituado ao novo ambiente não dê uma nova chance ao Ubuntu? Por hora minha distro para momentos difíceis é o Mint, por sua excelente seleção de aplicativos e leveza.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mint 9 &#8220;Isadora&#8221;, diga-se de passagem. Como é um LTS pode ser usado em ambiente de produção sem grandes percalços. Alias, estou pensando seriamente em um retrocesso com essa história de Gnome 3.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quanto a seleção de aplicativos, está excelente a meu ver. Sinto um pouco de falta do Freemind que me eram de grande utilidade no Mandriva e ainda está de fora do openSuse. Os novos repositórios colocaram o Shutter, mas tiraram o Java e o Grsync dos contribs (que foram retirados como um todo), estou esperando uma atualização dos repositórios para ver se eles surgem sem ter que apelar para o factory. Fiz testes com o KDE4 no VirtualBox, é extremamente pesado então não pude fazer muita coisa. Notaram como vários aplicativos dele apareceram na lista acima? De qualquer forma ainda prefiro o Gnome e o Metacity, gosto mais do jeito clean das interfaces gtk.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha sugestão para quem vai adotar o Linux e ir direto para o openSuse ou Mint. Para quem já tem o 11.4 sugiro esperar um pouco mais. Quem está acostumado com essas atualizações sabe que demora um pouco para os repositórios sincronizarem. Deve ter milhões de pessoas acessando os repositórios ao mesmo tempo agora e alguns estão lentos e ficando fora do ar, isso aconteceu enquanto fazia os testes. Deixarei a instalação definitiva do 12.1 para o mês que vem quando a poeira baixar um pouco. Por hora estamos em testes ainda.</p>
<h2 style="text-align:justify;">PS1: Mint 9 &#8220;Isadora&#8221; e Mint 12 &#8220;Lisa&#8221;</h2>
<p style="text-align:justify;">Notei uma dificuldade para dar boot com o live cd no meu notebook em especial e em algumas configurações específicas no VirtualBox também. Para resolver isto basta acrescentar o argumento &#8220;nomodeset&#8221;. Parece ser alguma coisa tola relacionada ao chipset da ATI.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h2 style="text-align:justify;">PS2: Grsync e Java Sun</h2>
<p style="text-align:justify;">Por algum motivo o grsync e o java não estão em nenhum dos repositórios oficiais do 12.1. Para instalá-los tive que usar os pacotes online no build service. De qualquer forma implica na instalação de repositórios do Factory. O repositório que contém os pacotes é o Contrib:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://download.opensuse.org/repositories/openSUSE:/Factory:/Contrib/standard/" rel="nofollow">http://download.opensuse.org/repositories/openSUSE:/Factory:/Contrib/standard/</a></p>
<p style="text-align:justify;">Lembrando que para acessar os sites do Banco do Brasil é recomendável instalar o plugin Java e desinstalar o openJDK, eles conflituam entre si e o Firefox não ajuda muito quando tem que escolher entre um e outro&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/linux-tecnologia/'>Linux</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/tutoriais-e-dicas/'>Tutoriais e Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/computacao/'>computação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/favoritos/'>favoritos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/instalacao/'>instalação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/linux/'>linux</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/opensuse/'>opensuse</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/tutorial/'>tutorial</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/766/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/766/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=766&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Download Opensuse 12.1</media:title>
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			<media:title type="html">novos e empolgantes recursos</media:title>
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			<media:title type="html">gerenciador</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Os Irmãos Karamosuchia: Um breve safári pelo Cretáceo de Gonduana</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[candidodon]]></category>
		<category><![CDATA[CARVALHO & BERTINI]]></category>
		<category><![CDATA[crocodilomorpha]]></category>
		<category><![CDATA[Madagascar]]></category>
		<category><![CDATA[notosuchia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[De que adianta uma monografia se ela vai para a estante da biblioteca? Este post é um resumo dos principais elementos da minha monografia que descreveu um pequeno conjunto de dentes da Formação Alcântara. O trabalho foi publicado em um resumo e está nas referências para quem se interessar. Espero que gostem Os Notosuchia Notosuchia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=711&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">De que adianta uma monografia se ela vai para a estante da biblioteca? Este post é um resumo dos principais elementos da minha monografia que descreveu um pequeno conjunto de dentes da Formação Alcântara. O trabalho foi publicado em um resumo e está nas referências para quem se interessar. Espero que gostem <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</blockquote>
<h1>Os <a class="zem_slink" title="Notosuchia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Notosuchia" rel="wikipedia">Notosuchia</a></h1>
<p style="text-align:justify;">Notosuchia é um grupo extinto de crocodilos. O que os torna especialmente interessantes são suas disparidades, estese destaca por:</p>
<ul>
<li style="text-align:justify;">São animais exclusivamente terrestres, bem diferentes dos atuais que são aquáticos.</li>
<li style="text-align:justify;">Possuem uma postura ereta, andando de cabeça erguida e com as patas viradas para frente em vez de pros lados.</li>
<li style="text-align:justify;">O focinho curto os tornam animais de uma mordida forte. A maioria dos crocodilos atuais tem a cara comprida, embora mordam com força também.</li>
<li style="text-align:justify;">Possuem dentes especializados de acordo com a localização na boca e com a dieta. Isso é bastante incomum em Crocodilos, tanto atuais quanto fósseis.</li>
</ul>
<div id="attachment_712" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/anatosuchus.png"><img class="size-full wp-image-712  " title="Anatosuchus" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/anatosuchus.png?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Araripesuchus wegeneri Buffetaut, 1981. Ilustração representando como seria em vida. Adaptado de Sereno &amp; Larsson (2009).</p></div>
<p><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">Esse focinho curto dos Notosuchia é conhecido como o <em>Rostrum</em> <em>Curto</em> na literatura. Por que ele é um indicativo de força de mordida? O que dói mais, a mordida de um doberman ou a de um buldogue? O Buldogue tem um focinho mais curto que o do doberman justamente para ter uma força de mordida maior. A boca, a nossa inclusa, é como um alicate onde os dentes de trás exercem uma pressão maior que os da frente. Ter uma &#8220;cara curta&#8221; é uma forma de ter alta pressão de mordida em toda a boca. Isso é útil para quem mastiga coisas duras como ossos e raízes.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Paleobiogeografia</h2>
<p style="text-align:justify;">Os Notosuchia são considerados animais típicos do hemisfério sul. Existiram durante o Cretáceo quando Pangeia se dividiu em duas: Gonduana ao sul e Laurásia ao norte. Logo, o território dos Notosuchia era basicamente Gonduana.</p>
<div id="attachment_713" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/mapa.png"><img class="size-full wp-image-713  " title="Mapa Cretáceo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/mapa.png?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Distribuição dos continentes durante o Cretáceo Inferior. (NATURAL HISTORY MUSEUM, 2007)</p></div>
<p style="text-align:justify;">Gonduana naquela época era formada pela união do que hoje chamamos de África, América do Sul, Madagascar, Índia, Austrália e Antártica. Era um continente imenso e ocupado por grandes regiões áridas. Falando nisso, os Notosuchia são frequentemente associados com climas áridos e semiáridos em regiões que sofrem estiagem severa e chuvas torrenciais sazonalmente. Alguns autores apontam que as variações tão drásticas ao longo do ano foram um fator para a diversificação do grupo.</p>
<p style="text-align:justify;">Graças a esta distribuição paleobiogeográfica os Notosuchia são encontrados em bacias do Brasil como Bauru, Araripe e <a class="zem_slink" title="São Luís, Maranhão" href="http://en.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Lu%C3%ADs%2C_Maranh%C3%A3o" rel="wikipedia">São Luís</a>-Grajaú além da África, Bolívia, Argentina e Uruguai.</p>
<h2>Teoria de Distribuição</h2>
<p style="text-align:justify;">Alguns gêneros de Notossuquídeos podem ser encontrados tanto no Brasil quanto na África. Além disto, as espécies são parecidas entre os continentes e filogeneticamente próximas, portanto, devem ter ocorrido alguma forma de migração entre os dois (CARVALHO &amp; BERTINI, 1999; CARVALHO &amp; BERTINI, 2000).</p>
<p style="text-align:justify;">Isso seria possível pois a separação entre Brasil e África só ocorreu mesmo durante o Albiano (fim do Cretáceo Inferior). Então existe a possibilidade de terem migrado entre Brasil e África.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, uma espécie chamada <em>Chimaerasuchus</em> paradoxus pode ser encontrada na China (Laurásia, Hemisfério Norte). Então fica a questão: ou <em>C. paradoxus</em> não é um Notosuchia afinal (muito improvável a essa altura) ou ele é um Notosuchia e uma prova de que o grupo já existia antes da separação de Pangeia, logo, teriam tido tempo de se espalhar bem antes da separação dos continentes (ANDRADE, 2005; FIORELLI &amp; CALVO, 2008; POL; CLARK &amp; CHIAPPE, 2004; WU &amp; SUES, 1996; ZAHER et al., 2006).</p>
<p style="text-align:justify;">Então, vamos a uma breve lista de Notossuquídeos e onde foram encontrados:</p>
<table width="500" border="0" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td align="center" valign="top"><strong> América do Sul</strong></td>
<td align="center" valign="top"><strong>África e Madagascar</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<ul>
<li>Formação Santana (Aptiano-Albiano, Bacia do Araripe,<br />
Brasil)</p>
<ul>
<li><em>Araripesuchus gomesii</em> Price, 1959</li>
<li><em><a class="zem_slink" title="Caririsuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Caririsuchus" rel="wikipedia">Caririsuchus</a> camposi</em> Kellner, 1987</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Rio Colorado e Formação Bajo de la Carpa<br />
(Santoniano &#8211; Província <a class="zem_slink" title="Neuquén, Argentina" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neuqu%C3%A9n%2C_Argentina" rel="wikipedia">Neuquén, Argentina</a>)</p>
<ul>
<li><em><a class="zem_slink" title="Notosuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Notosuchus" rel="wikipedia">Notosuchus terrestris</a></em> Woodward, 1896</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Itapecuru (Aptiano-Albiano, Bacia do Parnaíba,<br />
Brasil)</p>
<ul>
<li><em>Candidodon itapecuruense</em> Carvalho &amp; Campos,<br />
1986</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Guichón (Bacia Litoral, Uruguai)
<ul>
<li><em>Uruguaysuchus aznarezi</em> Rusconi, 1933</li>
<li><em>Uruguaysuchus terrai</em> Rusconi, 1933</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Cajones (Turoniano-Santoniano &#8211; Bolívia)
<ul>
<li><em>Yacarerani boliviensis</em> Novas et al. 2009</li>
</ul>
</li>
<li>Formação <a class="zem_slink" title="Limay River" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Limay_River" rel="wikipedia">Rio Limay</a> (Bacia Neuquén, Argentina)
<ul>
<li><em><a class="zem_slink" title="Araripesuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Araripesuchus" rel="wikipedia">Araripesuchus patagonicus</a></em> Ortega et al., 2000</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Adamantina (Bacia Bauru, Brasil)
<ul>
<li><em><a class="zem_slink" title="Mariliasuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mariliasuchus" rel="wikipedia">Mariliasuchus</a> amarali</em> Carvalho &amp; Bertini,<br />
1990 (Coniacino-Maastrichtiano)</li>
<li><em>Mariliasuchus robustos</em> Nobre et al., 2007<br />
(Turoniano-Santoniano)</li>
<li><em>Morrinhosuchus luizae</em> Iori &amp; Carvalho, 2009<br />
(Turoniano-Santoniano)</li>
<li><em>Adamantinasuchus navae</em> Nobre &amp; Carvalho, 2006<br />
(Turoniano-Santoniano)</li>
</ul>
</li>
</ul>
</td>
<td valign="top">
<ul>
<li>Formação Galula (Bacia Rukma Rift, Tanzânia)
<ul>
<li><em>Pakasuchus kapilimai</em> O&#8217;Connor et al. 2010 (Médio<br />
Cretáceo)</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Elrhaz (Aptiano-Albiano &#8211; República do Níger)
<ul>
<li><em><a class="zem_slink" title="Anatosuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anatosuchus" rel="wikipedia">Anatosuchus minor</a></em> Sereno et al., 2003</li>
<li><em>Araripesuchus wegeneri</em> Buffetaut, 1981</li>
</ul>
</li>
<li>Beds Caronga (Cretáceo Inferior, Malauí)
<ul>
<li><em>Malawisuchus mwakasingutiensis</em> Gomani, 1997</li>
</ul>
</li>
<li>Depósitos de Kem Kem (Marrocos)
<ul>
<li><em><a class="zem_slink" title="Araripesuchus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Araripesuchus" rel="wikipedia">Araripesuchus rattoides</a></em> Sereno &amp; Larsson,<br />
2009 (Cenomaniano)</li>
</ul>
</li>
<li>Formação Maevarano (Cretáceo Superior, Madagascar)
<ul>
<li><em>Simosuchus clarki</em> Buckley et al. 2000</li>
</ul>
</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Notaram como é todo mundo tem o mesmo nome? É que <em>suchus</em> é uma referência a uma divindade egípcia que também era um crocodilo e por acaso é uma palavra grega para este animal. Por isso é comum que nomes científicos de crocodilo terminem assim.</p>
</blockquote>
<h2>Filogenética</h2>
<p style="text-align:justify;">Para quem não conhece a filogenética é o estudo das relações entre especies e sua origem. Diferentemente da classificação tradicional em Reinos, Filos, Famílias e etc que é baseada em semelhanças a Filogenética é baseada nos resultados da evolução e especiação. A filogenia dos Notosuchia é bastante bagunçada. Como eles existiam em regiões muito diferentes e distantes, cada um desenvolveu uma solução quanto a alimentação e aparência, embora sigam um plano geralmente reconhecível.</p>
<div id="attachment_714" class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/filogenia.jpg"><img class="size-full wp-image-714  " title="Filogenia dos Notosuchia" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/filogenia.jpg?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Filogenia dos Notosuchia. Apesar de não ter gêneros recentes como Pakasuchus e Yacarenani, escolhi esta análise por ser uma das mais completas. Adaptado de Fiorelli &amp; Calvo (2008).</p></div>
<p style="text-align:justify;">Por exemplo, <em>Candidodon</em> <em>itapecuruense</em> foi classificado inicialmente como um mamífero do Cretáceo devido a forma de seus dentes que mais parecem de tricodontes do que de crocodilo. <em>Notosuchus</em> <em>terrestris</em> é outro que tem curiosidades em sua aparência como um nariz grande e bochechas. Mas a dentição é o maior critério para avaliar a diversidade dos Notosuchia (KELLNER et al., 2009). Embora todos apresentem hetorodontia, cada um tem sua própria heterodontia. Apesar disto, tudo indica que o grupo é monofilético, ou seja, todos tem um ancestral em comum (FIORELLI &amp; CALVO, 2008).</p>
<p style="text-align:justify;">É bom ressaltar que heterodontia característica rara porém não única dos Notosuchia. Ela também está presente em <em>Edentosuchus</em> <em>tienshanesis</em> (POL; CLARK &amp; CHIAPPE, 2004) que não faz parte do grupo e também é um tipo de crocodilo (um Protosuchia). Portanto heterodontia de crocodilos é uma curiosidade, mas não é uma garantia de que seja um Notosuchia.</p>
<h2>Diversidade da Dentição</h2>
<p style="text-align:justify;">Vejamos agora os diversos &#8220;modelos de dentadura&#8221; disponíveis para Notosuchia. Isto permite organizá-los em grupos pela forma dos dentes molariformes que não significam muito em termos filogenéticos, mas tem implicações paleoecológicas:</p>
<table width="500" border="0" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><strong>Dentes de Luva</strong><br />
São os dentes de <em>Simosuchus clarki</em>, <em>Uruguaysuchus terrai</em> e <em>U. aznarezi</em>. Têm a aparência de uma mão com luvas. Possuem cúspides em fila única.</td>
<td align="center" valign="middle"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/simo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-715" title="simo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/simo.jpg?w=600" alt=""  /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="middle"><strong>Dentes de Crista</strong><br />
São dentes de <em>Yacarenani boliviensis</em> e <em>Chimaerasuchus paradoxus</em>. Notem que um é chinês e o outro é boliviano! Possuem uma série de cúspides como os de <em>Simosuchus</em>, mas em fileiras triplas o que lhe dá uma aparência bem jurássica!</td>
<td align="center" valign="middle"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/yacarenani.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-716" title="yacarenani" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/yacarenani.jpg?w=600" alt=""  /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="middle"><strong>Dentes de Ciranda</strong><br />
São encontrados em <em>Candidodon</em> <em>itapecuruense</em> e <em>Malawishuchus mawakasyungutiensis</em> (ufa!). Estes são uma versão simplificada do anterior. O dente possui uma única cúspide principal que é cercada de cúspides menores (estilares) pelos flancos.</td>
<td align="center" valign="middle"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/candidon.png"><img class="alignnone size-full wp-image-717" title="candidon" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/candidon.png?w=600" alt=""  /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Para quem não está acostumado com a terminologia, aqui está uma dica interessante. Notaram como chamei o dente de molariforme e não de molar? É que os nomes <strong>molar,</strong> <strong>incisivo</strong> e <strong>canino</strong> foram criados por anatomistas de mamíferos e para mamíferos. Quando se encontra algo parecido em outros grupos eles são chamados de <strong>molariforme,</strong> <strong>incisiviforme</strong> e <strong>caniniforme.</strong> Já as cúspides são simplesmente as cristas dos dentes, como as que os nossos molares têm.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Além da forma dos molariformes algumas características interessantes podem ser encontradas em alguns grupos. Por exemplo, pouco se sabe sobre a dieta dos Notosuchia (ou se sabia), como os crocodilos atuais são carnívoros e a maioria dos crocodilos fósseis também então se supôs que os Notosuchia também seriam. Vejamos isso com calma.</p>
<p style="text-align:justify;">A zifodontia é a principal característica usada para definir se um animal é carnívoro ou não tendo por base a dentição. Um legítimo zifodonte possui serras nas laterais dos dentes que tornam os molariformes fatiadores de carne afiados. Um exemplo de Notosuchia com zifodontia é <em>Notosuchus terrestris</em> e de <em>Araripesuchus wegeneri</em>.</p>
<div id="attachment_718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/zifo.png"><img class="size-full wp-image-718   " title="Zifodontia" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/zifo.png?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Zifodontia de Notosuchus terrestris. Adaptado de Fiorelli &amp; Calvo, (2008).</p></div>
<p>Porém existem os Falsos Zifodontes. Estes possuem ondulações no esmalte dos dentes que os tornam semelhantes aos Zifodontes.</p>
<div id="attachment_719" class="wp-caption aligncenter" style="width: 291px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/pseudo.jpg"><img class="size-full wp-image-719  " title="Falsa Zifodontia" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/pseudo.jpg?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Falsa Zifodontia de Asiatosuchus. Adaptado de Andrade &amp; Bertini (2005).</p></div>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, em <em>Mariliasuchus,</em> foi descrita uma condição dita Zifomorfia (ANDRADE &amp; BERTINI, 2005). Ela foi encontrada nos molariformes, o que por si só é estranho, e inicialmente fora confundida com Falsa Zifodontia. Na Zifomorfia surgem pequenas bolotas nas laterais dos dentes. Elas são boas para esmagar e não para cortar como na zifomorfia.</p>
<div id="attachment_720" class="wp-caption aligncenter" style="width: 220px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/zmorf.jpg"><img class="size-full wp-image-720 " title="Zifomorfia" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/zmorf.jpg?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Zifomorfia de Mariliasuchus amarali. Adaptado de Andrade &amp; Bertini (2005).</p></div>
<p style="text-align:justify;">Então Notosuchus é carnívoro e <em>Mariliasuchus</em> quebrava caranguejo no dente? Cedo demais para conclusões, prossigamos.</p>
<h2>Paleoecologia</h2>
<p style="text-align:justify;">A diversidade de dentições dos Notosuchia sugere uma diversidade em sua dieta, logo, também ocupariam nichos ecológicos diferentes. O que é mais interessante é que sua diversidade de espécies e paleoecológica é imensa e comparável com a dos mamíferos em Laurásia. Alias, isto é muito mais enrolado do que parece. Enquanto em Laurásia os mamíferos se diversificaram e prosperaram em Gonduana parece que não sairão muito de onde estavam antes da fragmentação de Pangeia.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo indica que os Notosuchia em Gonduana se diversificaram e ocuparam os nichos ecológicos que seriam dos mamíferos neste continente. Isso explicaria a diversidade de mamíferos em Laurásia e a raridade dos mesmos em Gonduana (O&#8217;CONNOR et al. 2010).</p>
<p style="text-align:justify;">As especializações de dentes sugerem uma outra coisa. Dentes especializados não servem para nada se você só pode abrir ou fechar a boca. Os gatos por exemplo, a boca de um felino só move para cima e para baixo e notem que os dentes deles são praticamente idênticos em toda a boca.</p>
<p style="text-align:justify;">Algo que torna os humanos tão versáteis na hora de se alimentar é a capacidade de mover a mandíbula para todo lado. Isto nos permite mascar chiclete, descascar coco com os dentes e fazer caretas. Os Notosuchia faziam as caretas pelo menos. Eles eram capazes de realizar movimentos Propalinais. Isto é o equivalente a mover a mandíbula para frente e para trás. Um exemplo atual disto é o <em>Sphenodon</em>, um bichinho que nada tem haver com os Notosuchia (alias, é mais antigo que eles) e que existe até hoje na Nova Zelândia.</p>
<div id="attachment_721" class="wp-caption aligncenter" style="width: 304px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/sphenodon.png"><img class="size-full wp-image-721  " title="Sphenodon sp." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/sphenodon.png?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Movimentos propalinais em Sphenodon punctatus Gray, 1842. Adaptado de Gorniak; Rosenberg; Gans (1982).</p></div>
<p style="text-align:justify;">Os movimentos propalinais, assim como qualquer forma de mastigação, causam marcas e desgastes nos dentes bem características. Com estas marcas podemos avaliar quais Notosuchia realmente mastigavam comida. Por acaso, a maioria deles possuem vestígios de desgastes nos dentes e a sofisticação dos dentes molariformes que vimos antes são um indicativo de movimento propalinal também (GORNIAK; ROSENBERG; GANS, 1982). Isso porque os dentes de trás da boca só tem alguma utilidade para quem mastiga, quem só pode abrir e fechar a boca tem que investir nos da frente.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como tudo isso se encaixa? O <em>rostrum</em> <em>curto,</em> por exemplo, é uma característica de animais herbívoros e carniceiros (BUSBEY, 1995). Herbívoros porque mastigar planta não é fácil e Carniceiros porque este tipo de animal geralmente quebra ossos para comer tutano, algo parecido com o que os cachorros fazem hoje em dia roendo ossos com os dentes de trás.</p>
<p style="text-align:justify;">A complexidade dos dentes molariformes também é um indicativo de dieta herbívora. Como comprovar? Pelo cocô. Os &#8220;cocores&#8221; fossilizados são chamados coprólitos e dão dicas sobre o que o bicho comia. <em>Mariliasuchus</em> <em>amarali</em> tem traços de uma dieta carnívora e herbívora em seus coprólitos (NOBRE et al. 2008). Combinando isso com a sua zifomorfia, temos fortes indícios de uma animal onívoro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Notosuchus terrestris</em> é outro que evidencia a diversidade do grupo. Ele possui traços de bochechas o que indica que mastigava comida com calma (FIORELLI &amp; CALVO, 2008). Outra curiosidade é um pescoço forte e um focinho de porco. Para que? Uma coisa que os suínos fazem atualmente é fuçar a terra em busca de brotos e raízes. Será que<em> N. terrestris</em> era fã de beterraba? Talvez não porque beterraba não existia, mas outras plantas com raízes ou caules subterrâneos eram candidatas para o lanche da tarde.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro Notosuchia com estranhos hábitos à mesa era o <em>Pakasuchus</em> <em>kapilimai.</em> Era pequeno e tudo indica que tinha os hábitos de um pequeno mamífero insetívoro. Interessante não? Pelo visto, junto com <em>N. terrestris</em> ele é mais uma evidência de convergência de comportamentos com os mamíferos (BONAPARTE, 1991).</p>
<h1>Referências Consultadas</h1>
<ul>
<li>ANDRADE, M .B. Revisão sistemática e taxonômica dos Notosuchia (Metasuchia, Crocodylomorpha). 239p. Dissertação (Mestrado em Geologia Regional) &#8211; Programa de Pós-Graduação em Geologia Regional, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2005.</li>
<li>ANDRADE, M. B.; BERTINI, R. J. Morphology of the dental carinae in Mariliasuchus amarali (Metasuchia) and the pattern variation among fossil Crocodylomorpha, In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PALEONTOLOGIA DE VERTEBRADOS, 2., 2005, Rio de Janeiro. Resumos&#8230; Rio de Janeiro: Museu Nacional / Universidade Federal do Rio de Janeiro. p.25.</li>
<li>BONAPARTE, J. F. Los vertebrados fósiles de la Formación Río Colorado, de la Ciudad de neuquén y cecanías, Cretáceio Superior. Revista del Museo Argentino de Paleontología &#8220;Bernardino Rivadavia&#8221; &#8211; Paleontologia, Argentina, , v.4, p,17-123, 1991.</li>
<li>BUSBEY, A. B. The structural consequences of skull flattening in crocodilians. In: Thomason, J. J. (ed.), Functional Morphology in Vertebrate Paleontology. Cambrige University Press, New York, USA, p.173-192. 1995.</li>
<li>CARVALHO, I. S.; BERTINI, R. J. Mariliasuchus: um novo Crocodylomorpha (Notosuchia) do Cretáceo da Bacia Bauru, Brasil. Geología Colombiana, v.24, p.83-105. 1999.</li>
<li>CARVALHO, I. S. &amp; BERTINI, R. J. Contexto geológico dos notossúquios (Crocodylomorpha) cretácicos do Brasil. Revista Geologia Colombiana, Colômbia, n. 25, p. 163-184. Dez. 2000.</li>
<li>CARVALHO, I. S. &amp; BERTINI, R. J. Contexto geológico dos notossúquios (Crocodylomorpha) cretácicos do Brasil. Revista Geologia Colombiana, Colômbia, n. 25, p. 163-184. Dez. 2000.</li>
<li>GORNIAK, C. G.; ROSENBERG, H. I. GANS, C. Mastication in the Tuatara, Sphenodon punctatus (Reptilia: Rhynchocephalia): Structure and Activity of the Motor System. Journal of Morphology, v.171, p.321-353. 1982.</li>
<li>KELLNER, A. W. A.; PINHEIRO, A. E. P.; AZEVEDO, S. A. K.; HENRIQUES, D. D. R.; DE CARVALHO, L. B.; OLIVEIRA, G. R. A new crocodyliform from the Alcântara Formation (Cenomanian), Cajual Island, Brazil. Zootaxa, p. 49–58, Mar. 2009. ISSN 1175-5334</li>
<li>NOBRE, H. N.; CARVALHO, I. S.; VASCONCELLOS, F. M.; SOUTO, P. R. Feeding behavior of the Gondwanic Crocodylomorpha Mariliasuchus amarali from the Upper Cretaceous Bauru Basin, Brazil. Gondwana Research, V. 13, P. 139-145, Jan. 2008. doi:10.1016/j.gr.2007.08.002</li>
<li>O&#8217;CONNOR, P. M.; SERTICH, J. J. W.; STEVENS, J. N. ROBERTS, E. M. GOTTFRIED, M. D.; HIERONYMUS, T. L.; JINNAH, Z. A.; RIDGELY, R.; NGASALA, S. E.; TEMPA, J. The evolution of mammal-like crocodyliforms in the Cretaceous Period of Gondwana. Nature, v. 466, p.748-751. Ago. 2010.</li>
<li>POL, D.; JI, S.; CLARK, J. M.; CHIAPPE, L. M. Basal crocodyliforms from the Lower Cretaceous Tugulu Group (Xinjiang, China), and the phylogenetic position of Edentosuchus. Cretaceous Research, V. 25, P. 603-622, Ago. 2004. doi:10.1016/j.cretres.2004.05.002</li>
<li>SANTOS, B. R. C.; MEDEIROS, M. A. A.; CARVALHO, I. S.; SANTOS, R. A. B. <a href="https://docs.google.com/open?id=0Bx2_tIZv9_VZMmMyZjkwMjEtZmQ0MS00Zjc0LTgxZDUtZTFiY2M0N2QzNjJk">Dentes de Candidodon itapecuruense da Ilha do Cajual (Formação Alcântara), Cretáceo do Maranhão</a>. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PALEONTOLOGIA, 22, Natal, 2011. ATAS, Natal, Sociedade Brasileira de Paleontologia.</li>
<li>SERENO, P.; LARSSON, H. C. E. Cretaceous Crocodyliforms from the Sahara. ZooKeys, v.28, p.1–143, Nov. 2009. doi: 10.3897/zookeys.28.325</li>
<li>WU, X. -C.; SUES, H. -D. Anatomy and phylogenetic relationships of Chimaerasuchus paradoxus, an unusual crocodyliform reltile from the lower Cretaceous of hubei, China. Journal of Vertabrate Paleontology, v. 16, p. 688-702, 1996.</li>
<li>ZAHER, H.; POL, D.; CARVALHO, A. B.; RICOMNI, C.; CAMPOS, D.; NAVA, W. Redescription of the cranial morphology of Mariliasuchus amarali, and its phylogenetic affinities (Crocodyliformes, Notosuchia). American Museum Novitates, v.3512, p.1-40, 2006.</li>
</ul>
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			<media:title type="html">Mapa Cretáceo</media:title>
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			<media:title type="html">Filogenia dos Notosuchia</media:title>
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			<media:title type="html">simo</media:title>
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			<media:title type="html">Falsa Zifodontia</media:title>
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			<media:title type="html">Zifomorfia</media:title>
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			<media:title type="html">Sphenodon sp.</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>VOL: Defesa pessoal com o GPG, Nautilus Scripts, partições encriptadas e leves doses de paranoia</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 23:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais e Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[No Viva o Linux by eu: Dia desses, especificamente semana passada, imaginei o que seria de mim se meu notebook fosse roubado. Além do prejuízo e de ser meu único computador, me preocupa o fato de ter dados sensíveis nele. Além dos tradicionais cookies existem minhas senhas de email, históricos, arquivos pessoais e no caso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=745&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="zemanta-img">
<div class="wp-caption alignright" style="width: 169px"><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/File:Tux.svg"><img title="Tux, the Linux penguin" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/35/Tux.svg/300px-Tux.svg.png" alt="Tux, the Linux penguin" width="159" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Image via Wikipedia</p></div>
</div>
<p style="text-align:justify;">No <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Defesa-pessoal-com-o-GPG-Nautilus-Scripts-particoes-encriptadas-e-leves-doses-de-paranoia/">Viva o Linux</a> by eu:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Dia desses, especificamente semana passada, imaginei o que seria de mim se meu notebook fosse roubado. Além do prejuízo e de ser meu único computador, me preocupa o fato de ter dados sensíveis nele. Além dos tradicionais cookies existem minhas senhas de email, históricos, arquivos pessoais e no caso de quem não tem impressora, mas é fã de PDF e TXTs, muitos dados pessoais diversos. Isso pode ser especialmente preocupante se documentos digitais são carregados com você.</p>
<p style="text-align:justify;">Partindo de minhas novas preocupações com segurança, decidi pesquisar e implementar o máximo possível de soluções. Foquei em coisas práticas e fáceis de manter, pois odeio me prender a aplicativos ou formatos específicos (proprietários geralmente).</p>
<p style="text-align:justify;">As soluções aqui apresentadas foram testadas em um ambiente Gnome rodando em openSUSE 11.4. Busquei focar em ferramentas padrão do mundo Gnu/Linux e do respectivo ambiente. O que apresento a seguir é um guia prático de segurança pessoal para desktop/notebooks.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma curiosidade do mundo da informática é que a internet e os computadores foram criados e um ambiente totalmente seguro e os dados que circulavam por ela estavam ali para serem livremente distribuídos. Falo dos primeiros computadores que controlavam mísseis (seguros localmente) e das primeiras páginas da Web que eram impalatáveis artigos acadêmicos (seguros &#8220;psicologicamente&#8221;).</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme a tecnologia ficou acessível para nós e para empresas surgiu a preocupação com segurança de dados. Até hoje os sistemas de segurança em TI são algo desenvolvido a parte pois o sistema em si é naturalmente inseguro em nome da praticidade, os velhos arquivos de senha do Windows que o digam.</p>
<p style="text-align:justify;">Como <em>Carlos Morimoto</em> costumava dizer no GDH: &#8220;não existe segurança local&#8221;. Se seu computador for roubado, conforme-se, os dados estão na mão de quem pegou. Senhas do Windows, se existirem, são recuperáveis com aplicativos do Baixaki. E para quem usa Linux e nunca ouviu falar nos truques de recuperação de senha envolvendo Live-CDs: sinto muito&#8230; Felizmente existe uma forma de ao menos proteger os seus dados contra intrusos domésticos, como o seu cunhado, contras crackers desocupados na web e &#8220;pessoas que encontram coisas nas mãos dos outros&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A encriptação é um processo fantástico que transforma uma informação qualquer em algo ilegível. Curiosamente a origem dos computadores modernos está ligada a isso e o próprio processo é mais antigo que a informática. Os romanos usavam códigos e truques bem primários para comunicação entre os militares como mensagens escritas em código, alfabetos trocados e coisas mais sofisticadas de vez em quando como ocultação química (tintas invisíveis). Algumas destas técnicas estão mais para esteganografia, que é esconder a mensagem, enquanto que criptografia é esconder o significado. Uma boa prática de segurança é usar as duas!</p>
</blockquote>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">Tux, the Linux penguin</media:title>
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		<title>Atletas de fim de semana e imunidade</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/09/19/atletas-de-fim-de-semana-e-imunidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 23:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[plosone]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é daqueles que gostam de praticar exercícios de vem em quando? Aquele futebol no fim de semana (seguido de um Cervejão), aquelas caminhadas saudáveis uma vez por semana. Saiba que isso é inútil para se manter em forma, pode até ser perigoso. Por exemplo, os famosos atletas de final de semana possuem menos resistência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=739&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Você é daqueles que gostam de praticar exercícios de vem em quando? Aquele futebol no fim de semana (seguido de um Cervejão), aquelas caminhadas saudáveis uma vez por semana. Saiba que isso é inútil para se manter em forma, pode até ser perigoso. Por exemplo, os famosos atletas de final de semana possuem menos resistência física e podem sofrer efeitos colaterais pois esse tipo de coisa sobre carrega o coração. Mas se faltavam motivos para procurar atividade física o <a title="InkFish: How Much Exercise Harms Your Immune System?" href="http://inkfish.fieldofscience.com/2011/09/how-much-exercise-harms-your-immune.html">Inkfish</a> acaba de nos dar um.</p>
<div id="attachment_740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/sumolego.jpg"><img class="size-full wp-image-740" title="sumoLego" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/09/sumolego.jpg?w=600" alt="Lego Sumô"   /></a><p class="wp-caption-text">Sumô conta, né?</p></div>
<p style="text-align:justify;">Pesquisadores recentemente decidiram fazer um teste e ver quais são os efeitos dos diferentes tipos de atividade física. Eles fizeram dois grupos de testes. O primeiro foi submetido a &#8220;Atividade Física Aguda&#8221;. Isso seria como o futebol no <a href="http://saude-joni.blogspot.com/2010/07/atletas-de-fim-de-semana.html">fim de semana</a>, uma atividade física exaustiva em um intervalo de tempo grande e praticada de forma inconstante. O segundo grupo ficou com a &#8220;Atividade Física Crônica&#8221; que seria a atividade física regular que os profissionais tanto recomendam. Ambos os membros de cada grupo eram homens originalmente sedentários.</p>
<p style="text-align:justify;">O experimento é bem simples e por isso revelador. O grupo do Fim de Semana ficou fazendo só atividade aguda durante dois meses. O da Academia ficou praticando atividade moderada 5 dias por semana por dois meses e depois foram colocados junto com o grupo anterior por mais dois meses para comparações.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Resultados</h1>
<p style="text-align:justify;">O grupo que fez atividade física moderada perdeu peso, melhorou a pressão sanguínea, batimentos cardíacos mais lentos e maior resistência física. Além disto, os neutrófilos (parte das células responsáveis pela imunidade) aumentaram em quantidade e tornaram-se mais longevas. Mesmo depois que pararam com a prática regular e foram para a atividade aguda continuaram mantendo as células mais saudáveis e melhor resistência física do que antes. Já o grupo que só fez atividade aguda continuou gordo e preguiçoso. Para piorar a situação deles, foi percebida uma maior morte de neutrófilos, um possível sinal de enfraquecimento do sistema imune.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das coisas que destroem as células brancas são moléculas com potencial oxidativo que ficam soltas no corpo destruindo o que tocam. A atividade física aguda aumentou a quantidade de oxigênio reativo enquanto a atividade física regular reduz sua concentração. Além disto essas substâncias estão ligadas ao envelhecimento.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Resumo da Ópera</h1>
<p style="text-align:justify;">Pratica de atividade física constante e regular é importante para a saúde do coração, sangue <strong>E</strong> sistema imune. Agora procure fazer aquela caminhada todo o dia.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Para quem se interessar, sugiro um leitura tanto no texto do Inkfish quanto no artigo original. Alias, surgiu discussão interessante lá com outro trabalho, desta vez apontando que as plaquetas também melhoram a coagulação do sangue em condições de atividade física regular.</p>
<p style="text-align:justify;">Syu, G., Chen, H., &amp; Jen, C. (2011). Severe Exercise and Exercise Training Exert Opposite Effects on Human Neutrophil Apoptosis via Altering the Redox Status PLoS ONE, 6 (9) DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0024385">10.1371/journal.pone.0024385</a></p>
</blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/atividade-fisica/'>atividade física</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/imunidade/'>imunidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/plosone/'>plosone</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/saude/'>saúde</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/739/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=739&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">sumoLego</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Usando o Grsync e Rsync para Backup e Sincronização</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/08/25/usando-o-grsync-para-backup-e-sincronizacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 23:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais e Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[cli]]></category>
		<category><![CDATA[Dropbox]]></category>
		<category><![CDATA[grsync]]></category>
		<category><![CDATA[rsync]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando ganhei comprei meu primeiro pendrive uma das coisas que prometi a mim mesmo foi usá-lo apenas para transportar arquivos temporariamente. Minha intenção com isso era não me transformar em mais um maluco com milhões de arquivos dentro da raiz ocupando espaço e quando perdesse o pendrive por vírus ou por roubo &#8220;recuperação alheia não-voluntária&#8221; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=575&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Quando <del>ganhei</del> comprei meu primeiro pendrive uma das coisas que prometi a mim mesmo foi usá-lo apenas para transportar arquivos temporariamente. Minha intenção com isso era não me transformar em mais um maluco com milhões de arquivos dentro da raiz ocupando espaço e quando perdesse o pendrive por vírus ou por <del>roubo</del> &#8220;recuperação alheia não-voluntária&#8221; não ficasse chorando por aí: &#8220;Perdi minha monografia, mimimimi&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, usar o pendrive como um disquete (me senti com 100 anos agora) é uma tremenda burrice. Mover vários arquivos de projetos comigo era bem mais produtivo, mas tinha seus problemas. A cada modificação que eu fazia no pendrive, ao chegar em casa, tinha que caçar o arquivo modificado e copiá-lo para a mesma pasta no computador. Outra coisa era quando eu trabalhava no pc e tinha que mandar os arquivos modificados para o pendrive. Tinha horas que era mais fácil formatar o pendrive e copiar tudo novamente do que ficar copiando e colando arquivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Felizmente para nós existe uma ferramenta que faz esse servicinho canalha. O rsync é um comando do Linux que é usado para sincronizar arquivos entre servidores. Uma de suas principais funções é facilitar o trabalho de webdesigners ao editar o site em seus computadores e enviá-los para a web. Sua função original é permitir que servidores espelho tenham sempre os mesmos arquivos nos mínimos detalhes. O rsync é bem simples de usar e pode ser usado localmente ou online para sincronizar arquivos. O resultado final é bastante semelhante ao obtido por quem usa o aplicativo do <a class="zem_slink" title="Dropbox" href="http://www.crunchbase.com/company/dropbox" rel="crunchbase">Dropbox</a>, só que aqui usaremos para sincronizar pastas locais mesmo.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Usando o rsync</h1>
<p style="text-align:justify;">Caso eu não tenha mencionado antes, o <a class="zem_slink" title="Rsync" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rsync" rel="wikipedia">Rsync</a> é uma ferramenta de console. Teremos que escrever comandos de terminal para usá-lo, mesmo assim ele é bem simples. Uma curiosidade do rsync é que além de permitir a sincronização ele também é uma ferramenta de backup, é só uma questão de como você usa. E para mim é uma ferramenta de bacukp bastante eficiente.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa legal do rsync é que ele é mais que uma ferramenta que busca os arquivos mais recentes, copia e cola. Ele também analisa os arquivos que vai copiar. Isso permite que ele avalie o quão modificado o arquivo foi. Para que? Ele simplesmente evita copiar arquivos completos, ele copia apenas as partes do arquivo que foram modificadas e faz &#8220;enxertos&#8221;. Isso faz com que a sincronização seja muito mais rápida. Para nossos arquivos no pendrive talvez a diferença seja pequena, mas para 10gb de arquivos .rpm em um repositório Linux isso pode poupar algumas horas de vida.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Sintaxe:</h2>
<p style="text-align:justify;">A sintaxe de comandos do rsync é bem simples. O básico é:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync &#8211;opções /origem /destino</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Existe uma coisa importante aqui. Há uma diferença entre &#8220;/origem&#8221; e &#8220;/origem/&#8221;. Enquanto o primeiro significa &#8220;copie a pasta&#8221; o segundo significa &#8220;copie o conteúdo da pasta&#8221;. Se você usar /origem a pasta de origem e todo seu conteúdo será copiado pelo rsync. Com a outra opção, apenas o conteúdo daquela pasta específica. A primeira opção pode ser usada para sincronizar várias pastas de uma vez. A segunda permite que a pasta de destino tenha um nome diferente da de origem, útil para backups.</p>
<p style="text-align:justify;">As opções é que são o grande lance para você personalizar o rsync. Aqui tem uma lista das opções básicas:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>-v: aumenta a &#8220;verbosidade&#8221;. Simplesmente faz o rsync relatar detalhadamente o que está fazendo.</li>
<li>-q: o cale a boca faz o rsync trabalhar caladinho. Ele só fala alguma coisa quando termina.</li>
<li>-r: faz o rsync caçar dentro das subpastas (recursivo). Sem isso ele busca apenas dentro do primeiro nível da origem. Serve para copiar apenas um grupo específico de arquivos.</li>
<li>-n: rodada de testes. Serve para você testar o rsync sem correr o risco dele modificar seus arquivos.</li>
<li>&#8211;delete: apaga arquivos do destino que não existam na origem. Este comando garante que a origem e destino sejam exatamente iguais depois da sincronização. Sem isso, o destino acumularia com arquivos que não existem mais na origem. Desativá-lo pode ser útil para backups.</li>
<li>-z: ativa a compressão, torna a transferência mais rápida.</li>
<li>&#8211;compress-level=: esta opção define o nível de compressão de -z. Vai de 0 (o mesmo que nada) a 9 (compressão máxima). Pode fazer o computador ficar lento em transferências MUITO grandes.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">E para quem tem pouco costume com o terminal, os comandos feitos com uma única letra são seguidos de &#8220;-&#8221; enquanto os que são expressões são seguidos de &#8220;&#8211;&#8221;. Os comandos de uma letra podem ser agrupados &#8220;-vrnz&#8221; enquanto os de palavras precisam ser separados uns dos outros &#8220;&#8211;suffix=&#8230; &#8211;backup-dir=&#8230;&#8221;.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Então um comando simples para o rsync que sincronize e faça com que os arquivos da origem e destino sejam exatamente iguais seria:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync -v -r -z &#8211;delete /origem/ /destino</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Pronto, este comando genérico já é suficiente para fazer a sincronização entre os arquivos do meu pendrive e a minha pasta local. Mas, eu quero algo mais fácil.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Usando o <a class="zem_slink" title="Grsync" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grsync" rel="wikipedia">Grsync</a></h1>
<p style="text-align:justify;">Para quem tem arrepios da linha de comando ou simplesmente quer mais facilidades o Grsync é a solução. Ele simplesmente é um programa que serve para controlar o que o rsync anda fazendo. Ele configura as opções para você e o mais legal, ele guarda suas sincronizações. Com estas opções é possível sincronizar vários conjuntos de pastas sem ter que escrever o comando rsync 20x ou usar o shell-script.</p>
<p style="text-align:justify;">O Grsync pode ser instalado na maioria das distribuições com os repositórios padrão. Ele sempre tem o nome &#8220;grsync&#8221; e atualmente está na versão 1.1.1. Ele bem simples e intuitivo. Além de dar acesso as principais funções do rsync ele também as explica e permite usar as funções mais avançadas inserindo novas opções manualmente.</p>
<p style="text-align:justify;">A interface do Grsync é sem mistérios. Você deve especificar a origem e destino das pastas a serem sincronizadas nos campos. Lembre-se do que falei acima sobre colocar a barra invertida () no fim dos endereços de origem (ou não) pois o grsync não fará isso por você (e não fez por mim, como podem ver).</p>
<div id="attachment_576" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-default-1.png"><img class="size-full wp-image-576 " title="Opções básicas do Grsync" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-default-1.png?w=600" alt="As principais opções do rsync podem ser ativadas e desativadas com as caixas. Se você parar o mouse sobre elas, terá uma pequena explicação sobre o que elas fazem. Para usar o Grsync basta clicar nas engrenagens (full run) ou no &quot;i&quot; para uma rodada de teste (-n)."   /></a><p class="wp-caption-text">As principais opções do rsync podem ser ativadas e desativadas com as caixas. Se você parar o mouse sobre elas, terá uma pequena explicação sobre o que elas fazem. Para usar o Grsync basta clicar nas engrenagens (full run) ou no &quot;i&quot; para uma rodada de teste (-n).</p></div>
<p style="text-align:justify;">As Basic Options são praticamente tudo que precisamos. Por exemplo, ativar &#8220;verbose&#8221;, &#8220;Do not leave filesystem&#8221; e &#8220;Show transfer progress&#8221; equivalem ao comando:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync -v -x -r &#8211;progress /origem /destino/</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo com nada marcado o Grsync já envia um comando com algumas opções pré-marcadas como a recursividade (-r), por isso ela não aparece entre as opções da interface.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Algumas opções como &#8220;Windows compatibility&#8221; estão pré-configuradas para adicionarem opções que facilitem o uso do rsync. Ela equivale à opção &#8220;&#8211;modify-window=1&#8243; que torna o rsync menos metódico, serve para melhorar a compatibilidade com sistemas de arquivos retrô como o FAT16.</p>
<div id="attachment_577" class="wp-caption aligncenter" style="width: 462px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-rsync-stopped.png"><img class="size-full wp-image-577 " title="Sincronização Completa!" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-rsync-stopped.png?w=600" alt="Quando o rsync está trabalhando, o grsync mostra este painel. Aqui você pode pausar o rsync ou interromper. A opção &quot;Rsync output&quot; mostra o &quot;verbose&quot; para que você acompanhe os arquivos modificados em detalhes. No rsync output também é possível ver o comando usado pelo Grsync para sincronizar os arquivos. É uma forma legal de aprender como o rsync funciona."   /></a><p class="wp-caption-text">Quando o rsync está trabalhando, o grsync mostra este painel. Aqui você pode pausar o rsync ou interromper. A opção &quot;Rsync output&quot; mostra o &quot;verbose&quot; para que você acompanhe os arquivos modificados em detalhes. No rsync output também é possível ver o comando usado pelo Grsync para sincronizar os arquivos. É uma forma legal de aprender como o rsync funciona.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Nas Advanced options existem opções que podem ser úteis para casos mais específicos. A compressão (-z) é ativada aqui. É possível tornar a verbosidade mais detalhada ainda com &#8220;Show itemized changes list&#8221;. A opção &#8220;Always checksum&#8221; ajuda a tornar o rsync mais analítico, testando os arquivos detalhadamente em busca de modificações. Raramente é necessária, mas em caso de problemas com as datas dos arquivos na origem e destino (sistema recuperado de um backup, por exemplo) pode ser útil.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-adv.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-579" title="Opções Avançadas do Grsync" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-adv.png?w=300&#038;h=275" alt="Opções Avançadas do Grsync" width="300" height="275" /></a></p>
<h2 style="text-align:justify;">Criando perfis</h2>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa muito prática do Grsync são os perfis. Ele permitem que sejam feitas configurações específicas de pastas e opções que podem ser salvas e usadas sempre que necessário. É muito mais prático do que reescrever os comandos do rsync ou ter que configurar tudo a cada rodada. Os perfis também guardam as opções adicionais que adicionemos a ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Para criar um perfil basta clicar no sinal de mais e dar um nome ao perfil, fim da história. Para modificar/usar um perfil basta selecioná-lo que as opções serão carregadas no Grsync. Modificações são salvas automaticamente.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Grsync avançado</h1>
<p style="text-align:justify;">Para usar as funções avançadas o rsync basta aplicar algumas opções no Grsync usando o Additional options onde as opções são inseridas. Basta adicioná-las aqui e serão executadas normalmente pelo grsync. Elas possuem algumas aplicações bem específicas e interessantes. Aqui não irei abordar as opções que envolvem protocolos e daemons pois não fazem parte do meu escopo. Estou usando o rsync apenas localmente.</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>-I: esta opção faz o rsync atualizar os arquivos mesmo que tenham a mesma data de modificação e tamanho. Serve para forçar a atualização de todos os arquivos. Note que é um I maiúsculo, o i minúsculo é outro comando.</li>
<li>&#8211;size-only: usa os tamanhos dos arquivos como parâmetro de comparação para ver quem foi modificado ou não. Pode ser ineficiente, mas é uma opção caso você esteja tendo problemas com as datas de modificação dos arquivos, algo que pode acontecer no NTFS ou quando se usa um outro sincronizador/backup que tenha apagado as datas de modificação.</li>
<li>-c: essa opção é barra pesada, ela é o &#8220;Always use checksum&#8221; do Grsync. Basicamente, ela faz com que além de o rsync comparar as datas e tamanhos dos arquivos ele também compare os checksums o que torna o processo todo altamente preciso. O preço a pagar é que o teste de checksum pode levar horas se os arquivos forem muito grandes.</li>
</ul>
<h2 style="text-align:justify;">Usando o Modo Backup</h2>
<p style="text-align:justify;">O modo backup é ativado com a opção -b. Ela faz com que o rsync guarde cópias dos arquivos que modifica. Isso evita que os arquivos sejam simplesmente apagados e permite que você crie uma coleção de versões de um mesmo arquivo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync -b &#8211;backup-dir=bkp &#8211;sufix=.old /origem/ /destino</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Por padrão, os arquivos de backup recebem um til no fim do nome. Isso pode ser modificado com a opção &#8211;suffix que personaliza o sufixo identificador dos arquivos backup. Os backups são criados na mesma pasta em que está o arquivo original. Para evitar isso a opção &#8211;backup-dir permite especificar uma pasta para guardá-los em separado. Basta colocar um nome qualquer que ela ficará na pasta de destino. O rsync é bastante esperto e mesmo que a opção &#8211;delete seja ativada, ele não apaga a pasta de backup se a opção estiver ativada. Outra curiosidade da pasta de backup é que ela guarda a hierarquia das pastas que modifica, então os arquivos ficam organizadinhos dentro dela da mesma forma que ficavam nos seus locais de origem. Um ponto fraco do backup é que ele só guarda uma das ultimas versões dos arquivos que modifica.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Caso o diretório de backpup fique dentro da pasta de destino (o caso acima, diga-se) ele pode comportar-se de forma estranha se combinado com a opção &#8211;delete. O que vai acontecer é que o backup-dir não existe na origem e será apagado, mas também será feito um backup do backup antes disto. Como consequência você terá uma infinidade de pastas de backup contendo backups dos backups e assim por diante. Uma forma de evitar isso é colocar a pasta de backup fora da pasta de destino usando &#8220;../&#8221; que significa &#8220;uma pasta acima&#8221;. É bom lembrar que isto é relativo ao diretório de destino:</p>
<p style="text-align:justify;">rsync -b &#8211;backup-dir=../bkp</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Existem outras opções do rsync que podem ser úteis para fazer backups de uma forma mais elaborada. Uma delas é o &#8220;&#8211;compare-dest=&#8221;. Esta opção faz com que o rsync compare o diretório de origem com ela em vez de comparar com o diretório de destino. Na hora de copiar os arquivos no destino, ele copia apenas os arquivos que são diferentes, em vez de copiar todos. Isso é o equivalente a um Backup Incremental. <a href="http://blog.interlinked.org/tutorials/rsync_time_machine.html">Isso pode ser muito poderoso se combinado com shell-script</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Então a minha situação é a seguinte: tenho meus originais e uma pasta de destino sincronizada, mas antes da sincronização quero fazer um backup dos arquivos que serão modificados, um pré-backup. A organização seria assim:</p>
<ul>
<li>/origem &#8211; originais</li>
<li>/destino &#8211; pasta que será sincronizada depois</li>
<li>/backup &#8211; arquivos que foram modificados na sincronização</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">O comando pré-sincronização seria:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync &#8211;compare-dest=/origem /destino/ /backup</p>
<p style="text-align:justify;">É bom lembrar que a localização de &#8211;compare-dest é relativa ao destino (neste caso, backup). Da forma como coloquei acima a origem é uma outra pasta qualquer na raiz do sistema. Outra opção seria escrever &#8220;../Origem&#8221;. Ambas são válidas. Mesmo &#8211;backup-dir aceita valores absolutos de endereço como &#8220;/media/pendrive/backup&#8221;.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Eu poderia ter o mesmo efeito usando o comando &#8220;rsync -b -backup-dir=../backup /origem/ /destino&#8221;. Só que usando a opção anterior posso ter um refinamento maior. Por exemplo, é possível combinar com as opções de backup e o ter um backup incremental de segundo nível:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync &#8211;compare-dest=../origem &#8211;backup-dir=old /destino/ /backup</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Depois é só fazer a sincronização normal (origem X destino) e terei três versões do mesmo arquivo, em ordem de idade: origem/destino, backup, old.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, duas opções que podem ser úteis, são: &#8211;include-from e &#8211;exclude-from. São opções que permitem incluir e excluir diretórios ou arquivos específicos da sincronização. As localizações neste caso são relativas à pasta de origem:</p>
<div id="attachment_578" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-sync-exclude-list-rafael-portable-gedit.png"><img class="size-full wp-image-578 " title="Lista de Exclusão" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-sync-exclude-list-rafael-portable-gedit.png?w=600" alt="O arquivo do exlcude/include-from é simplemente uma lista com as pastas e arquivos que você incluir ou excluir da sincronização."   /></a><p class="wp-caption-text">O arquivo do exlcude/include-from é simplesmente uma lista com as pastas e arquivos que você incluir ou excluir da sincronização.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Com o &#8211;exclude-from é possível livrar-se das pastas de sistema como Recycle e .trash caso esteja sincronizando uma partição inteira. O &#8211;include-from é interessante quando se quer incluir pastas externas também.</p>
<p style="text-align:justify;">E finalmente, o comando que uso para fazer o Backup Incremental:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync -rtxvzbiyh &#8211;progress &#8211;delete &#8211;compress-level=9 &#8211;compare-dest=/arquivos &#8211;delete &#8211;exclude-from=/HD-Externo/sync-exclude.list /HD-Externo/ /HD-Externo/Backup/</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O que esse comando enorme faz é bem simples. Ele compara a partição em que guardo meus arquivos todos com um Hd externo onde ficam os backups. Caso o rsync queira fazer modificações nos arquivos, os candidatos são copiados para a pasta Backup no Hd externo. O arquivo sync-exclude.list lista pastas que só existem no hd externo, evitando que seja feito backup delas, pois nunca são sincronizadas e ele mesmo, pois acabaria sendo mandado para o beleléu também.</p>
<p style="text-align:justify;">E para a sincronização normal uso o comando:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">rsync -rtxvzibyh &#8211;progress &#8211;delete &#8211;compress-level=9 &#8211;exclude-from=/arquivos/sync-exclude.list -yh /arquivos/ /HD-Exerno</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Neste aqui o sync-exclude.list contém uma lista de nomes de diretórios e arquivos que devem ser ignorados.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Sincronizações múltiplas</h2>
<p style="text-align:justify;">As opções batch permitem exportar os arquivos a serem modificados em uma operação para que sejam sincronizados em outro lugar. É uma opção estranha, mas tem suas aplicações. Funciona assim:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Você usa o rsync normalmente e ativa a opção &#8211;write-batch=lote ou &#8211;only-write-batch=lote.</li>
<li>Depois você pega o arquivo &#8220;lote&#8221; que ele produziu e leva com você para outro computador.</li>
<li>Rode o rsync com a opção &#8211;read-batch-lote para usar o arquivo &#8220;lote&#8221; como origem. Ele contém apenas as modificações feitas no destino.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Isso é legal pois pode ser usado para sincronizar sistemas diferentes. Uma de suas aplicações é fazer um acumulado de modificações enquanto o destino estiver indisponível. O ponto fraco que é o destino usado precisa ser exatamente igual em ambos os casos ou as modificações serão insuficientes.</p>
<p style="text-align:justify;">Outras opções:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>-u: Evita modificar os arquivos do local de destino caso sejam mais novos que os da origem. Pode ser muito útil mante-lo ativado em sincronizações pois caso você modifique os arquivos na pasta de destino e depois esqueça disto, o update evitará que sejam substituídos por uma versão mais antiga.</li>
<li>-t: atualiza as datas de modificação do destino com as da origem. Isto evita que os arquivos do /destino sejam eternamente velhos o que forçaria o rsync a atualiza-los permanentemente, mesmo que não sofressem modificações (não usar o -t acaba tendo o efeito de um -I). É sempre bom ativar esta opção, em todos os casos.</li>
<li>-x: não sai do sistema de arquivos. Serve para quem tem o costume de montar partições em pastas pessoais. Esta opção evita que a recursividade (-r) faça o rsync caçar arquivos em diretórios que sejam pontos de montagem para outras partições. É uma medida de segurança pois isto poderia fazer o rsync entrar em um looping dependendo da complexidade dos pontos de montagens.</li>
<li>&#8211;existing: apenas faz a sincronização dos arquivos que existem na origem e destino evitando que novos arquivos sejam criados.</li>
<li>&#8211;ignore-existing: faz exatamente o contrário, apenas copia os arquivos que faltam no destino e ignora os que sejam comuns a ambas as pastas.</li>
<li>-h: unidades humanas, faz o rsync usar unidades mais confortáveis como kbytes, megas e gigas para o verbose.</li>
</ul>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-default-1.png" medium="image">
			<media:title type="html">Opções básicas do Grsync</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-rsync-stopped.png" medium="image">
			<media:title type="html">Sincronização Completa!</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-grsync-adv.png?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Opções Avançadas do Grsync</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/screenshot-sync-exclude-list-rafael-portable-gedit.png" medium="image">
			<media:title type="html">Lista de Exclusão</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Dinos e a obstetrícia: O caso do Plesiossauro</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/08/17/dinos-e-a-obstetricia-o-caso-do-plesiossauro/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 01:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[plesiossauro]]></category>
		<category><![CDATA[répteis marinhos]]></category>
		<category><![CDATA[science]]></category>
		<category><![CDATA[viviparidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os plesiossauros são um grupo muito importante de répteis marinhos. Eram bastante comuns durante seu tempo, mas desapareceram completamente com o fim da era dos dinossauros. Também fizeram o favor de não deixar nenhum parente próximo para termos uma ideia de como eles viviam. Bem, até agora se supunha que eles colocavam ovos. Pode parecer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=584&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="float:left;padding:5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border:0;" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;">Os plesiossauros são um grupo muito importante de répteis marinhos. Eram bastante comuns durante seu tempo, mas desapareceram completamente com o fim da era dos dinossauros. Também fizeram o favor de não deixar nenhum parente próximo para termos uma ideia de como eles viviam. Bem, até agora se supunha que eles colocavam ovos. Pode parecer loucura já que chocar ovos amnióticos em ambiente marinho parece impossível, mas as tartarugas o fazem. Mesmo assim paira uma dúvida no ar pois a estrutura física do Plesiossauro é bem imprópria para que ele venha até uma praia para desovar&#8230;</p>
<div id="attachment_585" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/abfeagah.png"><img class="size-full wp-image-585 " title="Plesiossauro" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/08/abfeagah.png?w=600" alt="Plesiossauro"   /></a><p class="wp-caption-text">Plesiossauro, mais conhecido como Monstro do Lago Ness, mas também atende pelo nome de Lapras! (na beira da praia? tenho minhas dúvidas)</p></div>
<p style="text-align:justify;">Agora surgiu uma evidência importante de que os Plesiossauros, pelo menos da espécie <em>Polycotylus latippinus</em>, eram vivíparos. Isso não é tão chocante assim pois dinossauros vivíparos existiam, mas esta é a primeira vez que uma evidência como esta é descrita para um grupo tão representativo.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo começa em 1987, quando um espécime semi-completo é encontrado no Kansas, um Plesiossauro adulto com um pequeno embrião dentro de si. O pequeno embrião diga-se não é tão pequeno assim, já era bem grande e foi estimado como estando em 2/3 desenvolvido. Seu tamanho já é bem fora do comum para outras espécies de répteis extintos e existentes, mas próximo dos padrões de tamanho encontrados atualmente em Cetáceos (Baleias e Golfinhos). O material é do Membro Sharon Springs, data do Campaniano (Cretáceo Superior). O espécime foi descrito agora por O&#8217;Keefe e Chiappe em artigo publicado na <a href="http://www.sciencemag.org/content/333/6044/870">Science</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">O pequeno dinossauro é formado de vários fragmentos de ossos pouco ossificados e com várias características típicas de um embrião. Dentre as evidências mais importantes de que realmente se trata de um feto pesam as características embrionárias, o fato ser da mesma espécie do esqueleto maior e de estar integrado a uma matriz que se formou a partir dos restos viscerais da &#8220;mãe&#8221;, o que por si sugere que estava dentro dela durante a deposição.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta descoberta trás implicações importantes. A principal delas é confirmar as suspeitas de viviparidade do Plesiossauro. O tamanho do feto também é importante, sugere que era o único de uma ninhada o que caracteriza uma Seleção K. Isso significa que a fêmea dava luz a um único filhote grande em vez de uma ninhada de vários (Seleção R) o que geralmente implica em cuidados parentais de longo prazo. Este tipo de comportamento atualmente é encontrado em Mamíferos aquáticos (justamente os Cetáceos) e um pequeno grupo de lagartos, os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Egernia">Egernia</a>, que além da seleção K também apresentam um comportamento social sofisticado. Será que os Plesiossauros eram as baleias de seu tempo?</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:</p>
<p><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Science&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1126%2Fscience.1205689&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Viviparity+and+K-Selected+Life+History+in+a+Mesozoic+Marine+Plesiosaur+%28Reptilia%2C+Sauropterygia%29&amp;rft.issn=0036-8075&amp;rft.date=2011&amp;rft.volume=333&amp;rft.issue=6044&amp;rft.spage=870&amp;rft.epage=873&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.sciencemag.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1126%2Fscience.1205689&amp;rft.au=O%27Keefe%2C+F.&amp;rft.au=Chiappe%2C+L.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CPaleontology">O&#8217;Keefe, F., &amp; Chiappe, L. (2011). Viviparity and K-Selected Life History in a Mesozoic Marine Plesiosaur (Reptilia, Sauropterygia) <span style="font-style:italic;">Science, 333</span> (6044), 870-873 DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1205689" rev="review">10.1126/science.1205689</a></span></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/plesiossauro/'>plesiossauro</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/repteis-marinhos/'>répteis marinhos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/science/'>science</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/viviparidade/'>viviparidade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/584/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=584&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">ResearchBlogging.org</media:title>
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			<media:title type="html">Plesiossauro</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Segurança Online, PHP, Emails falsos e outras histórias</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/07/30/seguranca-online-php-emails-falsos-e-outras-historias/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 19:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[pishing]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi escrever isto depois da confusão no Jornal Hoje do dia 29 sobre como se prevenir contra ataques de vírus no computador. Resumo do vacilo: um &#8220;especialista&#8221; em segurança dizendo que &#8220;php é vírus&#8221; causou um alvoroço no Twitter a tarde toda (#phpvirus) e tiveram que fazer uma reedição da reportagem no dia seguinte (hoje) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=566&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Resolvi escrever isto depois da confusão no Jornal Hoje do dia 29 sobre como se prevenir contra ataques de vírus no computador. Resumo do vacilo: um &#8220;especialista&#8221; em segurança dizendo que &#8220;php é vírus&#8221; causou um alvoroço no <a class="zem_slink" title="Twitter" href="http://twitter.com/twitter" rel="twitter">Twitter</a> a tarde toda (<a href="https://twitter.com/#%21/search?q=%23phpvirus">#phpvirus</a>) e tiveram que fazer uma reedição da reportagem no dia seguinte (hoje) <del>desfalando</del> retificando o que havia sido dito. Se php não é vírus, então como se defender?</p>
</blockquote>
<h1 style="text-align:justify;">Como proteger seu computador de vírus?</h1>
<p style="text-align:justify;">Existem várias formas de um computador ser infectado por vírus. E quando falo vírus aqui me refiro a todo tipo de programa malicioso como os cavalos de Troia, spyware e etc. Os vírus também são só a ponta do iceberg, existem várias outras formas de ser lesado na net. Bem, as principais formas de infecção são as seguintes:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Instalação</strong>: As vezes instalamos o vírus no computador sem saber. Isso é feito quando se baixa programas em sites suspeitos. Espertinhos querendo usar programas comerciais de forma ilegal (<em>keygens</em>) são as vítimas principais desta modalidade. Gente honesta baixando bobagens na net também.
<ul>
<li><strong>Como se prevenir</strong>: sempre baixe programas de sites confiáveis, aqueles sites de download grandes e que todo mundo conhece como <a href="http://www.baixaki.com.br/">Baixaki</a>, <a href="http://www.softpedia.com/">Softpedia</a>, <a href="http://www.filehippo.com/">Filehippo</a>. Exemplos não faltam. Agora se você precisar baixar uma coisa mais exótica como um driver (um programa necessário para fazer algo &#8211; como uma impressora &#8211; funcionar) procure sempre no site do fabricante. Testar o arquivo de instalação com antivírus ajuda bastante.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Downlaod Silecioso?</strong>: este aqui ocorre por causa do navegador. Quando o navegador de internet (<a class="zem_slink" title="Internet Explorer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_Explorer" rel="wikipedia">Internet Explorer</a>, Firefox e Chrome, por exemplo) mostra um site para você ele também baixa uma quantidade grande de arquivos pequenos dos sites por onde você passa. A maioria deles são as próprias páginas, imagens e animações. As vezes ele é enganado por servidores contaminados e baixa vírus. Isso ocorre muito em sites altamente suspeitos como sites pornográficos, sites de crackers e sites que tenham sido invadidos.
<ul>
<li><strong>Como se prevenir</strong>: Esse aqui é uma questão de bom senso mesmo e um toque de segurança. Simplesmente evite estes sites a não ser que os conheça muito bem. Outra coisa é sempre ter um antivírus com &#8220;proteção em tempo real&#8221; (a maioria tem). Estes testam tudo que é baixado e bloqueiam estes ataques simples antes de acontecerem.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Invasão</strong>: este é mais incomum e basta o computador estar ligado na internet, nem precisa alguém usa-lo. Alguns vírus podem entrar no computador usando falhas no sistema, é como uma ladrão que bate na porta de casa e diz: &#8220;carteiro!&#8221;. Geralmente são ataques de crackers, sites contaminados ou zumbis (computadores infectados) que fazem isso.
<ul>
<li><strong>Como se prevenir</strong>: antivírus mais uma vez, mas aqui surgem dois novos personagens. O Firewall é um programa que funciona como porteiro da internet, ele controla quem entra e quem sai e além de prevenir ataques também deixa sua internet levemente mais rápida (porque evita várias conexões desnecessárias). O problema do Firewall é que ele é um pouco difícil de configurar, nada que seja um sacrifício. Outra coisa que ajuda muito é manter o sistema atualizado. Os famosos Windows Updates servem para isso. Usuários Linux recebem atualizações de todo o sistema o tempo todo e dificilmente são vítimas de invasão.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Um outro caso que vale a pena comentar é o do Pendrive com AIDS. Muitos vírus usam pendrives para passarem de um computador para o outro e isso pode ser usado para contaminar uma rede inteira dentro de uma empresa. Basicamente, quando o pendrive contaminado é colocado em outro computador, o Windows lê os arquivos e acaba instalando o vírus. É uma situação complicada pois há pouca coisa que o usuário possa fazer. Os antivírus ajudam, mas como os vírus de pendrive são bem exóticos, eles nem sempre estão nas vacinas usadas pelos programas. O que fazer? <a class="zem_slink" title="Windows Vista" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Vista" rel="wikipedia">Windows Vista</a> e 7 perguntam quando acham algo estranho no pendrive, então crie o hábito de ler o que ele diz quando te faz uma pergunta. Usuários de Xp (e daí para baixo) devem <a href="http://www.infodicas.com.br/dicas_tuto/pendrive-com-vrus-saiba-como-se-proteger">desativar a leitura automática dos pendrives</a>. (Sinceramente, você deveriam é atualizar o sistema&#8230;)</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Juntando os pontos o que dá para ver é que a maioria dos nossos problemas com vírus são comportamentais. Notem que na maioria dos casos é o usuário quem trás o vírus para o computador. Invasões só ocorrem em empresas ou casos extremos. Sites que você frequenta e coisas suspeitas que baixa em qualquer lugar são a principal fonte de infecção por vírus. Tenho um amigo que nunca usou antivírus nem firewall e nunca teve problemas com vírus, por que? Comportamento. Criar hábitos saudáveis como baixar arquivos somente de sites confiáveis, manter antivírus atualizado resolvem a maioria dos seus problemas com vírus. Mas não só de vírus que a internet é feita, tem bactéria também =).</p>
<h1 style="text-align:justify;">Como proteger seu computador de você mesmo?</h1>
<p style="text-align:justify;">De nada adianta ter uma casa com grade, cadeado e cerca elétrica que você abre a porta para o primeiro sujeito que bate na porta e diz: &#8220;Eu!&#8221;. Como vimos acima, a maioria dos problemas com vírus são comportamentais e os golpes na internet também são comportamentais. Tem gente que morre de medo de acessar o Internet Banking, e por isso passa horas na fila feito dona de casa em dia de inauguração de supermercado, por que tem um medo mortal de golpes na internet. Mesmo assim, a maioria dos golpes são dados pela ingenuidade (ou seria falta de bom senso?) dos usuários.</p>
<p style="text-align:justify;">Os tipos de golpes são inúmeros e são muito parecidos com os golpes da vida real: o trapaceiros querem seus dados pessoais. Então vamos pensar um pouco, você dá seu número de CPF, contas e senhas para qualquer um na rua? Não (eu espero). E na internet? Sim (geral e infelizmente). Isso se deve muito ao fato das pessoas não saberem como se defender ou como distinguir as coisas na rede. No mundo real uma loja tem um prédio, atendentes, caras e bocas. Na internet é só uma página e uma página falsa é algo fácil de fazer.</p>
<p style="text-align:justify;">Para se proteger melhor na rede o melhor é entender como ela funciona. Basicamente tudo na internet se resume a duas coisas: páginas e endereços. As páginas podem mudar muito, mas o que importa para sua segurança são os endereços. Como eles funcionam?</p>
<p style="text-align:justify;">Vejamos alguns exemplos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#ff0000;">bb</span>.<span style="color:#00ff00;">com</span>.<span style="color:#0000ff;">br</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">ufma</span>.<span style="color:#0000ff;">br</span></li>
<li><span style="color:#993366;">www</span>.<span style="color:#ff0000;">amazon</span>.<span style="color:#00ff00;">com</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">gdh</span>.<span style="color:#00ff00;">net</span></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Geralmente um endereço começa com <span style="color:#993366;">www</span>, mas isso não é obrigatório e não faz muita diferença (por hora). A segunda parte do endereço é chamada de <span style="color:#ff0000;">Domínio</span>, é simplesmente o nome do site si e a parte que você deve prestar mais atenção. A segunda parte é um tipo de <span style="color:#00ff00;">Categoria</span> de sites. Nem todos tem e como exemplo temos o site da UFMA e algumas instituições. Geralmente os sites usam .com como categoria, mas pode ser <span style="color:#00ff00;">.net</span>, .<span style="color:#00ff00;">edu</span>, .<span style="color:#00ff00;">org</span> e assim por diante, veja uma lista completa dos domínios brasileiros no <a href="http://registro.br/dominio/dpn.html">Registro.br</a>. O último fragmento é o <span style="color:#0000ff;">País</span> do site. A maioria dos sites nacionais estão em .<span style="color:#0000ff;">br</span>, os sites nos EUA não tem essa parte porque lá é tudo internacional (chique não?). E não é por que um site está no Brasil que precisa ser .<span style="color:#0000ff;">br</span>, isso também não é regra.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Às vezes um site tem domínios gêmeos: <span style="color:#ff00ff;">forum</span>.<span style="color:#ff0000;">gdh</span>.<span style="color:#00ff00;">net</span>. Esse nome de domínio duplo é chamado de <span style="color:#ff00ff;">subdomínio</span>, uma forma elegante de ter endereços diferentes para áreas diferentes de um site. Mas preste atenção, isso pode ser usado para esconder um site malicioso, por exemplo: <span style="color:#ff00ff;">bb</span>.<span style="color:#ff0000;">cc</span>.<span style="color:#0000ff;">br</span> é endereço que nada tem haver com o Banco do Brasil.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O que temos que prestar atenção aqui é que por mais que você navegue estas partes nunca mudam. Então um site bb.com.br é o site do Banco do Brasil com certeza. bb.net, bb.com.ru (Rússia!) é o que? Sites falsos provavelmente. Como a maioria dos usuários não faz a menor ideia de como funcionam os endereços as vezes os crackers nem se importam em disfarçar e usam qualquer coisa:</p>
<div id="attachment_567" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/07/vyko.png"><img class="size-full wp-image-567 " title="Site falso do Banco do Brasil" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/07/vyko.png?w=600&#038;h=508" alt="Site falso do Banco do Brasil" width="600" height="508" /></a><p class="wp-caption-text">Olhem bem essa maracutaia que apareceu no meu email a algum tempo atrás. O BB já tirou o site do ar. Notem que é uma cópia bem pobre do login do Banco do Brasil, mas um desatento não perceberia. Todos os links lá funcionavam e apontavam para os lugares corretos no site bb.com.br. Então como saber que é um site falso? Bem, notem o endereço atenticacao2011.veeserve.com. Como já vimos, nenhuma relação com o BB. Dava para descobrir que era treta pelo link do email (como veremos mais abaixo), mas tive a curiosidade de clicar hehe.</p></div>
<h2 style="text-align:justify;">Afinal, php é vírus ou não?</h2>
<p style="text-align:justify;">É o seguinte, acima falamos de endereços, certo? E as páginas? Bem, primeiro você conhece as páginas dos sites que frequenta então isso não será um problema. O que é mais importante em um site é seu endereço. A terminação do site (tecnicamente: a extensão) tem pouca importância pois páginas maliciosas são feitas de formas tão diversas quanto os sites em si. PHP é só uma das várias linguagens usadas na internet e faz coro com .js, .aspx, .htm, .html. Tem site que termina em extensão alguma. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_russo">Wikipedia</a> por exemplo é feita em PHP e as páginas não tem extensão!</p>
<p style="text-align:justify;">Prestando atenção nisto, você resolve 90% dos seus problemas com sites maliciosos. As dicas a seguir são baseadas no que expliquei acima e se aplicam a praticamente todos os tipos de golpes online.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora podemos dar uma espiada nas principais formas de enganar o pessoal por aí:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Sites falsos:</strong> como já foi visto é muito fácil fazer um site falso e com um pouco de atenção também é fácil evita-los. Preste atenção aos endereços e ao comportamento do site caso você já esteja acostumado com ele. Geralmente sites falsos possuem erros grosseiros de ortografia ou são um pouco mais simples que os oficiais.</li>
<li><strong>Emails suspeitos</strong>: o que é um email suspeito afinal? Geralmente são emails de remetente desconhecido. Mas amigos também podem nos colocar em uma furada. Quem nunca recebeu um email bobo dizendo &#8220;<em>Fotos da festa de ontem</em>&#8221; que atire a primeira pedra. Isso acontece porque o seu amigo usou o email dele em algum computador bichado e agora os vírus estão usado o endereço dele para se disseminar. Para que se proteger disto a dica é seguir a recomendação do Jornal Hoje: coloque o mouse sobre o link (sem clicar) e espere que o endereço será revelado. É que um link na rede nem sempre tem o nome do seu destino (para onde ele aponta). Um exemplo, para onde este link aponta? <a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/07/saiba-como-nao-cair-na-armadilha-de-mensagens-eletronicas-falsas.html">http://www.youtube.com/watch?v=PWyLLktTbDw</a></li>
<li><strong>Arquivos e Anexos</strong>: geralmente alguns vírus são enviados como anexos ou são baixados ao clicar em links suspeitos em emails ou sites. Você só passará por isso se tiver vacilado nas dicas acima. O que acontece é que da mesma forma que páginas possuem extensões, os arquivos também possuem e isso indica de que tipo eles são. Quando você clica o navegador pergunta se é para baixar e aí, ele diz a extensão. Outra coisa é sempre escolher a opção Baixar/Download quando em vez de Abrir/Executar quando o navegador perguntar o que fazer com o arquivo. Aqui estão os mais comuns:
<ul>
<li>imagens:jpg, jpeg, bmp, png, gif</li>
<li>vídeos: wmv, avi, mpg, mpeg, mkv, mp4</li>
<li>documentos:pdf, doc, odt, xls, xlsx, docx, opd, ods, txt, ppt</li>
<li>compactos: zip, rar, gz, cab</li>
<li>programas (podem ser vírus): exe, msi, cmd, com, reg, js</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Bem isso finaliza o que queria dizer. Como podem ver, segurança online é uma questão de bom senso e bons hábitos. Tudo se resume a saber como a internet funciona, mesmo que superficialmente e usar isto a seu favor. Claro que existem ameaças muito mais complexas mas crackers tem mais o que fazer do que perseguir pessoas individualmente.</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/email/'>email</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pishing/'>pishing</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/seguranca/'>segurança</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/twitter/'>twitter</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/566/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=566&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Site falso do Banco do Brasil</media:title>
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		<title>Bancada ou Mesa?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 23:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[standing desk]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhar em pé]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post do The Art of Manlinsess me chamou bastante a atenção. Recentemente tive problemas com a minha cadeira e minha escrivaninha e agora trabalho em uma mesa de bar com cadeira de plástico e tudo. Curiosamente, ela é muito mais confortável do que qualquer mesa de trabalho que eu já tenha usado antes, mesmo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=561&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este post do <a href="http://artofmanliness.com/2011/07/05/become-a-stand-up-guy-the-history-benefits-and-use-of-standing-desks/" target="_blank">The Art of Manlinsess</a> me chamou bastante a atenção. Recentemente tive problemas com a minha cadeira e minha escrivaninha e agora trabalho em uma mesa de bar com cadeira de plástico e tudo. Curiosamente, ela é muito mais confortável do que qualquer mesa de trabalho que eu já tenha usado antes, mesmo assim, causa um cansaço muito grande nas minhas costas e gostaria de uma alternava a isso. Uma das posições mais confortáveis em que já fiquei foi em um balcão, trabalhando hora em pé, hora encostado em um banco alto, daqueles me que tem um &#8220;poleiro&#8221; para os pés&#8230;</p>
<div id="attachment_562" class="wp-caption aligncenter" style="width: 335px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/07/mesa_da_brahma.jpg"><img class="size-full wp-image-562 " title="Mesa da Brahma" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/07/mesa_da_brahma.jpg?w=600" alt="Mesa da Brahma"   /></a><p class="wp-caption-text">Só não é piada pronta porque eu não bebo <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O que eles propõe é trabalhar em pé usando uma balcão como mesa. Acho a ideia interessantíssima. Ficar em pé o dia todo cansa porque não estamos acostumados com isso, mas com o tempo os músculos tendem a se fortalecer e você se acostuma. Ficar em pé melhora a sua postura, reduz o acúmulo de gorduras (devido ao maior consumo de energia) e te deixa mais concentrado (uma benção para hiperativos). Eu sou particularmente muito inquieto e levanto toda hora da minha mesa para andar um pouco pela casa porque não aguento ficar sentado por muito tempo. Alias, fazia isso no meu trabalho e em sala de aula também.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Se você ainda tem dúvidas lembre-se: trabalhar sentado faz mal para suas &#8220;partes&#8221;. Amassa, superaquece e prejudica os nervos. Isso é um fato para homens e mulheres também.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A ideia faz sentido. Temos exemplos como o <em>Lendário</em> e <em>Imorrível</em> Oscar Nyemayer que trabalha em pé enquanto desenha. Um outro exemplo são professores, que só se sentam nos poucos intervalos de aula ou pesquisadores que trabalham em pé nos laboratórios. Alias, já tive a oportunidade de experimentar as duas coisas e não é esse pavor todo que parece.</p>
<p style="text-align:justify;">É importante lembrar que uma parte da circulação sanguínea depende da contração dos músculos esqueléticos. Ficar sentado prejudica muito a circulação.</p>
<p style="text-align:justify;">Pare e pense: quantas vezes você já trabalhou em pé? Quantas vezes já almoçou em lugares com mesa lotada, em balcões. Parece ser cansativo, mas não é, te deixa até mais animado no fim do dia. Infelizmente é um tanto difícil achar uma <em>standing</em> <em>desk</em> onde eu moro. Mas a ideia ficará na Caixa de Ideias por hora. E fica a dica!</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/home-office/'>home office</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/postura/'>postura</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/saude/'>saúde</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/standing-desk/'>standing desk</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/trabalhar-em-pe/'>trabalhar em pé</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/561/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/561/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=561&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Um modelo computacional que simula uma cianobactéria</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/06/28/um-modelo-computacional-que-simula-uma-cianobacteria/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 01:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma coisa que sempre me interessou foi informática e uma possibilidade da biologia que me fascina é a possibilidade de criar modelos computacionais para sistemas biológicos. Esses modelos atualmente são amplamente usados na meteorologia e oceanografia para prever correntes e impactos de obras portuárias ou a dispersão de óleo depois de um derramamento. As possibilidades [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=551&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="float:left;padding:5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border:0;" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa que sempre me interessou foi informática e uma possibilidade da biologia que me fascina é a possibilidade de criar modelos computacionais para sistemas biológicos. Esses modelos atualmente são amplamente usados na meteorologia e oceanografia para prever correntes e impactos de obras portuárias ou a dispersão de óleo depois de um derramamento. As possibilidades são tão amplas com sistemas &#8220;simples&#8221; como os climáticos que imaginar as aplicações disto em sistemas biológicos é um exercício de pura criatividade.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Um grupo de pesquisadores liderado por Jason E. McDermott do Grupo de Bioinformática e Biologia Computacional do Laboratório Nacional do Pacífico Noroeste conseguiram o feito de transformar uma cianobactéria em um modelo computacional para simular seus processos genéticos. Para que? Para ligar e desligar genes <em>in silico</em> e ver o que acontece sem ter que fazer aqueles tediosos procedimentos de knockout.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Um <a class="zem_slink" title="Digimon" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digimon" rel="wikipedia">Digimon</a>! É basicamente isso!</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O organismo em questão é a cianobactéria <em>Cyanothece</em>, um gênero com características bem singulares. Por exemplo, as cianobactérias geralmente formam colônias onde uma/algumas delas especializam-se em fixar nitrogênio, o Heterocisto, enquanto as demais fazem fotossíntese. O nitrogênio fixado é extremamente importante para o desenvolvimento das cianobactérias, outras algas marinhas e plantas terrestres. Alias, cianobactérias são as principais fontes de nitrogênio dos oceanos. O que Cyanothece faz é simplesmente alternar entre um tipo e outro de operação a cada 12 horas, fixando nitrogênio à noite e carbono durante o dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Para seu feito, mapearam a ativação e expressão de genes da cianobactéria em um ciclo de 24 horas. Isto revelou que genes eram ativados, quando, durante que tipo de operação e assim por diante. Depois plotaram isto em um gráfico, muito interessante por sinal, que mapeia as cadeias de ativação de todo o genoma. Usando estatística, puderam calcular que genes eram expressos e identificar grupos, dentre estes, os que eram expressos recursivamente foram apontados como possíveis controladores. Outros genes usados como possíveis controladores para o modelo são genes da <em>Cyanothece</em> que podem ser encontrados em outros organismos fotossintéticos como <em>Arabidopsis</em> <em>thaliana</em>, <em><a class="zem_slink" title="Anabaena" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anabaena" rel="wikipedia">Anabaena</a></em> e bactérias como <em><a class="zem_slink" title="Escherichia coli" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Escherichia_coli" rel="wikipedia">E. coli</a></em>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_559" class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/06/mapa-transcriptoma-cyanothece.png"><img class="size-medium wp-image-559" title="mapa-transcriptoma-cyanothece" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/06/mapa-transcriptoma-cyanothece.png?w=496&#038;h=418" alt="mapa-transcriptoma-cyanothece" width="496" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">O gráfico mais parece um mapa mental do que outra coisa. Ele mostra que cadeias de genes são ativadas em cada ciclo de operação da bactéria (dia e noite). Os genes são os pontos individuais. As cores são agrupamentos, indicam que estes genes são ativados em conjuntos. Os quadrados são genes ativados frequentemente dentro dos grupos, geralmente controladores.</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">É interessante como o tipo de informação que a ciência produz atualmente exige abordagens mais criativas para sem analisadas.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O próximo passo foi montar um modelo de como a cianobactéria funciona e usar o gráfico para testá-lo. O modelo já existia e fora usado para estudos semelhantes em outros organismos. Usando os dados levantados anteriormente, submeteram o modelo a condições semelhantes às que as <em>Cyanothece</em> foram submetidas no laboratório e este respondeu de forma bastante semelhante. Depois foi só desativar alguns genes e ver que falta eles faziam no sistema, um processo de tentativa erro que se feito usando biologia molecular demoraria uma vida mas que no computador, é uma questão de &#8220;Editar&gt;Preferências&gt;Executar&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora os pesquisadores buscam comprovar a eficiência de seu modelo com novos experimentos (no velho estilo) e aperfeiçoá-lo para uso em outros estudos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo:</strong><br />
<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Molecular+BioSystems&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1039%2FC1MB05006K&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=A+model+of+cyclic+transcriptomic+behavior+in+the+cyanobacterium+Cyanothece+sp.+ATCC+51142&amp;rft.issn=1742-206X&amp;rft.date=2011&amp;rft.volume=&amp;rft.issue=&amp;rft.spage=&amp;rft.epage=&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fxlink.rsc.org%2F%3FDOI%3Dc1mb05006k&amp;rft.au=McDermott%2C+J.&amp;rft.au=Oehmen%2C+C.&amp;rft.au=McCue%2C+L.&amp;rft.au=Hill%2C+E.&amp;rft.au=Choi%2C+D.&amp;rft.au=St%C3%B6ckel%2C+J.&amp;rft.au=Liberton%2C+M.&amp;rft.au=Pakrasi%2C+H.&amp;rft.au=Sherman%2C+L.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CComputer+Science+%2F+Engineering%2CBioinformatics">McDermott, J., Oehmen, C., McCue, L., Hill, E., Choi, D., Stöckel, J., Liberton, M., Pakrasi, H., &amp; Sherman, L. (2011). A model of cyclic transcriptomic behavior in the cyanobacterium Cyanothece sp. ATCC 51142 <span style="font-style:italic;">Molecular BioSystems</span> DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1039/C1MB05006K" rev="review">10.1039/C1MB05006K</a></span></p>
<p style="text-align:justify;">Via <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2011/06/110623151223.htm" target="_blank">ScienceDialy</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigo/'>artigo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/cianobacteria/'>cianobacteria</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/computacao/'>computação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dna/'>DNA</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/escherichia-coli/'>Escherichia coli</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/genetica/'>genetica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/modelagem/'>modelagem</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/programacao/'>programação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/simulacao/'>simulação</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/551/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=551&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ResearchBlogging.org</media:title>
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		<title>Trapos na Trilha: Bons Livros</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 01:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Post de um amigo, comentando sobre o mercado de livros como um todo e apresentando suas preferências literárias. Isso me fez pensar em algumas coisas, sobre como livros realmente são caros no Brasil. Também me lembrou como é difícil comprar livros aqui em São Luís, pela falta de livrarias e pelo preço abusivo. Posso comprar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=544&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Post de um amigo, comentando sobre o mercado de livros como um todo e apresentando suas preferências literárias. Isso me fez pensar em algumas coisas, sobre como livros realmente são caros no Brasil. Também me lembrou como é difícil comprar livros aqui em São Luís, pela falta de livrarias e pelo preço abusivo. Posso comprar pela internet? Posso, posso comprar esposas chinesas e cocaína também! Quero pegar os livros, sentir a textura, ver a fontes, a capa, escolher a esmo em uma estante. Livrarias são mais que lojas, comprar é mais que adquirir, é uma experiência!</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Antes de publicar essa postagem eu fiz uma rápida pesquisa na net sobre os valores desses livros, e o total pago por uma pessoa que desejar ler estes livros é 362,78 R$, isso sem o frete. Ou seja, como o Brasil vai se tornar um país de leitores se um trabalhador assalariado ganha menos que 600 reais por mês? Qual o assalariado daria mais da metade do seu salário (362,78 R$) na compra de 10 livros??? Quando entrei no salão do livro hoje percebi essa triste realidade, todos os anos aparecem políticos e pessoas dando entrevista falando do quanto é importante bons livros na vida das pessoas, acho que seria melhor ainda melhorar o salário das pessoas para estas terem acesso á determinados livros. Os livros são muito caro ou o salário é de menos? Acho que as duas coisas.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Vejam o post completo no <a href="http://traposnatrilha.blogspot.com/2011/06/bons-livros.html" target="_blank">Trapos na Trilha</a>.</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/brasil/'>brasil</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/literatura/'>literatura</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/livros/'>livros</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mercado/'>mercado</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/sao-luis/'>são luís</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/544/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=544&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Guia de Pesquisa de Artigos Científicos</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 00:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais e Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[capes]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução O conhecimento científico é resultado de décadas de pesquisa, sistematização e constante revisão. Este conhecimento fica organizado na forma de artigos, livros e outras referências que são comumente conhecidas como &#8220;A Literatura&#8221;. As diferentes formas de organização da literatura científica exigem metodologias distintas de pesquisa, elaboração e organização. Veremos aqui as principais características d&#8217;A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=504&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:justify;">Introdução</h1>
<p style="text-align:justify;">O conhecimento científico é resultado de décadas de pesquisa, sistematização e constante revisão. Este conhecimento fica organizado na forma de artigos, livros e outras referências que são comumente conhecidas como &#8220;A Literatura&#8221;. As diferentes formas de organização da literatura científica exigem metodologias distintas de pesquisa, elaboração e organização. Veremos aqui as principais características d&#8217;A Literatura e como usá-la a nosso favor.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Sobre as revistas</h1>
<p style="text-align:justify;">A fonte mais tradicional de conhecimento são os livros e as enciclopédias. Os livros podem ser de um único autor, ou ter vários autores e, em matérias mais complexas, é comum que cada capítulo tenha um conjunto de autores próprios. As enciclopédias são consideradas fontes terciárias de informação, enquanto que alguns livros são considerados fontes secundárias.</p>
<p style="text-align:justify;">Fontes de Informação:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Fonte Primárias: artigos, projetos e patentes onde o conhecimento foi publicado pela primeira vez. Geralmente são escritos em linguagem técnica e não são acessíveis ao grande público.</li>
<li>Fontes Secundárias: são artigos de revisão, livros compilando artigos e grandes relatórios de projetos. São publicados para prestações de contas ou são usados como referências por estudantes para seus próprios trabalhos.</li>
<li>Fontes Terciárias: são livros ou enciclopédias onde o conhecimento científico fica amplamente acessível, geralmente possuem uma linguagem mais compreensível ao grande público.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Geralmente as personagens mais comuns da literatura científica são as revistas (em inglês são conhecidas como <em>Journals</em>). Elas são publicações dedicadas a divulgar o trabalho de pesquisadores. Assim como jornalistas buscam mídias prestigiadas para veicular suas matérias, pesquisadores buscam revistas com boa reputação para divulgar seu trabalho. As revistas ganham reputação com o tempo, algumas mais jovens são conhecidas por serem criteriosas ou por estarem associadas a pesquisadores de renome e etc&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Leitura Recomendada: <a href="http://www.posgraduando.com/duvidas/como-e-calculado-o-fator-de-impacto-das-publicacoes">Como é calculado o Fator de Impacto das publicações?</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Uma das principais características das revistas é a revisão por pares (p2p ou peer-review). Este processo é uma forma de garantir a qualidade do que é publicado nas revistas, consiste de convidar outros pesquisadores (<em>referees</em>) para avaliar os trabalhos que são enviados para as revistas e assim tornar criteriosa a seleção de novos materiais.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Sobre os artigos</h1>
<p style="text-align:justify;">Os artigos consistem de textos elaborados por pesquisadores tanto para divulgar sua pesquisa original quanto para revisar o estado de arte de uma certa área do conhecimento mas a maioria dos artigos se dedica a divulgar resultados de experimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem muitos tipos de artigos, o estilo de escrita pode variar de acordo com a área do conhecimento e o formato também. É comum os artigos terem a seguinte estrutura:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Título: geralmente é grande e descreve o conteúdo do artigo.</li>
<li>Nomes dos autores e suas instituições de origem.</li>
<li><em>Abstract</em>: um resumo do artigo, normalmente é escrito em inglês.</li>
<li>Introdução: uma breve discussão sobre o tema do artigo.</li>
<li>Materiais e Métodos ou Metodologia: descrição sobre como o trabalho foi feito.</li>
<li>Resultados e Discussão: em alguns artigos são separados, geralmente é a maior parte do artigo.</li>
<li>Conclusão: em artigos, costuma ser uma pouco mais extensa que uma conclusão de monografia.</li>
<li>Referências: lista de materiais consultados e citados no texto.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Além dos artigos que divulgam pesquisas novas, existem artigos de revisão. Estes são muito úteis para quem está começando a trabalhar em uma área pois trazem um resumo da literatura sobre o tema que tratam. Alguns trabalham com intensiva discussão sobre os avanços daquela área enquanto outros se resumem a descrever os principais fatos. Poucas revistas aceitam trabalhos de revisão, enquanto outras são dedicadas exclusivamente a eles.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Movimento Acesso Livre</h1>
<p style="text-align:justify;">Os primeiros periódicos eram impressos e acessíveis somente por universidades e seus assinantes. Com o surgimento da internet e da distribuição digital começou a surgir uma pressão para que o conteúdo dos artigos fosse livremente acessível para todos. Isto ficou conhecido como Movimento Acesso Livre (em inglês <a class="zem_slink" title="OpenAccess" href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenAccess" rel="wikipedia">OpenAccess</a>). Atualmente algumas revistas tornaram seu conteúdo livremente acessível na internet, outras liberam apenas artigos de uma certa idade enquanto outras surgiram especificamente para serem revistas de livre acesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Exemplos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.plosone.org/home.action">PLOS</a> – Biblioteca Pública de Ciências</li>
<li><a href="http://www.pnas.org/">PNAS</a> – Registros da Academia Nacional Americana de Ciências</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Geralmente as revistas de livre acesso podem ser lidas por qualquer um. Embora existam discussões sobre como estas publicações se mantém, isso tem nenhuma influência sobre sua qualidade. De fato, revistas prestigiadas, como a PNAS, são de livre acesso. Quanto as revisas de acesso pago, é necessário um cadastro e uma taxa para acessar. As editoras oferecem opções como pagamento por apenas um artigo, pagamento por toda a revistas, anuidades e etc&#8230; Felizmente, algumas oferecem acesso institucional o que permite que pesquisadores de instituições cadastradas tenham acesso aos artigos livremente em suas redes. No caso das universidades brasileiras, o acesso é feito via CAPES, basta acessar o site da revista de um computador dentro de uma universidade associada para ter acesso à revista.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Pesquisando</h1>
<p style="text-align:justify;">Pesquisar a literatura científica é relativamente fácil pois há um esforço para tornar a informação publicamente acessível. Difícil mesmo é encontrar o que se procura. É necessário ter um conhecimento mesmo que superficial do tema pesquisado para a escolha correta das palavras-chave e para filtrar o conteúdo relevante.</p>
<p style="text-align:justify;">A maioria dos artigos e suas revistas estão indexados em bancos de dados. Para buscá-los basta fazer uma pesquisa em alguns destes índices. Outros materiais interessantes como resumos de congressos ou artigos publicados muito antes da internet surgir ou em revistas que não existem mais são mais difíceis de conseguir. Os resumos dos congressos mais antigos eram publicados em uma compilação que era distribuída aos participantes (geralmente chamada de Anais que é o mesmo que Anuário). Enquanto que artigos mais antigos podem se encontrados em bibliotecas de universidades, quanto maior e mais antiga a biblioteca, maior a chance de ter um artigo raro. Alguns professores mantém bibliotecas particulares para materiais mais incomuns.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Direto na fonte com os editores</h1>
<p style="text-align:justify;">Uma das primeiras opções é pesquisar diretamente nos sites das publicações ou editoras das mesmas. Nem todas são de livre acesso então no máximo teremos acesso aos abstracts. Essas pesquisas são interessantes para ter uma pesquisa mais detalhadas. As vezes algumas revistas podem ter mais artigos interessantes sobre o mesmo tema, principalmente se forem especializadas. Para isto basta ir direto no site das revistas ou mesmo da editora da revista, algumas editoras oferecem serviços de pesquisa em todas as suas revistas ao mesmo tempo.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Índices</h1>
<p style="text-align:justify;">Alguns sites, assim como o Google, dedicam-se a indexar a informação dos artigos científicos para torná-los mais fáceis de pesquisar. Cada um tem o seu próprio paradigma e devido à complexidade da informação, frequentemente existem parâmetros demais para serem levados em consideração. As vantagens de pesquisar em um índice são:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Pesquisar em mais de uma revista ao mesmo tempo</li>
<li>Focar a pesquisa em um tema, região ou palavra-chave</li>
<li>Ter acesso a alguns serviços especiais de busca como acesso exclusivo a material</li>
<li>Geralmente os artigos nos índices são de boa qualidade</li>
</ul>
<h1 style="text-align:justify;"><a href="http://www.periodicos.capes.gov.br/">CAPES</a> [periodicos.capes.gov.br]</h1>
<p style="text-align:justify;">O portal de periódicos da CAPES é uma ferramenta muito útil e um tanto complicada para alguns. Consiste de um metabuscador, um sistema que pesquisa em muitos índices diferentes ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/capes-inicio.png"><img class="size-full wp-image-505 aligncenter" title="capes inicio" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/capes-inicio.png?w=600&#038;h=312" alt="" width="600" height="312" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Existem 3 modalidades de busca no site da Capes:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Metabusca: permite buscar por palavras-chave escolhendo em quais índices pesquisar .</li>
<li>Periódico: permite buscar um periódico sobre o assunto que lhe interessa em vez de artigos individuais. É útil para quem está começando em uma área ou deseja procurar um local para publicar seu material.</li>
<li>Bases: permite procurar por índices de artigos, aqui você tem uma lista vasta de materiais que podem ser lidos. A maioria de acesso livre.</li>
</ul>
<h2 style="text-align:justify;">Como usar a Metabusca:</h2>
<p style="text-align:justify;">1. Escolha uma das áreas de busca:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Biológicas e Saúde</li>
<li>Exatas e da Terra</li>
<li>Sociais e Humanas</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">2. Diga uma das palavras-chave: geralmente é preciso ter alguma noção de palavra-chave para passar por aqui. Por exemplo, alguns autores podem referir-se a uma especie pelo seu nome popular, ou usar o nome científico abreviado. Por exemplo:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Nome comum (muito comum): Beija-flor</li>
<li>Nome científico: Eupetomena macroura; Hylocharis chrysura; Chlorostilbon lucidus&#8230; são muitas espécies, qual você está procurando?</li>
<li>Nome abreviado: E. macroura; H. chrysura; C. lucidus&#8230;.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Na hora de usar as palavras-chave é bom ter imaginação para procurar sinônimos tanto em português quanto em inglês. Às vezes abreviações também são boas palavras-chave, mas frequentemente trazem materiais de outras áreas.</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/busca-key-adv-capes.png"><img class="size-full wp-image-506 aligncenter" title="busca key adv capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/busca-key-adv-capes.png?w=600&#038;h=92" alt="" width="600" height="92" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A opção de Busca Avançada é muito interessante. Além da simples pesquisa por palavras-chave, ela permite escolher a área do conhecimento (mais detalhada que a simples), subárea e quais bases de dados pesquisar. Isso é muito útil para restringir o escopo da pesquisa a uma base mais especializada ou a uma área mais evidente da pesquisa.</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/busca-adv-capes.png"><img class="size-full wp-image-507 aligncenter" title="busca adv capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/busca-adv-capes.png?w=600&#038;h=219" alt="" width="600" height="219" /></a></p>
<h2 style="text-align:justify;">Como usar a Busca de Periódicos:</h2>
<p style="text-align:justify;">Esta busca serve para procurar por revistas e não por artigos. Uma de suas aplicações é ajudar pesquisadores a encontrar periódicos para publicar ou para acompanhar. É muito interessante acompanhar uma revista de referência na área quanto estamos começando. Existem três modalidades de busca de periódicos:</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-adv-capes.png"><img class="size-full wp-image-508 aligncenter" title="period adv capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-adv-capes.png?w=600&#038;h=407" alt="" width="600" height="407" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Busca Avançada</strong>: aqui é possível escolher a área do conhecimento e o fornecedor/editor da revista, além de palavras-chave do título. É um tanto ruim de filtragem e pode dar uma quantidade muito grande de resultados. Também é possível selecionar mais de um fornecedor/editor ou área do conhecimento.</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-busca-area-capes.png"><img class="size-full wp-image-509 aligncenter" title="period busca area capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-busca-area-capes.png?w=600&#038;h=375" alt="" width="600" height="375" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Busca por Área</strong>: permite apenas escolher a área do conhecimento, mas com opções de subáreas. Nas opções de listagem é possível escolher quais as iniciais de nomes das revistas devem ser visualizadas. É interessante por permitir encontrar revistas em áreas bem específicas.</p>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-ref-capes.png"><img class="size-full wp-image-510 aligncenter" title="period ref capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/period-ref-capes.png?w=600&#038;h=462" alt="" width="600" height="462" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Busca de Referências</strong>: este aqui é bem interessante para quem está escrevendo. É uma busca de revista e artigo ultra específica que permite inserir até o título e página da revista para buscar. Seu objetivo é ajudar quem já está escrevendo o artigo a achar referências citadas por outros autores.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Como buscar nas Bases:</h2>
<p style="text-align:justify;">A busca de bases é uma forma de encontrar índices de referências. É bom dar uma passada aqui antes de escolher quais índices usar na Metabusca. Assim como a pesquisa de periódico, este aqui tem três modalidades que são bem parecidas com as anteriores:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Busca por título: permite usar uma palavra-chave para verificar se ela está indexada em alguma das bases.</li>
<li>Busca por área do conhecimento: apenas lista as bases com uma filtragem de área e subárea.</li>
<li>Busca Avançada: permite inserir, além das palavras-chave, alguns parâmetros como tipo de material indexado (pode ser artigo, patentes, livros, etc&#8230;), se é de acesso livre, nacional, área do conhecimento e etc&#8230;</li>
</ul>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/bases-adv-capes.png"><img class="size-full wp-image-511 aligncenter" title="bases adv capes" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/bases-adv-capes.png?w=600&#038;h=265" alt="" width="600" height="265" /></a></p>
<h1 style="text-align:justify;"><a href="http://www.scielo.org/php/index.php?lang=pt">SciElo</a> [scielo.org]</h1>
<p style="text-align:justify;">É uma das bases mais conhecidas dos estudantes. Apesar de suas limitações é bastante popular pois tem artigos de acesso gratuito e é frequentemente a fonte que todo mundo acha quando tenta uma pesquisa no Google. O forte do SciElo e indexar revistas sul-americanas, por isso a maior parte de seu conteúdo é em espanhol ou português. O SciElo oferece os mesmos recursos do CAPES, só que em um formato extremamente simples e fácil de compreender. Basicamente o site de entrada da base oferece todas as duas modalidades e busca:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Artigos: é como a da CAPES. Aqui é possível escolher o país de origem do artigo (muito útil para levantar estado da arte nacional) e como a palavra-chave será tratada. Teste cada um dos métodos de pesquisa, podem dar resultados muito diferentes para cada tipo de palavra-chave.</li>
</ul>
<p><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/scielo.png"><img class="size-full wp-image-512 aligncenter" title="scielo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/scielo.png?w=600&#038;h=422" alt="" width="600" height="422" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Dica: o método &#8220;Proximidade Léxica&#8221; é o que trás mais resultados. Evite usar acentos nas palavras-chave, geralmente o SciElo fica confuso e dá resultado nenhum.</p>
</blockquote>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Periódicos: permite fazer uma busca por revistas em vez de artigos. As opções são as mesmas da CAPES: título, alfabético e área do conhecimento.</li>
</ul>
<h1 style="text-align:justify;"><a href="http://scholar.google.com.br/">Google Acadêmico</a> [scholar.google.com]</h1>
<p style="text-align:justify;">O portal da CAPES cobre a maior parte das nossas necessidades extraordinárias, mas no dia-a-dia é um tanto indigesto pesquisar por lá. Por isso o Google Acadêmico é tão interessante. Para quem não conhece, é um serviço do Google especializado em buscar conteúdo científico, tanto de acesso livre quanto restrito, de diversos fornecedores. Uma das vantagens do Google Acadêmico é a incrível facilidade de uso, outras são recursos incomuns que podem ser muito úteis em momentos desesperadores.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Usando o Google Acadêmico:</h2>
<p style="text-align:justify;">Sua interface é a mesma do Google normal, então basta jogar o que quiser que ele responde. Pode ser palavra-chave, nome de autor, título de artigo&#8230; Os resultados da busca são mostrados na tela da mesma forma que na pesquisa web, com algumas diferenças:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>A maioria dos resultados está em PDF, que é o formato típico dos artigos. Geralmente o que não está em PDF não está disponível para download.</li>
<li>Os resultados são exibidos de forma padronizada e detalhada: título; autores; alguma coisa do texto.</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Logo abaixo de cada resultado tem alguns links com opções sobre aquele material em especial:</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Citado por: permite ver outros autores que usaram aquele artigo como referência, permite ter uma ideia de o quão relevante ele é.</li>
<li>Artigos Relacionados: faz uma nova busca com material semelhante, é uma forma de busca avançada automática.</li>
<li>Ver outras versões: às vezes, o Google acha o mesmo artigo em vários locais diferentes, talvez um deles seja de livre acesso, outros são apenas divulgações ou links para outras bases de dados.</li>
<li>Ver em HTML: ele tentará transformar o PDF ou qualquer outro formato de arquivo em um HTML para que você possa lê-lo.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/ga-detail.png"><img class="size-full wp-image-513 aligncenter" title="ga detail" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/05/ga-detail.png?w=600&#038;h=85" alt="" width="600" height="85" /></a>Exemplo de resultado de busca no GA.</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Antes do nome de alguns artigos tem um termo em chaves, ele tem um significado importante que pode te poupar algum tempo:
<ul>
<li>[citation]: são apenas citações, trabalhos que o Google indexou porque muita gente mencionou mas que ele próprio não achou na Web. É típico de livros e outros materiais que você não encontrará para baixar por aí&#8230;</li>
<li>[pdf,<br />
doc...]: é o formato do arquivo, se há um marcador como este no material, parabéns, significa que ele provavelmente poderá ser baixado como um arquivo. Os resultados que não tem isso geralmente são indicações de outras bases de dados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Do lado direito, depois do nome do artigo também tem um link com um endereço da web resumido e uma marcação. É uma tentativa do Google de te levar direto para o arquivo do artigo. Isso é muito interessante pois alguns artigos não podem ser baixados nos seus sites de origem, mas podem ser baixados aqui. Então se estiver tendo dificuldades, tente este link. Ele ocorre mesmo em artigos que não tem marcador de formato de arquivo.</p>
<p style="text-align:justify;">A busca avançada também oferece recursos como pesquisa por data, por periódico, por autor e etc&#8230; Por fim, alguns recursos que o Google Acadêmico oferece são:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Alerta por e-mail: permite receber um e-mail cada vez que um novo material é encontrado para a base. Infelizmente não é possível assinar resultados por RSS como na busca da Web.</li>
<li>Desde: dá para filtrar resultados pela data indicando desde que ano você quer resultados. Bom para ver as pesquisas recentes. Esta opção fica no topo da página de resultados, perto do campo de busca.</li>
<li>Incluir Citações: esta opção permite excluir as citações e forçar o Google a lista resultados que tenham pelo menos um resumo/abstract. Pode poupar muito tempo. Também fica no topo da página.</li>
</ul>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/tutoriais-e-dicas/'>Tutoriais e Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigos/'>artigos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/capes/'>capes</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ciencia/'>ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/google/'>google</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pesquisa/'>pesquisa</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/504/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=504&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Top 10 de Hábitos Saudáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 23:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[askmen]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito a partir do original do AskMen 10. Levante com as pernas e não com as costas: Já ouvi muito isso, demorei para entender também A coluna é uma das partes do corpo que mais sofrem depois da sola dos pés. Primeiro que ela sustenta nosso peso a maior parte do dia e isso é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=496&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito a partir do original do <a href="http://www.askmen.com/top_10/fitness/top-10-healthy-habits_1.html">AskMen</a></p>
<p><strong>10. Levante com as pernas e não com as costas:</strong><br />
Já ouvi muito isso, demorei para entender também A coluna é uma das partes do corpo que mais sofrem depois da sola dos pés. Primeiro que ela sustenta nosso peso a maior parte do dia e isso é crítico para quem fica o dia inteiro sentado (sim, porque o peso se concentra na lombar). Posturas inadequadas ajudam a acabar com a lombar de uma vez por todas. Mas o que acaba mesmo com as costas é o levantamento de peso. Geralmente quando vamos pegar alguma coisa do chão dobramos para baixo e erguemos seja lá o que for com os músculos dorsais o que cria um pressão incrível sobre as vértebras, isso pode te deixar travado pelo resto do dia. Para evitar, siga a velha dica de agachar levemente e levantar o peso com as suas pernas (que são bem fortes) e não com as costas.</p>
<p>Agachar é difícil? Faça uns exercícios, chegue perto de uma porta ou corredor e fique de cócoras (as paredes são para dar apoio). Desça e suba novamente umas 9 vezes, sempre mantendo as costas eretas, isso ajuda a criar força nas coxas e ter um certo senso de equilíbrio. Na verdade isso é a forma simplificada de um exercício de academia chamado agachamento que faz justamente isso. Uma coisa interessante, no filme Memórias de uma Gueixa há uma cena em que a aprendiz é ensinada a se ajoelhar e levantar-se com a devida elegância. Essa forma de subir e descer ao chão além de elegante é prática e melhora o equilíbrio e preservar as costas. Tanto que muitos dos movimentos dela envolvem ajoelhar e subir carregando coisas. Como fazer isso? Basta descer um dos joelhos mais do que o outro e manter as costas eretas, nada de se apoiar no joelho com as mãos nem no chão.</p>
<p><strong>9. Alongamento</strong><br />
Sabia que uma parte da sua circulação sanguínea é feita pelos músculos do corpo todo? É que o coração só bombeia sangue para fora (o arterial) e é incapaz de puxa-lo de volta (o venoso). Quem ajuda nesta circulação de retorno são os músculos esqueléticos que, ao se contraírem, comprimem as veias forçando o sangue a voltar para o coração. É por isso que quando ficamos parados por muito tempo sentimos o corpo ficar letárgico por causa do sangue se movimentando de forma mais lenta.</p>
<p>Atividade física é excelente para melhorar a circulação do sangue porque além dos músculos esqueléticos ela também fortalece os músculos lisos que envolvem as artérias e regulam a pressão sanguínea. Outra coisa que ajuda muito são alongamentos, eles também tem o efeito de comprimir as veias e ao mesmo tempo fortalecem os músculos e previnem pequenos danos ao longo do dia. Por isso é bom se alongar antes dos exercícios, depois (para ajudar os músculos a se recomporem) e também de manhã e à noite para ajudar ao longo do dia.</p>
<p><strong>8. Respiração</strong><br />
Algumas pessoas respiram pela barriga, essas são péssimas para se fingirem de mortas. Outras orgulhosamente respiram pelo tórax que é uma caixa quase sem mobilidade o que dificulta bastante a respiração. Ambas as formas estão erradas. Quem respira movendo a barriga para frente e para trás apenas cria uma pressão negativa parcial sobre os pulmões que é insuficiente para faze-los respirar normalmente. O tórax vai pelo mesmo caminho. Uma boa respiração é usar o diafragma, um músculo logo abaixo do tórax e acima do estômago. Assim você tem acessa todo o potencial dos pulmões pois o diafragma tem força e espaço para se mover e bombear completamente. Isso além de melhorar a oxigenação e resistência física também ajuda o coração a trabalhar menos pois um sangue melhor oxigenado permite que ele trabalhe de forma mais efetiva.</p>
<p><strong>7. Café da Manhã</strong><br />
Uma das dicas de quem faz dieta é ter o café de um rei. O café é uma das refeições mais importantes do dia, ela dita muita coisa sobre o metabolismo da pessoa. Uma primeira refeição ruim deixa você sem ânimo pelo resto do dia, comendo bobagens para compensar o dia inteiro. Então, de manhã, seja feliz: frutas, café, iogurte, cereais, queijos, sucos, leite, proteínas, tudo integral!</p>
<p><strong>6. Um lanche</strong><br />
Manter-se alimentado ao longo do dia também é importante. E mais importante ainda é o que se come por aí. McComida é um droga, mesmo os lugares mais saudáveis como o Subway são péssimos para lanches. Acontece que comida rápida é cheia de açúcar e gordura, coisas que o corpo processa extremamente rápido. Então uns 5 minutos depois de comer um pacote de biscoito você precisará de outro. Arranje uns açúcares e gorduras mais complexos para que sejam processados mais lentamente como proteína de soja, cereais, frutas e etc&#8230; Nosso metabolismo é complexo, contar calorias é perda de tempo, é uma questão de composição nutricional que realmente gerencia o metabolismo.</p>
<p><strong>5. Coma menos e mais</strong><br />
Seguindo as duas anteriores, uma das recomendações é comer menos em cada refeição e comer mais ao longo do dia. Por que isso? Para quem malha é crítico pois a massa muscular em crescimento precisa de energia constante para se manter, na falta de energia o corpo apela para o downsizing e começa a destruir os próprios tecidos para se manter. Então, adeus músculos! Para quem está apenas tentando emagrecer ou apenas com uma atividade física leve a lógica é a mesma, na falta de energia o corpo lança o plano apagão e começa a reduzir o metabolismo para poupar, mas com o metabolismo pela metade você teria que cortar as calorias pela metade também criando um ciclo interminável de cortes orçamento que geram o efeito sanfona. Manter o corpo abastecido com a energia e nutriente que ele necessita ao longo do dia é essencial para a saúde, tanto dos atletas quanto dos nem tão atletas assim.</p>
<p><strong>4. Água!</strong><br />
A maior parte de você é água, quase todos os ciclos bioquímicos consomem ou precisam de água para acontecer. Seus rins precisam dela para funcionar, seu fígado precisa dela para te desintoxicar, os músculos precisam dela para conseguir tônus, até o sangue usa para regular a pressão arterial. Beba muita água, o dia inteiro e toda hora. Tomar 10 litros d&#8217;água antes de sair de casa e passar sede o resto do dia é inútil. Para quem está na academia a dica é beber água entre uma série e outra. O corpo precisa de um tempo para absorver e usar o líquido adequadamente.</p>
<p><strong>3. Dormir</strong><br />
O sono não só é importante para o descanso mas para a aprendizagem e o crescimento também. Geralmente crescemos durante o sono, nossos processos de regeneração também se dão durante a noite. O cérebro limpa as sinapses e cria novas conexões à noite. Uma boa noite de sono também faz bem ao coração, não apenas pelo descanso mas também porque reduz a carga de trabalho dele como um todo. A falta de sono também cria ansiedade. Cuidado para não dormir demais, isso deixa você se sentido péssimo ao logo do dia. Procure ter pelo menos 6 a 8 horas de sono por dia.</p>
<p><strong>2. Exercite-se regularmente</strong><br />
Essa também é conhecida de todos. A atividade física regular trás muitos benefícios ao corpo como o fortalecimento muscular (lembre-se que o coração é um músculo, ele também fica mais forte quando é bem usado), melhor circulação sanguínea, melhor respiração, desintoxicação, melhor concentração, maior resistência e por aí vai. Uma coisa interessante é que o coração de quem pratica atividade física bate mais devagar em repouso, geralmente 40/min, em relação ao dos sedentários, até 120/min. Isso acontece porque o coração &#8220;sarado&#8221; tem mais força e precisa bater menos para bombear sangue. Isso ajuda a evitar o desgaste do coração ao longo da vida.</p>
<p>Uma coisa importante, a recomendação é atividade física moderada ao menos 3 ou 4 vezes por semana. E o futebol no fim de semana? É uma péssima ideia, a regularidade da atividade é que trás o benefício. Os chamados atletas casuais estão sujeitos a uma carga repentina sobre o coração que dependendo das condições do mesmo pode ser prejudicial.</p>
<p><strong>1. Atividade no Dia-a-Dia</strong><br />
Suba as escadas até o seu escritório, desça uma parada antes ou depois da sua todo dia, vá andando para o supermercado. Essas coisinhas que fazemos todos os dias são importantes para nossa saúde. Ajudam a perder peso, a ganhar um pouco de resistência e conhecer alguém pelo caminho. Essa atividade física fragmentada e diária apenas complementa a atividade física que falei antes, não a substitui de forma alguma, mas sem dúvida ajuda.</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/askmen/'>askmen</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/saude/'>saúde</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/496/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/496/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=496&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Diatomáceas de Sedimento: respirando nitrato em condições escuras e anóxicas</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 17:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<category><![CDATA[anoxia]]></category>
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		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Este artigo é muito interessante e me fez lembrar do meu primeiro plano de monografia, que era com diatomáceas de sedimento. Anja Kamp e seus colaboradores do Instituto Max Planck para Microbiologia Marinha fizeram um experimento para elucidar como as diatomáceas sobrevivem em condições de falta de luminosidade, nutrientes e anoxia. Isso é interessante porque justamente as diatomáceas são conhecidas por sobreviverem enterradas no sedimento por longos períodos, algo totalmente fora do padrão das outras algas.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">As diatomáceas são organismos fotoautótrofos que podem ser encontrados em todo o planeta, tanto em águas continentais (rios e lagos) quanto marinhas (estuários inclusos) além serem encontradas entre o fitoplâncton (pelágicas) ou vivendo no fundo da água, no sedimento (bentônicas). Sua grande resistência, distribuição e produtividade as tornam responsáveis por certa de 40% da produção primária dos ecossistemas marinhos, são importantes como alimento para todo tipo de organismo e tem um importante papel no ciclo global do carbono.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo depois de grandes florações algais, os <em>blooms</em>, ocorre a precipitação de massa da superpopulação de diatomáceas. Geralmente esse processo é mediado pelo esgotamento dos nutrientes na coluna d&#8217;água, principalmente a sílica, que é usada pelas diatomáceas para sintetizar sua parede celular &#8211; atende pelo nome de teca &#8211; que é praticamente uma concha de vidro. Uma fração importante das diatomáceas depositadas no sedimento pode sobreviver por muito tempo em condições anóxicas e sem luminosidade. A forma como as diatomáceas sobrevivem nestas condições, assim como a função do nitrato intracelular, ainda é desconhecida.</p>
<p style="text-align:justify;">As precipitações de <em>blooms</em> são apenas uma das formas pelas quais as algas acabam debaixo da terra. A atividade de animais no sedimento também pode enterra-las, isso se chama bioturbação. Outra coisa que pode acontecer são perturbações no sedimento causadas por correntes ou pela maré que podem soterrar colônias de diatomáceas betônicas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Algumas diatomáceas que vivem em ambientes litorâneos apresentam um comportamento interessante. Elas migram de grão em grão para camadas mais profundas de sedimento para fugirem de serem levadas pela maré (MOSS, 1977; HARPER, 1969). Depois elas retornam para a superfície para fotossintetizar. Outras que carecem de mobilidade precisam esperar a boa vontade das ondas para desenterra-las e isso pode demorar muito tempo. Por isto, muitas apresentam uma incrível resistência e podem viver enterradas, sem fotossíntese ou oxigênio por bastante tempo. Algas que vivem enterradas no sedimento são chamadas de episâmicas (ROUND, 1965) e justamente as diatomáceas são as principais representantes deste grupo de algas (UBOM &amp; ESSIEN, 2003).</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Muitas diatomáceas estocam NO3- dentro das células em concentrações 100mM o que excede a concentração do ambiente em muitas vezes. Já era conhecido que elas usam o Nitrato para redução assimilatória (incorporação de nitrogênio), porém, o estoque também pode ser usado para redução dissimilatória. A redução dissimilatória de nitrato é um processo de respiração encontrado em bactérias, principalmente nas sulfurosas. Dentre os eucariotos, somente os fungos apresentam este mecanismo. A reação consiste de redução do NO3- para NO2- &#8211; com transporte de elétrons via fosforilação &#8211; seguido da redução do NO2- em NH4+(amônia) com uma fosforilação em nível de substrato.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Métodos:</h1>
<p style="text-align:justify;">Foram feitas 3 culturas de diatomáceas pelágicas e bentônicas para avaliar a capacidade máxima de estocagem de NO3- e a correlação entre isto e a sobrevivência em condições afóticas e anóxicas. Depois a diatomácea bentônica <em>Amphora</em> coffeaeformis foi usada como modelo para avaliar o consumo de Nitrado depois de uma súbita exposição a condições afóticas e anóxicas.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Resultados e Discussão:</h1>
<p style="text-align:justify;">Foi encontrada uma correlação positiva entre a concentração de nitrato intracelular a a resistência a condições anóxicas e afóticas das espécies avaliadas. Curiosamente não há relação a sobrevivência e ela ser pelágica ou não. <em>Nitzschia</em> punctata e <em>A. coffeaeformis</em> foram as recordistas com 28 semanas de sobrevivência. Nenhum dos cultivos apresentou crescimento durante o teste de sobrevivência, porém, todos ainda estavam crescendo assim que o teste iniciou. Este experimento mostrou que a armazenagem de NO3- intracelular é parte de um mecanismo que permite a estas algas sobreviverem em condições adversas. <em>A. coffeaeformis</em> foi a espécie que mostrou os maiores estoques de nitrato.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi registrado um grande consumo de nitrato intracelular durante o experimento de sobrevivência, sendo a maior parte usado nas primeiras 8 horas. 21 horas depois 87% do nitrato havia sido consumido. Durante o experimento de sobrevivência, a <em>A. coffeaeformis</em> consumia o nitrato intracelular liberando amônia no meio de cultura. Quando as colônias eram expostas a luz a respiração do nitrogênio prosseguia, mas sem liberação de amônia. Aparentemente o nitrato é usado para crescimento em condições ótimas e para sobrevivência em condições adversas. O consumo extremamente rápido do nitrato nas primeiras horas em condições adversas sugerem que ele é usado como fonte de energia durante a transição do estado de crescimento para um estado de latência das células. Isto é evidenciado pela queda abrupta do consumo de nitrato algumas horas depois de iniciado o experimento.</p>
<p style="text-align:justify;">As células sobreviventes ao experimento mostraram pouca degradação dos pigmento e fotossintetizaram assim que expostas à luz. A habilidade das diatomáceas de processar o nitrato como os procariotos e fungos fazem pode ter sido incorporada ao seu DNA via transferência horizontal de genes de bactérias marinhas. Além disto, as diatomáceas revelaram ter uma combinação de mecanismos metabólicos que jamais foram encontrados juntos em qualquer organismo. Esta capacidade de sobreviver em condições anóxicas e afóticas explicaria porque a s diatomáceas se mantêm tão ativas em meios sem luz ou nutrientes e também porque elas retomam as atividades tão rapidamente depois de submetidas a condições adversas.</p>
<div id="attachment_498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 527px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/04/ciclo-de-viada.png"><img class="size-full wp-image-498 " title="Ilustração do artigo: Mostra como seria o ciclo de vida das diatomáceas em função do nitrato intracelular. Elas o utilizariam para crescimento em ambiente rico em nutrientes. Quando expostas a condições adversas, o nitrato seria a fonte de energia para a entrada em um estado de resistência que duraria até que a alga encontrasse um ambiente adequado mais uma vez por ressurgência ou migração até camadas de sedimento ou água mais iluminadas e ricas em nutrientes." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/04/ciclo-de-viada.png?w=600" alt="Ilustração do artigo: Mostra como seria o ciclo de vida das diatomáceas em função do nitrato intracelular. Elas o utilizariam para crescimento em ambiente rico em nutrientes. Quando expostas a condições adversas, o nitrato seria a fonte de energia para a entrada em um estado de resistência que duraria até que a alga encontrasse um ambiente adequado mais uma vez por ressurgência ou migração até camadas de sedimento ou água mais iluminadas e ricas em nutrientes."   /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração do artigo: Mostra como seria o ciclo de vida das diatomáceas em função do nitrato intracelular. Elas o utilizariam para crescimento em ambiente rico em nutrientes. Quando expostas a condições adversas, o nitrato seria a fonte de energia para a entrada em um estado de resistência que duraria até que a alga encontrasse um ambiente adequado mais uma vez por ressurgência ou migração até camadas de sedimento ou água mais iluminadas e ricas em nutrientes.</p></div>
<p style="text-align:justify;">O experimento também evidência a importância das diatomáceas no ciclo do nitrogênio pois são extremamente abundantes em ambientes marinhos onde são responsáveis por cerca de 30-50% da perda de nitrogênio da água oceânica.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigo de Referência:</strong><br />
Kamp, A.; Beer, D.; Nitsch, J. L.; Lavik, G.; Stief, P. <a href="https://rafaelocremix.wordpress.com/wp-admin/www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1015744108" target="_blank">Diatoms respire nitrate to survive dark and anoxic conditions</a>. <strong>Preceedings of the National Academy of Sciences</strong>, v.108, n.14, p. 5649–5654. 2011.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referências Consultadas:</strong><br />
HARPER, M.A. Movement and migration of diatoms on sand grains. <strong>European Journal of Phycology</strong>. [S.I.], p. 97-103, ABR. 1969.</p>
<p style="text-align:justify;">MOSS, B. Adaptations of Epipelie and Epipsammic Freshwater Algae. <strong>Oecologia</strong> . Berlin, v. 28, n° 1, p. 103-108, mar. 1977.</p>
<p style="text-align:justify;">ROUND, F.E. The epipsammon; a relatively unknown freshwater algal association. <strong>European Journal of Phycology</strong>. [S.I.], p. 456-462. 1965.</p>
<p style="text-align:justify;">UBOM, R. M.; ESSIEN, J. P.; Distribution and Significance of Epipsammic Algae in the Coastal Shore (Ibeno Beach) of Qua Iboe River Estuary, Nigeria . <strong>The Environmentalist</strong>. [S.I.], n° 23,p. 109–115. 2003.</p>
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			<media:title type="html">Ilustração do artigo: Mostra como seria o ciclo de vida das diatomáceas em função do nitrato intracelular. Elas o utilizariam para crescimento em ambiente rico em nutrientes. Quando expostas a condições adversas, o nitrato seria a fonte de energia para a entrada em um estado de resistência que duraria até que a alga encontrasse um ambiente adequado mais uma vez por ressurgência ou migração até camadas de sedimento ou água mais iluminadas e ricas em nutrientes.</media:title>
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		<title>Para que servem as correntes de email?</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/03/31/para-que-servem-as-correntes-de-email/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 00:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
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		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[corrente]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿﻿﻿﻿Se tem uma coisa que me diverte são essas correntes de email. Antigamente elas tinham o propósito claro de serem simpatias idiotas de gente que não tem o que fazer. Para piorar, tem gente que realmente não tem o que fazer e envia corrente pelo correio! Isso mesmo, dia desses caiu na minha caixa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=488&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">﻿﻿﻿﻿Se tem uma coisa que me diverte são essas correntes de email. Antigamente elas tinham o propósito claro de serem simpatias idiotas de gente que não tem o que fazer. Para piorar, tem gente que realmente não tem o que fazer e envia corrente pelo correio!</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 547px"><img class=" " src="http://robertobertholdo.jornale.com.br/wp-content/uploads/2010/04/LOGO-MARCA-correios-ECT.jpg" alt="" width="537" height="134" /><p class="wp-caption-text">Usei os correios pela primeira vez ano passado. Odiei!</p></div>
<p style="text-align:justify;">Isso mesmo, dia desses caiu na minha caixa de correio (que conste nos autos! aquela que o &#8220;homem-amarelo&#8221; usa para depositar multas do DETRAN) uma daquelas correntes que nem se vê mais:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Nossa Senhora Edwiges das Cucuias Milagrosas, faz jumento falar, faz cego andar, blablablablablablablabla, não sei quem nos Estados Unidos (Mr. Smith?) ganhou não sei quantos mil depois de passa a corrente&#8230;. não sei quem na Índia morreu em uma queda de avião enquanto dirigia um carro&#8230;.mande para umas 6 pessoas&#8230; que Deus te lasque!&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Geralmente na mensagem o pessoa coloca:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vamos enviar pessoal, não custa nada&#8230; mimimimi&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mas essa aqui custou. Deve ter custado no mínimo 10 Centavos, que é o preço médio de uma Xerox por aqui. Fora a pessoa ter andado uns 5km colocando essa droga na correspondência alheia. Bem, que se dane. Eu vim aqui para falar de coisas reais e impactantes de verdade. O problema das correntes de email é que elas ganharam um novo propósito, muito mais interessante e uma roupagem muito mais perversa.</p>
<p>Lembro que no começo de 2010, recebi um email que era mais ou menos assim:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ajude a pobre menina Michele, ela tem 2 aninhos, está com uma forma grave de câncer no cérebro, incurável, vai morrer em 2 meses&#8230;blablablablablablaDEUS te dará em dobroblablablablablaQuem não se emociona não tem coraçãoblablablablablablabla&#8230;..&#8221;</p>
<p>(aí vem a parte interessante):</p>
<p>&#8220;Envie para todos os seus contatos! Para cada email que você enviar, a AOL doará uns 30 centavos para a família&#8230;.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Pronto é basicamente isso. Tinha até foto da menina, ela tinha era uma pereba na pele que diziam ser o câncer já saindo pela superfície do corpo, nada haver.</p>
<p>Continuando, em 2011, no final do ano recebi uma nova corrente que dizia assim:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ajude a pobre menina Raquel&#8230; blablablabla(ctrl + c/ctrl + v: i love you)blablablablablablablabla&#8230;.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Era a mesma, menina, a mesma foto, a mesma doença, outro ano, outro nome e 12 meses depois. Existem várias correntes assim. Tem uma que o Bill Gates (que não é mais o cara mais rico do mundo a tempos diga-se) vai DAR para você um dólar a cada 100 vezes que você reenviar a mensagem. Tem outra que a AOL, ou o Google te dão dinheiro só para você reenviar a mensagem. Todas são o mesmo esquema. Vamos fazer algumas reflexões:</p>
<p><strong>1. A menina com câncer/sequestrada/sequelada, como ela sobreviveu mais de um ano depois?</strong><br />
<strong>R</strong>: Com a graça do Senhor! Amém!</p>
<p><strong>2. Por que a Microsoft, o Bill Gates, a AOL, o UOL, o Google, e seja lá quem for está dando dinheiro assim de graça?</strong><br />
<strong>R:</strong> Eles não estão dando dinheiro pra ninguém, nem para os funcionários, querem mais é que você se DANE! VÁ PROCURAR TRABALHAR!</p>
<p><strong>3. Como eles sabem que eu encaminhei a mensagem?</strong><br />
<strong>R</strong>: Eles não sabem, ninguém sabe, só quem recebeu a mensagem. Essas empresas/pessoas não tem nada haver com isso.</p>
<p><strong>4. O que realmente são essas correntes de email?</strong><br />
<strong>R</strong>: Eis uma boa pergunta&#8230;</p>
<p>Já pensei em algumas possibilidades. A que me parece mais correta é que a corrente de email é uma forma de coletar emails das pessoas. Funciona assim:</p>
<p>Você envia para todos os seus contatos e cada vez que são enviados os emails vocês fazem o favor de enviar também essa linda e imensa lista de emails que vem antes de cada mensagem por causa do encaminhamento. Sim, essa lista enorme que fica antes da mensagem é a grande jogada. Um dia essa mensagem chega no email de quem a enviou originalmente (um cracker/spammer), e quando chegar terá uns 10.000 emails incautos lá. Estas listas de emails podem ser usadas para muitas coisas:</p>
<ul>
<li>Fazer cadastros em sites</li>
<li>Enviar Spam</li>
<li>Sequestro de identidade online</li>
<li>Fraudes bancárias</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Entenderam? A corrente de email é uma forma simples e prática de conseguir uma lista enorme de emails válios que pode ser vendida ou usada para fins criminosos de todo tipo. Agora você sabe como funciona uma corrente de emails&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">PS: Hoje recebi uma dessas e tive a curiosidade ver o andamento das coisas. Lá perto da mensagem tem um email solitário da pequena pessoa que enviou, talvez seja o cretino por trás de tudo, ou apenas mais um incauto que a encaminhou. A mensagem começa em 22 de Março de 2011 às 13:09. Logo em seguida é encaminhada dia 23 de Março de 2011 às 9:33, 16:30 e 20:59. Estamos menos de 24 horas depois e já dá para contar uns 300 emails no corpo de texto&#8230;. e a loucura segue, contei uns 27 encaminhamentos entre Hotmails, funcionários da Petrobras, usuários da Globo.com e assim por diante até que chegou em uma amiga minha e ela encaminhou para mim.</p>
</blockquote>
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	</item>
		<item>
		<title>O Monge e o Lixeiro: Levando uma vida mais leve</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 22:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma vez disse a uma amiga (o twitter todo sabe que é a <a href="http://www.twitter.com/camillahelena">@camillahelena</a>) que jogar o passado para trás faz o futuro ficar mais próximo. É assim que eu penso quando se trata de renovar os pensamentos e tudo mais na vida. Acredito que uma boa forma de recomeçar seja literalmente arrumando a casa. As vezes fico de saco cheio da vida e começo a jogar coisas fora e essa é a melhor maneira de esvaziar a cabeça dos pensamentos. Harry Potter tem uma penseira para guardar pensamentos e lembranças ruins, eu tenho uma lixeira de verdade!</p>
<p style="text-align:justify;">O que me inspirou a escrever isto foi um artigo do Lifehacker contendo &#8220;<a href="http://www.lifehack.org/articles/lifestyle/6-easy-tips-for-living-with-100-items-or-less.html">6 dicas para viver com apenas 100 coisas</a>&#8220;. A ideia nele é que as pessoas podem ser mais felizes levando uma vida mais simples e leve carregando menos coisas consigo o que sugere uma filosofia parecida com a do budismo. Nesta tradição o desapego às coisas materiais não é mera questão de fazer voto de pobreza, o desapego faz a pessoa se libertar da ansiedade de perder coisas substituíveis e reconquistáveis. Concordo em muito com essa ideia. Faz bastante tempo, tive que fazer uma longa, divertida e tortuosa viagem. Fui de São Luís &#8211; MA para Caxambu &#8211; MG, para participar do Congresso de Ecologia, em um ônibus nada confortável para um sujeito de 1,80m. Pela primeira vez na vida saia do meu estado natal e tinha que arrumar as malas pra valer, alguns dias de estrada, outros de evento, mais outros de estrada, sem lavanderia&#8230; (uns 8 dias no total). Durante a viagem, percebi que muita coisa que havia levado comigo era desnecessária: um caderno, dois tênis, um par de cintos, muita bagulho na bagagem de mão&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Se pudesse arrumar minha mala novamente teria levado só metade das coisas que levei, teria usado a mala média cheia em vez da grande lotada. Quando voltei para casa decidi que poderia viver (melhor) se eu tivesse menos coisas. Então comecei a caçar uns culpados no meu quarto. Na época, eu colecionava várias coisas: revistas, material de escritório (tenho estoque de alguns até hoje), caixas vazias (para guardar coisas), ferramentas, coisas que eu UM DIA precisaria e assim por diante. Joguei tudo fora, doei a coleção de revistas (para um bando de analfabetos funcionais que as usaram como calço de mesa =/), reduzi minha caixa de ferramentas, usei umas coisas que estava economizando, reciclei umas anotações transformando-as em blocos de notas (agora tenho tudo em txt, quase nada de papel) e etc. Devo ter jogado uns dois sacos de lixo, grandes, cheios de coisas fora. Não foi só no quarto que dei uma geral, meu pc não escapou. Me livrei de uns filmes que só assisti uma vez, de umas músicas que não gostava tanto, de uns programas que já não tinham tanta utilidade e até uns favoritos que não frequentava tanto. Agora tenho um quarto mais limpo, um computador mais organizado e uma mente menos preocupada. Entretanto é preciso ficar sempre atento. Estou revendo meus conceitos constantemente, sempre revendo o que realmente preciso, quais arquivos uso, que ferramentas são úteis. Sempre procuro novos e melhores programas para meu PC. Agora por exemplo, sacrifiquei um aplicativo que sempre me fora muito útil porque encontrei um substituto mais prático. Estou sempre revisitando minhas fontes de informação (feeds) para ver quais realmente estão me trazendo notícias relevantes. O mesmo pode ser aplicado a sua caixa de emails. Quantos emails você recebe por dia que são só mensagens automáticas tipo &#8220;Fulano te seguiu no Twitter&#8221; &#8220;Beltrano falou mal de você no Facebook&#8230;&#8221;? Cancelei o recebimento de TODAS elas. Embora eu tenha que ir no Facebook para ler minhas mensagens, passo bem menos tempo lá do que antes, interessante não?</p>
<p style="text-align:justify;">O que fazer para esvaziar sua mente e viver tranquilamente:</p>
<ol>
<li style="text-align:justify;"><strong>Leve consigo somente o que pode carregar</strong>:  essa vale para a sua mochila e para a sua casa. Repense suas coisas, você precisa mesmo de uma <a href="http://www.efetividade.net/2006/11/09/o-que-tinha-na-minha-mochila/" target="_blank">mochila? </a>Você precisa mesmo andar com o Notebook onde for? Precisa de um caderno? Eu tenho um fichário e um pendrive, só. Isso quando não saio de casa sem nada. E sua carteira, quantos cartões de crédito, visita, calendários, simpatias você carrega nela? Siga a política do escoteiro e livre-se de tudo que você não precisa realmente.</li>
<li style="text-align:justify;"><strong>E se&#8230; um dia eu viajar para o Polo Norte?</strong>: as vezes guardamos coisas com a esperança de usa-las no futuro. Eu tinha um pilha de folhas de papel pardo que achei em algum lugar no longínquo 2009 e não usei até agora. A não ser que você tenha achado alguma coisa legal e esteja planejando usa-la em breve, você dificilmente irá usa-la no futuro.</li>
<li style="text-align:justify;"><strong>Reciclagem e outras coisas verdes</strong>: algumas coisas estão guardadas por puro apego, outras esperando por um destino, então dê um destino a elas. Eu tinha vários cds de instalação dos meus antigos computadores, nunca usei a maioria, cabos, peças, manuais de instrução; joguei tudo fora, exceto os cds. Simplesmente comecei a cola-los na parede, agora são decoração. Veja se tem cosias guardadas por aí que possam ser utilizadas de outra forma. Caixas de papelão velhas são ótimas lixeiras e caixas de sapato são boas para organizar material de escritório. Quem compra muito pela internet tem pilhas disto. Outra coisa são cabos velhos, alguns podem ser vendidos. Outros transformados em varal! Aquelas toalhas velhas e surradas que mais arranham do que secam viram excelentes panos de chão.</li>
<li style="text-align:justify;"><strong>Vida <del>na Rede</del> Social</strong>: diminua a quantidade de email que você recebe, isso ajuda muito a se concentrar no que é realmente importante. Vejamos, dei a dica do Facebook lá em cima, mas é só o começo. Livre-se também das notificações de aplicativos <a href="http://www.facebook.com/help/?page=964&amp;hloc=pt_BR" target="_blank">bloqueando-os</a>. Faça o mesmo com Orkut e Twitter, cancelando a notificação de novos followers e etc. Deixe as mensagens diretas, as vezes são importantes. No email, exclua e marque como spam sem dó nem piedade .  Isso deve diminuir a quantidade de email que você recebe por dia em pelo menos 80%. E sites, quantos cadastros em sites você já tem? Que tal se livrar de alguns que não veem login a mais de 2 meses?</li>
<li style="text-align:justify;"><strong>Seja caridoso, Gafanhoto:</strong> que tal dar uma de &#8220;do bem&#8221; e doar umas coisas? Assim você se livra de uma coisa que não precisa e ajuda alguém que precisa. As poucas coisas que tenho guardas ainda estão esperando a época das gincanas sociais das escolas que é quando os alunos passam de porta em porta no meu bairro pedindo doações. Aí eu aproveito e carrego eles de coisas, principalmente material de escritório.</li>
<li style="text-align:justify;"><strong>Sistema Operacional</strong>: uma das melhores dicas é livrar-se de coisas monotarefa  e adotar um estilo multitarefa. Por exemplo, tenho poucos programas em meu computador, a maioria deles agrega funções diversas e automáticas. Livre-se das rotinas e deixe que elas cuidem de si mesmas! Crie modelos de documentos e use-os para poupar trabalho. Adote programas que agregam funções diversificadas, fazendo muitas coisas ao mesmo tempo. Seja prático e adote ferramentas assim no dia-a-dia. Seu telefone tem uma agenda mágica que sincroniza com os compromissos com o computador e tudo?  Que tal uma a<a href="http://www.efetividade.net/2006/08/03/transformando-um-caderno-comum-em-uma-agenda-de-compromissos-personalizada/" target="_blank">genda de papel</a> mesmo? Que tal a faca do Rambo em vez de um faqueiro?</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Monografia com o OpenOffice: Estilos de Parágrafo e Página</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/02/21/formatando-com-openoffice/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 15:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais e Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[computação]]></category>
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		<description><![CDATA[Normalizar uma monografia é uma das coisas mais trabalhosas que já vi alguém fazendo. Geralmente passa-se 40% do tempo escrevendo texto e os outros 60% formatando. Há quem pague para outra pessoa fazer isso e conheço quem ganhe a vida assim. E não é só monografia de tira o sono, formatar artigos também é um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=455&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Normalizar uma monografia é uma das coisas mais trabalhosas que já vi alguém fazendo. Geralmente passa-se 40% do tempo escrevendo texto e os outros 60% formatando. Há quem pague para outra pessoa fazer isso e conheço quem ganhe a vida assim. E não é só monografia de tira o sono, formatar artigos também é um suplício para alguns. De fato, a maior parte deste esforço é desnecessário. Programas como o Writer do OpenOffice/LibreOffice e o próprio Word são perfeitamente capazes de criar formatação riquíssima usando recursos relativamente simples que automatizam todo o processo de diagramação e formatação. Mesmo o gerenciamento das referências pode ser automatizado. Aqui, descreverei como formatar uma monografia usando o Writer e farei alguns comentários sobre como fazer o mesmo no Word. O foco aqui é dominar as principais ferramentas de formatação como os estilos e configurações do arquivo que tornam nossa vida mais prática. Nada de usar TAB para fazer parágrafos!</p>
<h1 style="text-align:justify;">Definindo Normas</h1>
<p style="text-align:justify;">A primeira coisa a se fazer é definir normas que serão aplicadas ao documento. No nosso caso, usaremos as normas de monografia da <a class="zem_slink" title="Brazilian National Standards Organization" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brazilian_National_Standards_Organization" rel="wikipedia">ABNT</a>. Para texto usarei o clássico dos clássicos: <a class="zem_slink" title="Lorem ipsum" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lorem_ipsum" rel="wikipedia">Lorem Ipsum</a>! Produzido pelo site <a href="http://lipsum.com/" target="_blank">lipsum.com</a>. Como referência, estou usando o livro:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Nahuz, C. D. S.; Ferreira, L. S. <strong>Manual para normalização de monografias</strong>. 4ed. São Luís, Visionária, 2007.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Vamos à disposição gráfica:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Formato</strong>
<ul>
<li>Página A4</li>
<li>Fonte Padrão 12 com 10 para citações longas (usarei Dejavu Sans 10/9 que dá o mesmo tamanho da Times 12/10)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Margens</strong>
<ul>
<li>Superior 3cm</li>
<li>Inferior 2cm</li>
<li>Esquerda 3cm</li>
<li>Direita 3cm</li>
<li>Início de parágrafo 2cm da margem esquerda</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Disposições</strong>
<ul>
<li>Títulos sem numeração (que ficam antes e depois do texto em si como REFERÊNCIAS, APÊNDICE, AGRADECIMENTOS&#8230;) devem ficar sempre em caixa alta e sem qualquer outro caractere</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Espacejamento</strong>
<ul>
<li>Nos parágrafos: 1,5</li>
<li>Em todos os elementos de texto menores como legendas, citações longas, notas, pré-textuais: simples</li>
<li>Entre as referências: simples, com dois parágrafos entre uma e outra</li>
<li>Entre os títulos e as seções: dois parágrafos de 1,5</li>
<li>Entre Numeração e os títulos: um espaço de caractere</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Paginação</strong>
<ul>
<li>As páginas devem ser contadas a partir da ficha catalográfica em algarismos romanos no pré-texto. A numeração arábica fica a partir da primeira página do texto normal</li>
<li>A numeração fica no alto, fonte 10 (9 no nosso caso) a 2cm da borda superior, alinhada à direita.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Agora que já temos nossas normas e nosso texto, podemos começar. Primeiramente, vamos criar um arquivo em branco e colocar as suas devidas seções de texto. Ignore formatação por hora. Essas seções servem para guiar o nosso trabalho. Para estes exemplos, estou usando as seções típicas de uma monografia como Resumo, Sumário, Referências, Capa, Contra-capa e etc&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Definições: <strong>Pré-texto</strong> é o que vem antes de introdução como sumário, resumo, capa e etc. <strong>Texto</strong> é o que vai de Introdução a Conclusão, ou seja, o texto em si. <strong>Pós-Texto</strong> é tudo que vem depois de Conclusão como Referências, Apêndices, Anexos e etc&#8230;</em></p>
</blockquote>
<h1 style="text-align:justify;">Sobre os Estilos <a class="zem_slink" title="OpenDocument" href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenDocument" rel="wikipedia">ODF</a></h1>
<p style="text-align:justify;">O OpenOffice possui um recurso muito legal que são os estilos. Para quem já trabalhou com <a class="zem_slink" title="HTML" href="http://en.wikipedia.org/wiki/HTML" rel="wikipedia">HTML</a> os estilos são muito semelhantes aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cascading_Style_Sheets" target="_blank">CSS</a>s da vida. Para quem não sabe do que estou falando, o estilo é basicamente uma formatação pré-programada que pode ser aplicada sobre o texto. O que é legal do OpenOffice é que existem estilos de quase tudo: de caractere, de parágrafo, de texto, de página, de quadro, de listas&#8230; Configurando os estilos, toda sua formatação fica completamente automatizada. Tudo que for escrito em um estilo, terá a aparência e formato do estilo. É por isso que quando se copia e cola texto de um arquivo para outro, as vezes, o texto colado fica com uma aparência estranha. Isso acontece porque os estilos também são copiados e colados de um documento para o outro. Por isso é importante prestar atenção aos estilos que estão sendo utilizados. Praticamente toda a formatação do documento que nós faremos aqui é baseada em estilos. Então a maior parte deste texto será explicar como configurar cada um dos estilos que utilizaremos e discutir algumas boas práticas. O resto é simples copiar e colar.<br />
Primeiro vamos ver um pouco sobre cada um dos estilos do OpenOffice:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Estilo de Caractere</strong>: semelhante ao estilo de parágrafo, mas este aqui contém formatações específicas para as fontes e apenas para elas. Serve para formatar as fontes sem ter que mexer no parágrafo todo.</li>
<li><strong>Estilo de Parágrafo</strong>: define a aparência de um parágrafo. Elementos como espaçamento, disposição, cor, capitulação, alinhamento, bordas e etc&#8230; estão por aqui. É o estilo que mais tem opções. E é aqui que fica a maior parte do nosso trabalho.</li>
<li><strong>Estilo de Quadro</strong>: controla alguns aspectos gerais de quadros de texto. Quando você cria uma legenda de figura, na verdade é um quadro que a contém. Este estilo é bem simples.</li>
<li><strong>Estilo de Lista</strong>: estilo que gerencia aparência de listas. No nosso caso, usaremos para configurar as alíneas e subalíneas do texto. Também é bem simples.</li>
<li><strong>Estilo de Página</strong>: configura o a disposição da página, tamanho, cabeçalhos, rodapé, plano de fundo e etc. É bem simples mas tem implicações importantes para nós.</li>
</ul>
<h1 style="text-align:justify;">Criando e Configurando Estilos de Página</h1>
<div id="attachment_456" class="wp-caption aligncenter" style="width: 255px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot.png"><img class="size-full wp-image-456 " title="Estilos e Formatação" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot.png?w=600" alt="Estilos e Formatação"   /></a><p class="wp-caption-text">Caixa de Estilos e Formatação, aqui se tem acesso a tudo sobre os estilos</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O estilo de página controlará os elementos mais espinhosos da norma. Embora ele seja simples, o OpenOffice usa os estilos de página como referência para várias formatações automáticas que nos serão úteis. Uma coisa que frita o juízo de muita gente é: <em>Como colocar dois tipos de numeração em tipos diferentes de página?</em> Já vi todo tipo de solução tosca para isso. A maioria delas envolve colocar o pré-texto em um arquivo separado do texto e pós-texto. Fora que colocar os números das páginas manualmente é muito comum. Já imaginou, escrever o número de cada uma das 200 páginas de uma tese? Outra que mata muita gente é: <em>Como criar uma página em paisagem?</em> Por isso o estilo de página é tão importante. Ele fará isso para você de forma totalmente transparente, confiável e simples.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ter acesso aos estilos de um modo geral, abra a caixa <strong>Estilos e Formatação</strong>. Pode ser acessada da barra de ferramentas ou em <em>Menu &gt; Formatar &gt; Estilos e Formatação (atalho F11)</em>. O <strong>Estilo de Página</strong> é o penúltimo botão, com uma paginazinha dobrada.</p>
<p style="text-align:justify;">Note que já temos vários estilos disponíveis. O pessoal do OpenOffice foi esperto e os arquivos ODF já vem com vários estilos padrão que já fazem bastante coisa. O documento sempre usa o estilo <strong>Padrão</strong> para novos arquivos. Para mudar o estilo das páginas do documento basta escolher um estilo na lista. Note que isso muda todas as páginas do documento. Para mudar uma ou outras, veremos a seguir. Note que você pode criar seus próprios estilos como quiser, mas procure sempre usar os que já existem, isso simplifica o trabalho.<br />
Precisaremos do seguintes estilos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Padrão</strong>: usaremos para configurar as páginas do Texto, que receberão numeração arábica e serão listadas no sumário.</li>
<li><strong>Primeira Página</strong>: usaremos não só para a primeira pagina, mas para todas as páginas que antecedem a Ficha Catalográfica.</li>
<li><strong>Pré-Texto</strong>: este não existe, teremos que criar. Servirá para as páginas entre a Ficha Catalográfica e a Introdução. Estas terão os benditos algarismos romanos. São o Pré-Texto.</li>
<li><strong>Paisagem</strong>: esta aqui terá a página em paisagem, usaremos para criar uma página em paisagem no meio das outras sem ter que recorrer a outro documento só para isso.</li>
</ul>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Configurando Estilos de Página</em></h2>
<p style="text-align:justify;">Os estilos de página são bastante intuitivos. Cada aba representa um aspecto da diagramação:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Organizador</strong>: este aqui existe em quase todos os estilos. Serve para criar relações entre eles e colocar nomes. Um elemento importante aqui é o &#8220;Próximo Estilo&#8221;. Ele define qual será o próximo estilo de página. Por exemplo, em &#8220;Primeira Página&#8221; o próximo estilo é &#8220;Padrão&#8221;. Assim quando você aplica o estilo de página, ele afeta apenas as páginas acima dele e não abaixo.</li>
<li><strong>Página</strong>: controla os tamanhos de margem, orientação, tipos de página e elementos de layout</li>
<li><strong>Plano de fundo</strong>: você pode definir uma cor de plano de fundo ou um padrão ou uma imagem. Note que o plano de fundo vai até os tamanhos das margens. Se você quiser que o plano de fundo ocupe toda a página, use margem zero.</li>
<li><strong>Cabeçalho e Rodapé</strong>: estes aqui são idênticos e definem os espaços para os cabeçalhos e rodapés. Uma característica interessante é fazer com que um certo cabeçalho ocorra somente é página direita ou esquerda. Como? Desmarque &#8220;Mesmo conteúdo esquerda/direita&#8221; para ter textos personalizados para cada lado.</li>
<li><strong>Bordas</strong>: é possível colocar bordas na página. Bordas translúcidas são uma opção quando você estiver usando a margem zero em um documento e quiser uma formatação bonita mesmo assim.</li>
<li><strong>Colunas</strong>: é aqui que é definido se o texto é um bloco ou colunas. Para ter páginas diferentes com colunas diferentes, use estilos diferentes de páginas para alternar os tipos de colunas de texto.</li>
<li><strong>Nota de Rodapé</strong>: configura notas de rodapé, parece com a configuração do Rodapé em si&#8230;</li>
</ul>
<div id="attachment_457" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-1.png"><img class="size-full wp-image-457 " title="Configurando Estilos de Página" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-1.png?w=600" alt="Configurando Estilos de Página"   /></a><p class="wp-caption-text">Opções disponíveis do estilo de página</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando o Primeira Página:</strong> Este aqui não tem mistério. Coloque as margens no padrão ABNT, sem rodapé e sem cabeçalho. Também configure o próximo estilo como Primeira Página, isso simplifica nosso trabalho mais adiante. As demais opções são padrão.<br />
<strong>Configurando o Padrão:</strong> Este aqui é importante pois será a maior parte do documento. Ative Cabeçalho, pois a numeração fica nele. Rodapé fica de fora. Como é uma monografia, as páginas esquerda e direita terão os mesmos conteúdos. Portanto, deixe &#8220;Mesmo conteúdo esquerda/direita&#8221; ativado. E só.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Curiosidade: o OpenOffice mede a distância do cabeçalho a partir da margem da página e não a partir da borda da página. Então se colocarmos a margem ABNT para a página e para o cabeçalho, este ultimo ficará longe de mais da borda da página. Desconte 1 cm da borda superior para que o cabeçalho fique correto então. </em><br />
<strong> </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Pré-texto:</strong> Este aqui segue a mesma configuração do &#8220;Padrão&#8221;, ele serve apenas para que o OpenOffice saiba a diferença entre cada tipo de página na hora de fazer as numerações.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Para criar um estilo baseado em outro clique com o direito sobre o &#8220;estilo pai&#8221; e escolha &#8220;Novo&#8230;&#8221;. Batize o novo estilo e pronto! O novo estilo herdará as configurações de seu estilo pai, isso nos poupa tempo e permite usar o pai como referência para criar modificações em cascata.</em><br />
<strong> </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Paisagem:</strong> Segue as mesmas configurações de Padrão, exceto que a orientação é Paisagem.<br />
<em> </em></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Curiosidade: a margem esquerda de 3cm é para dar espaço para a encadernação. Como a orientação de paisagem é virada de lado, a margem de 3cm da esquerda fica como superior e a margem de 3cm superior fica como direita. </em></p>
</blockquote>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Aplicando Estilos de Página: </em></h2>
<p style="text-align:justify;">A aplicação de estilos de página envolve um processo levemente diferente do usado nos estilos de parágrafo e caractere pois as páginas são mais rigorosas entre si do que o texto. Para definir o estilo de uma página, geralmente basta clicar nela e selecionar o estilo. Mas para aplicar estilos diferenciados para sequencias de páginas isso complica um pouco. Para que funcione direito, tanto a formatação quanto a numeração, é necessário definir até que página vai cada estilo de página e isso é feito usando<strong> Quebras de Estilo</strong>. Mas é bem simples:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Defina as páginas como Primeira Página. Agora vamos em <strong>Ficha Catalográfica</strong>, que é onde começará o Pré-Texto para aplicar a quebra.</li>
<li>Vá em <em>Menu &gt; Inserir &gt; Quebra Manual</em> e escolha <em>&#8220;Quebra de Página</em>&#8221; para pular uma nova página.</li>
<li>Escolha também o estilo das próximas páginas em &#8220;Estilo&#8221; (neste caso Pré-Texto).</li>
<li>E ative <em>&#8220;Alterar número da página&#8221;</em>.</li>
</ul>
<div id="attachment_458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 348px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-2.png"><img class="size-full wp-image-458 " title="Inserindo Quebras" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-2.png?w=600" alt="Inserindo Quebras"   /></a><p class="wp-caption-text">As quebras de coluna são para pular de uma coluna para outra quando houver este tipo de formatação. Para inserir uma quebra de página comum basta um Crtl + Enter.</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Isso quebra a sequencia de páginas, agora com numerações diferentes e com estilos diferentes. Repita este procedimento em Sumário para criar a série de páginas com estilo &#8220;Padrão&#8221; e com a numeração própria. Note que na barra de status do OpenOffice agora a numeração de página diz em que página você está tanto do documento, página da seção e qual seção do documento:</p>
<div id="attachment_459" class="wp-caption aligncenter" style="width: 588px"><img class="size-full wp-image-459 " title="Detalhe da Barra de Status" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-3.png?w=600" alt="Detalhe da Barra de Status"   /><p class="wp-caption-text">Note que dá para ver em que seção do documento se está e qual página da seção em relação ao todo.</p></div>
<p style="text-align:center;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Importante: se você for inserir o estilo Paisagem, precisará prestar atenção a alguns pontos. Primeiro, este estilo provavelmente será uma ou duas páginas no meio de outro estilo. Mas você quer que a numeração de página prossiga normalmente nestas páginas e nas posteriores certo? Ao criar a Quebra de Página que leva ao Paisagem, desmarque &#8220;Alterar número de página&#8221;, isso quebra o estilo sem quebrar a numeração da sequencia. Agora todas as páginas pós-quebra são Paisagem, para delimitar o alcance, insira outra quebra usando o estilo que você quer recuperar &#8211; Padrão, por exemplo &#8211; quebrando o estilo sem quebrar a numeração novamente. </em></p>
</blockquote>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Numeração de Páginas: </em></h2>
<p style="text-align:justify;">Agora vamos colocar a tão problemática numeração de página. Clique em um <strong>Cabeçalho</strong> de Pré-texto vá em <em>Menu &gt; Inserir &gt; Campos &gt; Número da Página</em>. Pronto. Note que a numeração só foi inserida em um dos estilos de página, neste caso, as páginas que estão como Pré-texto. Você precisa inserir para o outro também, além disto, cada um tem uma numeração distinta. Para configurar o tipo de numeração (arábica ou romana), clique com o direito sobre o número e escolha <em>&#8220;Campos&#8230;&#8221;</em>. Lá você pode definir o tipo de numeração e criar atrasos na numeração com a opção <em>&#8220;Deslocamento&#8221;</em> caso precise. Pronto! Temos um documento com numerações de páginas distintas para cada seção interna, devidamente formatadas e configuradas. Atente que as numerações ainda estão fora da norma ABNT de fonte, tamanho de fonte, alinhamento e etc&#8230; Isso será feito logo a seguir.</p>
<div id="attachment_460" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-4.png"><img class="size-full wp-image-460 " title="Editando Campos" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-4.png?w=600&#038;h=297" alt="Editando Campos" width="600" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Existem opções até demais aqui.</p></div>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><em>Importante: Poderíamos ter criado numerações diferentes de página sem usar o estilo Pré-Texto. De fato, podemos criar quebras de numeração sem usar quebras de estilo. Mas isso tem uma implicação. Todas as numerações sob aquele estilo, mesmo que pertençam a seções distintas do documento, terão o mesmo formato de numeração. Como aqui queremos que além de numerações diferentes também tenham caracteres diferentes, tivemos que usar estilos diferentes.</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<h1 style="text-align:justify;">Criando e Configurando os estilos de Parágrafo</h1>
<p style="text-align:justify;">A configuração de estilos de parágrafo é bem complicada porque estes têm uma relação de hierarquia entre si. Por exemplo: se você muda alguma coisa em estilo Padrão, todos os estilos &#8220;dentro&#8221; dele herdam a mudança. Isso pode ser uma dor de cabeça, ou não. O legal dos estilos de parágrafo é mudar toda a formação de todo o texto de interesse com um único toque, sem ter que ficar catando letra por letra como o pessoal faz por aí&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<h2 style="text-align:justify;"><em>Configurando Estilos de Parágrafo: </em></h2>
<p style="text-align:justify;">Os estilos de parágrafo são a primeira opção da caixa Estilos e Formatação. Vamos às opções:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Organizador</strong>: assim como nos estilos de página, controla as relações entre estilos. No caso de &#8220;Padrão&#8221; o próximo estilo é &#8220;Padrão&#8221;, afinal você quer usar o mesmo estilo continuamente pelo texto. Para estilos que regem títulos, o próximo estilo geralmente é &#8220;Corpo de Texto&#8221; porque depois do título retomamos a escrita normal.</li>
<li><strong>Recuos e Espaçamento</strong>: controla o espaço de primeira linha, recuos de parágrafo, espaçamento de entrelinhas, de parágrafo&#8230;</li>
<li><strong>Alinhamento</strong>: controla os alinhamentos: esquerda, direita, centralizado, justificado&#8230;</li>
<li><strong>Fluxo de Texto</strong>: este é interessante, permite inserir quebras ou impedi-las. Se você não quer que um parágrafo comece em uma página e termine em outra marque &#8220;não dividir parágrafo&#8221;. Isso força os parágrafos a se comportarem como blocos de texto. Você também pode induzir quebras de página automaticamente para certas seções do texto. Quer começar cada título em uma página nova? Marque <em>Inserir &gt; Quebras</em>. É possível inserir até mesmo quebras de estilo de página e numeração usando isso.</li>
<li><strong>Fonte</strong>: permite escolher a fonte, tamanho, estilo de fonte e idioma do parágrafo (para correção ortográfica). Isso vai ser legal no <strong>Abstract</strong>, criaremos um estilo só para ele em língua estrangeira.</li>
<li><strong>Efeitos de Fonte</strong>: aqui são definidos enfeites em geral com Cor, Caixa Alta, tachado, sublinhado&#8230;</li>
<li><strong>Posição</strong>: controla coisa pouco utilizadas como texto vertical, espaçamento de caracteres&#8230;</li>
<li><strong>Estrutura de Tópicos e Numeração</strong>: se o seu parágrafo é uma lista ou faz parte de uma numeração, é aqui que é feita esta configuração. Os estilos que controlam os títulos ganham sua numeração a partir daqui.</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Tabulação</strong>: inclui tabulações automaticamente em um parágrafo com o estilo configurado.</li>
<li><strong>Capitulares</strong>: sabe quando um texto começa com aquela letre enorme de início de capítulo? É aqui que se define se o estilo é para isso ou não.</li>
<li><strong>Plano de Fundo</strong>: para criar texto marcado.</li>
<li><strong>Bordas</strong>: criar bordas em torno do parágrafo. Geralmente fica como uma caixa em torno do parágrafo, pode ser usado para criar efeitos legais em títulos ou citações. Mas não usaremos aqui porque a ABNT não inclui essas coisas&#8230;</li>
</ul>
<div id="attachment_461" class="wp-caption aligncenter" style="width: 255px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-5.png"><img class="size-full wp-image-461 " title="Estilos de Parágrafo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-5.png?w=600" alt="Estilos de Parágrafo"   /></a><p class="wp-caption-text">Estilos de Parágrafo são os mais importantes, regem a maior parte do texto.</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Agora vamos configurar cada estilo a ser utilizado. Eu já coloquei o texto que usaremos no documento para facilitar a visualização:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Tome cuidado ao Copiar e Colar texto no seu documento. Lembre-se que as formatações são importadas junto, bagunçando os estilos. Sempre cole o texto usando opções como &#8220;Colar Especial&#8221; e &#8220;Colar como texto não formatado&#8221;. Se você já fez a lambança, selecione o texto ímpio e na barra de ferramentas, na lista de estilos, e escolha &#8220;Limpar Formatação&#8221;. Isso reverte o texto para o estilo Padrão. </em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-6.png"><img title="Opções do Estilo de Parágrafo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-6.png?w=560&#038;h=425" alt="Opções do Estilo de Parágrafo" width="560" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Opções do Estilo de Parágrafo</p></div>
<p style="text-align:justify;">Os estilos de parágrafo que precisaremos são muitos, então focarei em apenas alguns grupos principais:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Padrão</strong>: este estilo é o pai de todos os outros, o que for configurado aqui refletirá em todo o texto.</li>
<li><strong>Corpo de Text</strong>o: embora seja uma cópia fiel do Padrão, é melhor usa-lo para o texto em si do que seu superior. Assim, você pode inserir configurações específicas sem que elas tomem de conta de tudo no documento.</li>
<li><strong>Título</strong>: este estilo e seus seguidores controlarão os títulos, subtítulos dos textos e várias outras coisas nos documentos. Eles são importantes porque o OpenOffice os usa como referência para criar Sumários e Índices.</li>
<li><strong>Legenda</strong>: é um grupo de estilos que formatam as legendas de quadros, imagens e etc&#8230;</li>
<li><strong>Índice</strong>: um conjunto de estilos que você não usará diretamente. Controlam a formatação de Sumários e Índices. Veremos isso no final.</li>
<li><strong>Cabeçalho e Rodapé</strong>: controlam os estilos das suas respectivas seções. Note que existem variações, caso você tivesse usado a opção de rodapés diferentes para as páginas esquerda e direita.</li>
<li><strong>Conteúdo de Tabela</strong>: conjunto que controla a formatação de tabelas e seus cabeçalhos.</li>
</ul>
<div id="attachment_463" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-7.png"><img class="size-full wp-image-463 " title="Usando o estilo de Abstrac e Resumo" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-7.png?w=600" alt="Usando o estilo de Abstrac e Resumo"   /></a><p class="wp-caption-text">Usando o estilo de Abstrac e Resumo</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Padrão:</strong> Como este aqui tem implicações nos outros, não faremos muita coisa. Usarei no documento a fonte Dejavu Sans tamanho 10, Justificada, fluxo de texto deve incluir &#8220;não dividir parágrafo&#8221;, entrelinhas de 1,5, idioma Português Brasileiro. Por enquanto vamos deixar a Primeira Linha como está. Só de editar este estilo, quase todo o texto do documento teve ter mudado imediatamente. Viram como é prático? Agora vamos aos outros.<br />
<strong>Configurando Corpo de Texto:</strong> Este controlará o texto em si. Como é subordinado de Padrão as configurações acima já estão prontas, precisamos apenas acrescentar a endentação de 2cm na primeira linha, feita em &#8220;Recuos e Espaçamento&#8221;. Note que este estilo tem estilos subordinados também que controlam conteúdo de quadros de texto e notas.<br />
<strong>Configurando Legenda:</strong> Só precisamos configurar o mestre que os subordinados seguirão. Nas legendas usaremos texto sem entrelinhas (espaço simples), fonte dejavu sans tamanho 9 e coloque o alinhamento como esquerdo para evitar complicações com textos curtos.<br />
<strong>Configurando Cabeçalho:</strong> É agora que mudaremos o alinhamento do cabeçalho para a direita e colocaremos a fonte dejavu sans tamanho 9. Espero que tenha resistido até aqui em fazer isso manualmente&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Como este estilo controla todos os textos no mesmo estilo esta modificação afetará tanto o cabeçalho das páginas Padrão quanto das páginas Pré-Texto. Se desejar um estilo diferente de cabeçalho para cada tipo de página então defina estilos diferentes de cabeçalho em cada seção do documento. </em><br />
<strong> </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Citação Longa:</strong> Só para o caso de alguém precisar fazer uma citação longa, a configuração do estilo é dejavu sans tamanho 9, espaçamento simples, endentação de 4cm para todo o parágrafo em vez de primeira linha (use a opção &#8220;Antes do texto&#8221;).<br />
<strong>Configurando Abstract e Resumo:</strong> Estes dois blocos de texto tem uma configuração especial. Como a norma diz que o resumo não tem parágrafo e fica com espaçamento simples, teremos que criar um estilo para cada um dos dois com espaçamento simples, fonte normal, e endentação de primeira linha zero. O &#8220;Abstract&#8221; será um subordinado de &#8220;Resumo&#8221; com o idioma diferente.<br />
<strong>Configurando Referências:</strong> Mais um estilo que precisaremos criar. Ele terá espaçamento simples, alinhado à esquerda e endentação zero. Servirá para formatar as referências do texto.</p>
<div id="attachment_464" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-8.png"><img class="size-full wp-image-464 " title="Usando o estilo de Referências" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-8.png?w=600" alt="Usando o estilo de Referências"   /></a><p class="wp-caption-text">Usando o estilo de Referências</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Corpo de Texto Recuado:</strong> Este estilo é um dos subordinados de &#8220;Corpo de Texto&#8221;, irei usá-lo para formatar aquele fragmento que fica em baixo do título do documento, lá nas primeiras páginas. Basta colocar o espaçamento como simples e endentação de 8cm para o parágrafo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-9.png"><img title="Estilo de texto recuado" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-9.png?w=455&#038;h=145" alt="Estilo de texto recuado" width="455" height="145" /></a><p class="wp-caption-text">Estilo de texto recuado</p></div>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Você pode seguir criando estilos para cada bloco de texto que precisar. Neste exemplo, não fiz estilos para capa e contracapa porque são fragmentos pequenos e únicos que posso formatar manualmente.<br />
</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Configurando Títulos:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Estes aqui possuem especificidades porque teremos que lidar com vários tipos de título. Vamos começar pelo básico.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Curiosidade: é possível definir o tamanho da fonte em relação ao estilo pai. Por exemplo, se &#8220;Título&#8221; tem fonte tamanho 10, você pode definir a fonte de &#8220;Título 2&#8243; como 120%, ou seja, 20% maior que em &#8220;Título&#8221; e assim por diante. Assim você pode mudar o tamanho relativo de todas as fontes de todos os títulos apenas mudando a fonte do estilo pai. </em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Título&#8221; define um grupo, você não o usará diretamente no texto, mas pode se quiser. &#8220;Título 1&#8243;, &#8220;Título 2&#8243;, &#8220;Título 3&#8243;&#8230; são títulos e subtítulos do documento, servem para definir seções e subseções que serão usadas para criar o Sumário. Ativarei em &#8220;Título 1&#8243; a opção <em>Fluxo de Texto &gt; Inserir &gt; Quebra de Página &gt; Antes</em>. Isso porque desejo que cada seção comece em uma página diferente. Coisa minha. Para os demais títulos e subtítulos fica como está.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-10.png"><img title="O texto quebra uma página automaticamente a cada título" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-10.png?w=480&#038;h=291" alt="O texto quebra uma página automaticamente a cada título" width="480" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">O texto quebra uma página automaticamente a cada título</p></div>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Título da Bibliografia&#8221; será o estilo da seção Referências e tudo que ficar no pós-texto. Como estas seções ficam sem numeração (segundo a norma), elas sempre são em Caixa Alta e centralizadas, por isso este estilo precisa ser personalizado. Então vamos colocar o alinhamento Centralizado, e para que todas as letras sejam em maiúsculas vá em <em>Efeitos de Fonte &gt; Efeitos</em> e coloque como &#8220;Maiúscula&#8221;. Viu? É desnecessário ficar escrevendo tudo em maiúscula, deixe os estilos fazerem isso pra você.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Vamos usar o &#8220;Título da Bibliografia&#8221; para os títulos do pré-texto também?</em> Não. Porque este estilo fará parte do Sumário do documento. Se colocarmos o mesmo estilo no pré-texto e no pós-texto o Sumário vai listar coisas antes dele o que é impróprio. Para os títulos pré-texto criaremos um estilo a partir de &#8220;Título da Bibliografia&#8221; que chamaremos de &#8220;Títulos Pré-Texto&#8221; e que terá as mesmas configurações.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-11.png"><img class="size-full wp-image-467 aligncenter" title="Título da Bibliografia" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-11.png?w=600" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Dica: você pode definir quem é pai de quem nos estilos arrastando o estilo no quadro Estilos e Formatação ou usando a opção &#8220;Vinculado com&#8221; na aba Organizador. </em></p>
</blockquote>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Aplicando Estilos de Parágrafo: </em></h2>
<p style="text-align:justify;">Aqui é bem simples. Selecione ao menos uma parte do parágrafo que seja configurar e clique no estilo desejado. Você nem precisa selecionar o parágrafo todo para fazer isso, basta uma letra, ou mesmo espaço vazio.</p>
<p style="text-align:justify;">Pra finalizar esta parte, falta colocar numeração nos títulos. Existe um menu específico para isso e M<em>enu &gt; Ferramentas &gt; Numeração da Estrutura de Tópicos</em>&#8230; Lá é possível definir como será feita a numeração, que níveis de título receberão numeração e como ela aparecerá. Como estamos seguindo a norma, basta colocar os números e o espaço antes do texto que já basta.</p>
<div id="attachment_468" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-12.png"><img class="size-full wp-image-468 " title="Configruando a numeração de títulos" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-12.png?w=600" alt="Configruando a numeração de títulos"   /></a><p class="wp-caption-text">Configruando a numeração de títulos</p></div>
<p style="text-align:center;">
<h1 style="text-align:justify;">Toques Finais</h1>
<p style="text-align:justify;">Eu poderia escrever um livro inteiro de possibilidades do OpenOffice, mas vamos nos ater ao básico. Agora já vimos como criar e aplicar estilos e isso já é o bastante para fazer um bom trabalho e para criar e configurar novos estilos de acordo com as nossas necessidades. Vamos fazer uma ultima coisa que também dá muito trabalho: Sumário. Imagino que fazer um sumário manualmente deva ser muito chato, isso porque eu sempre fiz usando o OpenOffice. Para criar um Sumário para seu documento vá em <em>Menu &gt; Inserir &gt; Índices &gt; Índices e Sumários</em>. Lá você tem opções diversas opções como formatar o sumário e etc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O OpenOffice usa os formatos de título para criar o sumário, formatando e indicando a página onde cada um dos títulos ocorre. É possível adicionar novos estilos aos estilos indexados (adicionei o &#8220;Título de Bibliografia&#8221; para que aparecesse aqui com a opção <em>Estilos Adicionais</em>), definir até que níveis de texto serão descritos no sumário e assim por diante. Essa mesma ferramenta serve para criar listas de figuras e quadros, para estes casos a lógica é a mesma mas as referências são os Estilos de Legendas que vimos bem no começo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Note que o Sumário é bloqueado para edição. Se quiser mudar sua aparência em algo que não esteja disponível nas opções de personalização, tente editar os estilos que regem o sumário. Estão no grupo Índice, exceto o título do Sumário que fica junto com os outros Títulos. </em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_469" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-13.png"><img class="size-full wp-image-469 " title="Inserindo sumário. O procedimento é o mesmo para listas de figuras, índices e etc..." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-13.png?w=600&#038;h=267" alt="Inserindo sumário. O procedimento é o mesmo para listas de figuras, índices e etc..." width="600" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Inserindo sumário. O procedimento é o mesmo para listas de figuras, índices e etc...</p></div>
<p style="text-align:center;">
<h1 style="text-align:justify;">Enquanto isso no Word&#8230;</h1>
<p style="text-align:justify;">Usei o Word por muito tempo para saber que ele também possui estilos desde o 2003. Infelizmente o sistema não é tão elaborado nele quanto no OpenOffice. Tomando como base o Word 2007, não parecem existir tantos tipos de estilo quanto vimos agora, apenas de parágrafo. A própria edição dos estilos é um processo complicado que passa por várias passagens ocultas. O Word parte do princípio que o usuário precisa de uma solução pronta, então as opções são restritas ao que ele oferece. Muitas configurações afetam coisas totalmente inesperadas por uma questão de “facilitar as coisas para o usuário”.</p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-14.png"><img class="size-full wp-image-470 " title="Nunca foi intenção que os estilos do Word fossem usado intensamente, por isso a interface deles é tão complicada." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-14.png?w=600&#038;h=496" alt="Nunca foi intenção que os estilos do Word fossem usado intensamente, por isso a interface deles é tão complicada." width="600" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Nunca foi intenção que os estilos do Word fossem usado intensamente, por isso a interface deles é bem menos elaborada.</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Vou explicar aqui como fazer algumas coisas que fizemos no OpenOffice usando o Word.</p>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Estilos no Word 2007</em></h2>
<div id="attachment_471" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-15.png"><img class="size-full wp-image-471 " title="Você pode ver os estilos e prever sua aparência, infelizmente suas opções são limitadas" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-15.png?w=600&#038;h=179" alt="Você pode ver os estilos e prever sua aparência, infelizmente suas opções são limitadas" width="600" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Você pode ver os estilos e prever sua aparência, infelizmente suas opções são limitadas</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Estão acessíveis na Aba Início, em uma galeria deles. Não parece haver relação entre eles de forma que não há hierarquias, estilos pai ou heranças. Existem milhões de formas diferentes de fazer uma mesma coisa e existem poucas coisas a serem feitas.</p>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Criando a página Paisagem</em></h2>
<p style="text-align:justify;">Como não temos estilos de página, temos que aplicar uma formatação específica em uma página específica do texto. Acaba sendo mais simples. Vá em <em>Layout de Página &gt;Configurar Página</em>. Clique no canto para ver as opções avançadas:</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-17.png"><img class="size-full wp-image-472 " title="Criar páginas paisagem é mais simples no Word, mas as personalizações ficam restritas" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-17.png?w=600" alt="Criar páginas paisagem é mais simples no Word, mas as personalizações ficam restritas"   /></a><p class="wp-caption-text">Criar páginas paisagem é mais simples no Word, mas as personalizações ficam restritas</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Selecione as opções que deseja mudar e escolha em “Aplicar a:” “Deste ponto em diante”. Isso muda todo daquela página para frente. Assim como no OpenOffice, você precisará inserir duas quebras para delimitar o segmento que ficará alterado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h2 style="text-align:justify;"><em> Numeração de Página Diferenciada:</em></h2>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa interessante do Word são as seções. O OpenOffice também cria seções mas o proposito delas é criar segmentos de texto que tenham propriedades totalmente distintas das demais partes do documento.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Quando me referi a alguma coisa no texto como seções, não estava me referindo às seções propriamente ditas do OpenOffice, mas apenas a uma forma de me referir a segmentos de páginas. Seções de verdade permitem criar formatações muito mais complexas do que as que usamos aqui.</em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_473" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-18.png"><img class="size-full wp-image-473 " title="A pobreza de estilos de página é compensada com a diversidade de quebras de seção" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-18.png?w=600" alt="A pobreza de estilos de página é compensada com a diversidade de quebras de seção"   /></a><p class="wp-caption-text">A pobreza de estilos de página é compensada com a diversidade de quebras de seção</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">O Word não faz quebras de estilo e sim, cria seções. Quando um cabeçalho ou rodapé é inserido no documento, ele acusa as seções do mesmo. São a partir das seções que o documento é mapeado para que possamos usar a numeração romana ou arábica em segmentos diferentes. Você pode criar uma nova seção em <em>Layout de Página &gt; Configurar Página</em>. Tanto nas opções avançadas ou diretamente no Ribbon. Uma vez criadas as seções e os cabeçalhos, basta configurar a numeração de página em <em>Desgin &gt; Cabeçalho e Rodapé &gt; Número de Página &gt; Formatar Número de Página</em>.</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 297px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-19.png"><img class="size-full wp-image-474 " title="O conceito muda, mas a funcionalidade é a mesma do OpenOffice" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-19.png?w=600" alt="O conceito muda, mas a funcionalidade é a mesma do OpenOffice"   /></a><p class="wp-caption-text">O conceito muda, mas a funcionalidade é a mesma do OpenOffice</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Use “Continuar da seção anterior” para que a numeração siga de uma seção para outra, como na quebra de página sem quebra de numerações do OpenOffice ou use iniciar em para criar uma nova numeração. Os tipos de numeração estão disponíveis em “Formato do Número”.</p>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Sumário</em></h2>
<p style="text-align:justify;">Para finalizar, o sumário. O caminho é <em>Referências &gt; Sumário</em>. Assim como no OpenOffice é possível fazer algumas modificações de formato e aparência, mas pouca coisa que saia do padrão. Existem estilos controlando o sumário também, basta editá-los em <em>modificar&#8230;</em>.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 593px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-20.png"><img title="Sumário no Word. O word foi feito para ser simples e rápido. O OpenOffice para ser versátil e completo." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-20.png?w=583&#038;h=472" alt="Sumário no Word. O word foi feito para ser simples e rápido. O OpenOffice para ser versátil e completo." width="583" height="472" /></a><p class="wp-caption-text">Sumário no Word. O word foi feito para ser simples e rápido. O OpenOffice para ser versátil e completo.</p></div>
<p><strong>PS</strong>: Encontrei este <a href="http://fazendoacontecer.net/2010/02/04/como-formatar-uma-monografia-pelas-normas-abnt-do-inicio-ao-fim-parte-1/" target="_blank">excelente post</a> sobre como formatar monografias no Word 2007 para quem estiver interessado na ferramenta da Microsoft.</p>
<h1>Mais!</h1>
<p>Aqui estão alguns outros artigos que ajudam a desvendar outras funções do OpenOffice/LibreOffice:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Outros-recursos-no-OpenOffice-colunas-fundo-e-bordas/" target="_blank">Outros recursos no OpenOffice: colunas, fundo e bordas</a></li>
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Trabalhando-com-mala-direta-no-OpenOffice/" target="_blank">Trabalhando com mala direta no OpenOffice</a></li>
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Dominando-o-BrOffice.org-Writer-com-o-uso-de-estilos/" target="_blank">Dominando o BrOffice.org Writer com o uso de estilos</a></li>
</ul>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:14930px;width:1px;height:1px;overflow:hidden;">
<div>
<h5>Outros recursos no OpenOffice: colunas, fundo e bordas</h5>
</div>
</div>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/tutoriais-e-dicas/'>Tutoriais e Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigo/'>artigo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/broffice/'>broffice</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/computacao/'>computação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/css/'>css</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/documento/'>documento</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/estilo/'>estilo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/formatacao/'>formatação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/libreoffice/'>libreoffice</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/monografia/'>monografia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/normatizacao/'>normatização</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/opendocument/'>OpenDocument</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/openoffice/'>openoffice</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/tcc/'>tcc</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/word/'>word</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/writer/'>writer</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/455/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=455&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">Estilos e Formatação</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Configurando Estilos de Página</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Inserindo Quebras</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-3.png" medium="image">
			<media:title type="html">Detalhe da Barra de Status</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-4.png" medium="image">
			<media:title type="html">Editando Campos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-5.png" medium="image">
			<media:title type="html">Estilos de Parágrafo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-6.png" medium="image">
			<media:title type="html">Opções do Estilo de Parágrafo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-7.png" medium="image">
			<media:title type="html">Usando o estilo de Abstrac e Resumo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-8.png" medium="image">
			<media:title type="html">Usando o estilo de Referências</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-9.png" medium="image">
			<media:title type="html">Estilo de texto recuado</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-10.png" medium="image">
			<media:title type="html">O texto quebra uma página automaticamente a cada título</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-11.png" medium="image">
			<media:title type="html">Título da Bibliografia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-12.png" medium="image">
			<media:title type="html">Configruando a numeração de títulos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-13.png" medium="image">
			<media:title type="html">Inserindo sumário. O procedimento é o mesmo para listas de figuras, índices e etc...</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-14.png" medium="image">
			<media:title type="html">Nunca foi intenção que os estilos do Word fossem usado intensamente, por isso a interface deles é tão complicada.</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Você pode ver os estilos e prever sua aparência, infelizmente suas opções são limitadas</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Criar páginas paisagem é mais simples no Word, mas as personalizações ficam restritas</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">A pobreza de estilos de página é compensada com a diversidade de quebras de seção</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-19.png" medium="image">
			<media:title type="html">O conceito muda, mas a funcionalidade é a mesma do OpenOffice</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/02/moz-screenshot-20.png" medium="image">
			<media:title type="html">Sumário no Word. O word foi feito para ser simples e rápido. O OpenOffice para ser versátil e completo.</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Organizando suas anotações: para &#8220;monografandos&#8221;, &#8220;dissertandos&#8221; e &#8220;tesandos&#8221;</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/01/31/organizando-suas-anotacoes-para-monografandos-dissertandos-e-tesandos/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/01/31/organizando-suas-anotacoes-para-monografandos-dissertandos-e-tesandos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 22:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais e Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisar na literatura e manter o controle sobre as referências é elemento chave para quem pretende escrever um artigo científico ou em qualquer outro lugar como blog ou site. Para quem tem conhecimento do assunto o desafio não é tão grande, geralmente nossos orientadores jogam referências no texto com datas e tudo de cabeça. Porém, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=433&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Pesquisar na literatura e manter o controle sobre as referências é elemento chave para quem pretende escrever um artigo científico ou em qualquer outro lugar como blog ou site. Para quem tem conhecimento do assunto o desafio não é tão grande, geralmente nossos orientadores jogam referências no texto com datas e tudo de cabeça. Porém, para os normais como nós ou para os que estão começando em uma certa área isso pode ser um problema e tanto.</p>
<p style="text-align:justify;">Ser organizado é essencial para não se perder, felizmente existem muitas ferramentas para nos ajudar. O que farei aqui é descrever todo um método para se organizar e fazer pesquisa, originalmente para ser feito na mão mesmo, mas também tem alguns programas que podem te ajudar (e muito!). Focarei no método em linhas gerais e depois farei sugestões de programas que podem ajudar.</p>
<p style="text-align:justify;">Também existem muitos guias na internet de como elaborar projetos de pesquisa e textos monográficos. Porém a maioria deles foca em elementos técnicos como formatação do texto e elementos de normatização. O foco deste texto aqui é organizar as ideias em um formato que seja fácil de montar e consultar.  O meu favorito é este aqui, ensina como desenvolver um projeto de pesquisa e aponta as principais falhas e desafios: <a href="http://univille.edu.br/community/pro_reitoria_pesquisa_pos/VirtualDisk.html?action=downloadFile&amp;file=Guia%20Elaboracao%20Projetos%20de%20Pesquisa_2006.pdf&amp;current=%2FPORTAL%2FPRPPG" target="_blank">Guia para Elaboração de Projetos de Pesquisa &#8211; UNIVILLE</a></p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<h2 style="text-align:justify;">Organizando as suas fontes com as mãos, o método &#8220;MTPEB&#8221;</h2>
<p style="text-align:justify;">Nem todo curso de bacharel tem, foi até retirado da grade curricular atual do curso de Biologia da UFMA, mas uma cadeira muito boa chamada <strong>Metodologia da Pesquisa Bibliográfica</strong> nos ensina como fazer o que vou descrever aqui.</p>
<blockquote><p><em>Só ensina se o professor for bom e isso é raro diga-se. Geralmente passam o período todo citando as normas da ABNT.<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Vamos lá, como escrever uma monografia em 4 passos:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1. Organize sua Biblioteca:</strong><br />
Manter as referências sob controle é o mais importante. Sugiro reunir todas elas em uma pasta só, isso inclui tanto os livros, quanto os PDFs e artigos envolvidos. Coloque todas as referências de um projeto juntas enquanto estiver trabalhando nele, facilita o acesso. Mas o que interessa aqui é o seguinte, precisamos ter uma forma fácil de citar as nossas referências no esboço e  que depois possa ser adaptada para as nas normas técnicas e das revistas.que vamos publica-las. Tenho uma sugestão. Nomeie todas as referências em <strong>ordem numérica</strong>, assim cada uma tem um número de chamada único, como um protocolo:</p>
<blockquote><p><em>1 &#8211; Nova espécie descoberta&#8230;</em><br />
<em>2 &#8211; Ecologia das algas do Cretáceo no&#8230;</em><br />
<em>3 &#8211; Contexto ambiental dos dinossauros&#8230;</em><br />
<em>&#8230;</em><br />
<em>16 &#8211; Teoria e prática&#8230;</em></p>
<p><em>17 &#8211; A Ideologia Alemã</em></p>
<p><em>18 &#8211; &#8230;</em></p>
<p><em> 19 &#8211; &#8230; e assim por diante&#8230;<br />
</em></p>
<div id="attachment_434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/arquivos.png"><img class="size-full wp-image-434  " title="Organizando os arquivos" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/arquivos.png?w=600" alt="Organizando os arquivos"   /></a><p class="wp-caption-text">Organizando os arquivos</p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Assim você tem um índice de fontes que pode usar para se guiar ao longo do processo de pesquisa. Essa pode falhar se você tiver fontes de formatos diferentes como arquivos PDF impressos e outros materiais mais exóticos. Crie uma variação, por exemplo, prefixei os arquivos impressos como p1, p2, p2, p4&#8230; Na minha monografia, digitalizei todo o material de pesquisa em PDF, somente um artigo precisou disto. O importante é que o número de chamada seja <strong>único</strong> para cada fonte e sejam fáceis de montar manter. Por exemplo, números que representam também categorias podem criar problemas se você resolver mudar-las depois.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. Tome Nota:</strong><br />
Agora vem a parte mais variável. Existem muitas formas de você tomar notas do que está lendo, claro que a mais simples delas é a melhor. Arranje um caderno só para isso, um fichário seria bem interessante agora pois você pode arquiva-lo depois. Se você tiver uma ideia de quais temas está pesquisando será de grande ajuda. Faça o seguinte: Leia das fontes com calma, é importante que compreenda mais do que anote alguma coisa pois a maioria da informação tem mesmo é que estar em sua cabeça, sem escapatória. Conforme for lendo, tome notas de elementos importantes, procurando ser bastante <strong>sintético</strong> e evitando colocar impressões suas no que está escrevendo.</p>
<blockquote><p><em>Esta ultima é importantíssima. Se você começar a discutir ou fazer interpretações agora pode se confundir depois achando que o autor disse uma coisa que foi você quem falou. Aí toda essa preoc<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">No final, suas notas ficariam assim:</p>
<blockquote><p><em>22 &#8211; A ecologia dos dinossauros do Cretáceo é fortemente influenciada por fatores como&#8230;<br />
22 &#8211; Algumas espécies ainda não foram completamente descritas.<br />
23 &#8211; As bacias sedimentares do Brasil são ricas em materiais&#8230;<br />
23 &#8211; &#8230;.<br />
&#8230;<br />
42 &#8211; Esta espécie tem uma dieta bastante interessante graças à forma de seus dentes&#8230;<br />
43 &#8211; Segundo O&#8217;Brien (1984)&#8230;. o que contraria os teóricos anteriores (Goldstein, 1948)&#8230;.<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">E assim por diante. Notaram os números? Agora você sabe de onde tirou cada informação que está aqui. Na hora de escrever é só usa-los para fazer citações temporariamente até que tenha um texto maduro para receber as citações na norma que você usará. Essas notas podem ser organizadas de formas diversas, aqui, sugiro duas:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Por tópicos</strong>: se você tiver um ideia de como vai escrever o texto, já pode começar a colecionar as citações em notas separadas conforme os tópicos nos quais aquele artigo se enquadra. Exige que você tenha uma noção do assunto sobre o qual vai escrever. Pode ser muito chato de organizar no começo pois notas de um mesmo artigo podem ficar espalhadas em categorias diferentes, mas para consultar fica ótimo.</li>
<li><strong>Por Artigo</strong>: neste caso aqui, cada material revisado (artigo, livro e o que vier) será tratado como um tópico e isso agrupará todas as citações daquele artigo. É mais fácil de organizar e manter, pode ser chato de consultar.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>3. Dome os <em>Apuds</em>:</strong><br />
<em>Apuds</em>, para quem não sabe, são citações de artigos que você não pode ler. Um exemplo é essa ultima citação acima. Ela significa que <em>43</em> (seja lá quem for) leu em <em>O&#8217;Brien (1969) </em>alguma coisa e citou. São as fontes das fontes e perder a noção de quem citou quem é uma dor de cabeça. Para manter o controle sobre elas, tenha uma lista separada de cada uma delas. Como organizar? Faça assim, liste somente as referências que você tirou daquele artigo em especial e mantenha separada uns dos outros:</p>
<blockquote><p><strong><em>43:</em></strong><br />
<em>O&#8217;Brien. 1969. Quando 2+2 são 5.</em><br />
<em>Goldstein, E. 1948. Teoria e prática do coletivismo oligárquico.</em></p>
<p><strong><em>44:</em></strong><br />
<em>nenhum</em></p>
<p><strong><em>45:</em></strong><br />
<em>&#8230;.</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">E assim por diante. No final, você descobrirá que tem alguns dos <em>apuds</em> entre os seus artigos, talvez &#8220;<em>Goldstein 1948</em>&#8221; seja conhecido como &#8220;1<em>6 &#8211; Teoria e prática&#8230;</em>&#8220;. A forma de organizar as anotações no tópico anterior também ajuda a procurar substituições para os <em>apuds</em> que você não puder encontrar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4. Liste as suas fontes:</strong><br />
Agora você tem as fontes e as informações organizadas, é só começar a escrever. O texto escrito com essas citações fica parecido com um escrito seguindo a norma de referência numérica da ABNT, só que fora de ordem. O que falta agora é organizar as fontes no formato final e isso vai depender muito da norma que você precisará seguir, mas tenho uma sugestão para mantê-las na linha. Faça uma tabela com as seguintes informações:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Índice</strong> &#8211; contém o número da fonte, aquele que usamos para organizar a biblioteca. Quem não tem índice é <em>Apud</em></li>
<li><strong>Citação</strong> &#8211; é como a fonte será citada no texto, geralmente é o sistema &#8220;Autor, data&#8221;, mas tem que ser feito logo no formato final, para evitar correções de ultima hora.</li>
<li><strong>Referência</strong> &#8211; é como o texto será conhecido na lista de referências. Assim como na citação, coloque na tabela no formato que será usado definitivamente, assim evita problemas depois.</li>
<li><strong>Status</strong> &#8211; indique se a referência foi usada ou não no texto. Isso é importante para saber depois quem foi usada e vai para a lista final.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Essa tabela conterá todas as fontes que você usou, tanto as que estão na sua biblioteca quanto as que ficaram faltando (<em>apuds</em> e afins). Agora é só correr atrás das fontes que estão faltando e depois é só corrigir no texto.</p>
<p style="text-align:justify;">Pronto, tudo escrito. O que mais toma tempo aqui é consultar e ler as fontes (80% do trabalho em qualquer projeto é pesquisa e planejamento). Sempre faça todo o processo, se deixar alguma coisa pendurada ela voltará para te assombrar depois, falo por experiência própria =)</p>
<p style="text-align:justify;">Agora vamos a alguns programas que podem ser úteis para ajudar a fazer todo esse procedimento em formato digital:</p>
<h2 style="text-align:justify;">Pesquisando e Gerenciando PDFs (Windows e Linux)</h2>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.baixaki.com.br/download/pdf-xchange-viewer.htm" target="_blank"><strong>PDF X-Change (Windows)</strong></a><br />
Este é um excelente leitor de pdfs para Windows. Além de gratuito é o único que conheço que permite fazer pequenas edições no arquivo. Elas não alteram nada do original, mas permitem que sejam inseridas anotações, comentários e marcações que facilitam na orientação da leitura e a pesquisa. Outra coisa muito legal do X-Change é o recurso de pesquisa. Além de pesquisar no arquivo que você está lendo, ele também pode pesquisar no conteúdo de arquivos pdf nas suas pastas o que permite encontrar palavras-chave em uma vasta biblioteca de arquivos. É ótimo para achar todas as citações daquele nome científico que você não lembra onde leu mas sabe que está ali em algum lugar.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/pdfx.png"><img class="size-full wp-image-435 " title="PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários,        nos arquivos" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/pdfx.png?w=600" alt="PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários, nos arquivos"   /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários,        nos arquivos</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://okular.kde.org/" target="_blank"><strong>Okular (Linux)</strong></a><br />
Este é um leitor de Pdfs para o ambiente KDE, mas pode ser instalado no GNOME sem grandes complicações. O diferencial do Okular é que ele é um dos poucos leitores no Linux com funções equivalentes às do PDF X-Change como comentar e pesquisar no arquivo com a ajuda dos marcadores, anotações e miniaturas dos arquivos. É bem mais simples que o X-Change mas é muito bom.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/okular.png"><img class="size-full wp-image-437  " title="Okular: um bom leitor de pdf para Linux" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/okular.png?w=600" alt="Okular: um bom leitor de pdf para Linux"   /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Okular: um bom leitor de pdf para Linux</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://projects.gnome.org/tracker/" target="_blank"><strong>Tracker (Linux)</strong></a><br />
Consiste de um programa que indexa todos os arquivos do computador para realizar pesquisas rápidas. O que é legal no Tracker é que ele lê o conteúdo dos arquivos, com isso você pode pesquisar em todos os arquivos da sua (ou das suas bibliotecas) por algum termo específico sem ter que saber em que arquivo ele está. Por exemplo: Não sabe qual artigo falava sobre a espécie tal? Só procurar o nome dela no Tracker que ele acha TODOS os artigos que toquem no assunto. Ah se as bibliotecas de verdade fossem assim&#8230; (esse recurso de pesquisa é semelhante ao do PDF XChange, mas se estende por vários formatos de arquivo além do PDF como DOCs e ODFs)</p>
<blockquote><p><em>No Windows, creio que a indexação de arquivos feita pelo sistema tenha um potencial semelhante, mas não sei se é tão compatível assim como o Tracker porque nunca usei realmente.</em></p></blockquote>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tracker.png"><img class="size-full wp-image-438  " title="Tracker: permite buscar no conteúdo dos arquivos como o PDF X-Change" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tracker.png?w=600" alt="Tracker: permite buscar no conteúdo dos arquivos como o PDF X-Change"   /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Tracker: permite buscar no conteúdo dos arquivos como o PDF X-Change</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.mendeley.com/" target="_blank"><strong>Mendeley (Linux &amp; Windows)</strong></a></p>
<p style="text-align:justify;">Uma ferramente muito popular ultimamente. Ele se integra ao OpenOffice e ao Word para inserir as referências de forma automatizada. Eu não uso muito, mas é como uma mistura do Tracker com o PDF X-Change que permite tomar notas e organizar uma biblioteca de artigos dos pdfs. Também está integrado a uma pequena rede social de pesquisadores que permite compartilhar artigos online entre si. Outro programa que é muito popular é o <a href="http://www.evernote.com/" target="_blank">Evernote</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<h2 style="text-align:justify;"><strong>Usando o Tomboy para organizar TUDO! (Linux e Windows)</strong></h2>
<p style="text-align:justify;">O <a href="http://projects.gnome.org/tomboy/" target="_blank">TomBoy</a> é um daqueles programas que você não sabe para que serve até ver funcionando. O propósito dele é permitir que você tome notas rapidamente e as organize em categorias ou hierarquicamente. É bastante útil para quem está o tempo todo na frente do PC escrevendo coisas e coisas&#8230; O que torna o Tomboy tão divertido é a sua capacidade de fazer links. O resultado final é algo próximo de uma Wikipedia particular.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tomboy.png"><img class="size-full wp-image-439  " title="Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tomboy.png?w=600" alt="Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links"   /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Vamos a um exemplo prático: Digamos que esteja trabalhando em uma matéria importante, sua monografia, então você cria uma nota: <strong>Monografia</strong>. Colocar todas as suas anotações em uma única nota é absurdo, mas agora você pode criar &#8220;<em>sub-notas</em>&#8221; com os temas que quiser: <strong>Revisão de Artigos</strong>, <strong>Dúvidas</strong>, <strong>Artigos para buscar</strong>, <strong>Referências finais</strong>, <strong>Esboço</strong> e assim por diante. Cada artigo revisado ou cada texto a ser adicionado vira uma nova nota que pode ser inserida dentro da principal e suas sub-notas indefinidamente. Logo você perceberá como o Tomboy ajuda literalmente a organizar a as ideias.</p>
<p style="text-align:justify;">Além dos links o Tomboy permite que você crie formatação simples para seus arquivos como Negrito, Itálico, Marcadores, Destaques, Sublinhados&#8230; Todo o processo que descrevi no começo do artigo, pode ser todo concentrado no Tomboy que passa a ser seu caderno pessoal para praticamente todas as anotações de tudo que você quiser. Se você não gosta de se apegar a uma ferramenta em especial, aqui vão algumas dicas que podem ajudar:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Ele permite que você tenha uma pasta de sincronização. Com isso é possível usa-lo em muitos computadores diferentes que o tenham instalado usando um pendrive ou o Dropbox!</li>
<li>Também é possível exportar as notas, todas do programa ou apenas um grupo delas em um arquivo HTML que pode ser facilmente lido e pesquisado. Muito interessante arquivar suas anotações para sempre.</li>
<li>O organizador de notas do Tomboy permite também que você pesquise em todas elas ao mesmo tempo, algo semelhante ao que o Tracker com os documentos do computador. Isso facilita muito pesquisar por alguma informação específica dentre as suas anotações.</li>
</ul>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tomboy-pesquisa.png"><img class="size-full wp-image-440  " title="TomBoy: pesquisando nas anotações" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/tomboy-pesquisa.png?w=600" alt="TomBoy: pesquisando nas anotações"   /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">TomBoy: pesquisando nas anotações</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/tutoriais-e-dicas/'>Tutoriais e Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigos/'>artigos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dissertacao/'>dissertação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/efetividade/'>efetividade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/escrever/'>escrever</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/fonte/'>fonte</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/monografia/'>monografia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mtpeb/'>mtpeb</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/organizar/'>organizar</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/referencias/'>referências</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/tese/'>tese</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/433/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/433/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=433&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">Organizando os arquivos</media:title>
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			<media:title type="html">PDF X-Change: veja como podem ser inseridos comentários,        nos arquivos</media:title>
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			<media:title type="html">Tomboy em ação: veja como as anotações podem ser aninhadas com os links</media:title>
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	</item>
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		<title>Biocombustível: pradarias seriam boas para preservar aves nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 22:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das preocupações envolvendo os biocombustíveis é a destruição de habitats para expansão das novas plantações. Nos EUA, por exemplo, o biocombustível é feito principalmente com milho do meio-oeste. Aumentar a área de produção implicaria em destruir os ecossistemas circundantes (que ainda existam). Outra possibilidade é extrair o etanol a partir de um fonte lenhosa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=443&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma das preocupações envolvendo os biocombustíveis é a destruição de habitats para expansão das novas plantações. Nos EUA, por exemplo, o biocombustível é feito principalmente com milho do meio-oeste. Aumentar a área de produção implicaria em destruir os ecossistemas circundantes (que ainda existam).</p>
<p style="text-align:justify;">Outra possibilidade é extrair o etanol a partir de um fonte lenhosa como madeira, talos e gramas. Embora a extração de etanol de celulose as vezes seja cara, em alguns casos ela é bastante rentável. Mais especificamente, usar os campos de gramas perenes pode ser bem mais rentável do que investir em milharais. Um estudo feito na Universidade Estadual de Michigan, publicado na <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1757-1707.2010.01080.x/abstract">GCB (Global Change Biology) Bionergy</a> e divulgado no <a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2011-01/msu-bgb010611.php">EurekAlert</a>, quantificou os possíveis benefícios ambientais.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><img title="Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan" src="http://www.eurekalert.org/multimedia/pub/web/28527_web.jpg" alt="Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan" width="236" height="182" /><p class="wp-caption-text">Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan</p></div>
<p style="text-align:justify;">Usar sistemas naturais como fonte de energia é uma boa ideia em termos de conservação. Esses ambientes demandam muito menos investimento em irrigação e fertilização do que as fazendas. Ao mesmo tempo que produzem energia, também servem de habitats para animais nativos. No caso do sul de Michigan a preocupação é com comunidades de aves desta região. Elas tem sofrido grandes impactos em suas populações e um modelo de produção de conservasse seus habitats originais seria uma grande oportunidade de preservar sua biodiversidade.</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigo/'>artigo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/aves/'>aves</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biocombustivel/'>biocombustível</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/bioenergia/'>bioenergia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/conservacao/'>conservação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/energia/'>energia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/eua/'>eua</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/eurekalert/'>eurekalert</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pradarias/'>pradarias</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/443/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=443&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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			<media:title type="html">Ammodramus henslowii, espécie ameaçada das pradarias de Michigan</media:title>
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		<title>A vespa que investiu em energia solar</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/01/13/a-vespa-que-investiu-em-energia-solar/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2011/01/13/a-vespa-que-investiu-em-energia-solar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 23:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[﻿A energia solar é uma das formas de energia alternativa mais promissoras. O Sol vai funcionar por bastante tempo e o potencial é imensurável. Quer uma ideia de escala? Praticamente toda a energia que sustenta a vida na Terra é solar, capturada pelas plantas e algas e transformada carboidratos durante o processo de fotossíntese. O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=449&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">﻿A energia solar é uma das formas de energia alternativa mais promissoras. O Sol vai funcionar por bastante tempo e o potencial é imensurável. Quer uma ideia de escala? Praticamente toda a energia que sustenta a vida na Terra é solar, capturada pelas plantas e algas e transformada carboidratos durante o processo de fotossíntese.</p>
<p style="text-align:justify;">O que pesquisadores descobriram agora é que um certo tipo de vespa (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oriental_hornet" target="_blank"><em>Vespa orientalis</em></a>) parece conseguir usar energia solar para produzir energia para suas atividades também. A pesquisa foi publicada no <a href="http://www.springerlink.com/content/w657861740333733/" target="_blank">Naturwissenchaften</a> e divulgada pelo <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2011/01/110105102725.htm" target="_blank">ScienceDialy</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Vespas em geral são mais ativas durante a manhã. Já se sabia que algumas espécies de vespas orientais eram mais ativas perto do meio dia, justamente quando a incidência de luz solar era maior, mas se desconhecia o porque. Par esclarecer a questão, os pesquisadores verificaram quais fatores estariam influenciando este comportamento. Será que ao meio-dia o ar é mais seco ou a temperatura mais adequada? O resultados mostraram que o que realmente induzia as vespas a saírem de casa era a incidência de radiação UVB. Detalhe, esta espécie constrói ninhos subterrâneos.</p>
<div id="attachment_450" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/shutter-016.png"><img class="size-full wp-image-450 " title="Fotos da estrutura da cutícula. Notem que as camadas ficam mais finas de fora para dentro. Isso dificultaria a luz de voltar para o exterior, aumentando a captação." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2011/01/shutter-016.png?w=600" alt="Fotos da estrutura da cutícula. Notem que as camadas ficam mais finas de fora para dentro. Isso dificultaria a luz de voltar para o exterior, aumentando a captação."   /></a><p class="wp-caption-text">Fotos da estrutura da cutícula. Notem que as camadas ficam mais finas de fora para dentro. Isso dificultaria a luz de voltar para o exterior, aumentando a captação.</p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Por que essa vontade toda de pegar um Sol? As estrias amarelas no corpo da vespa são ricas em um pigmento chamado Xantopterina. As Pterinas em geral são pigmentos que já foram associados com a fotossíntese por captarem radiação dos espectros próximos do azul e UV em algumas plantas. De fato, quando a cutícula da vespa é exposta à luz surge um diferença de potencial elétrico nela. Além da proteína, a estrutura da cutícula permite uma melhor captação da energia solar com efeitos anti-reflexo na superfície externa e camadas internas progressivamente mais finas que criam efeitos de refração interna.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disto os pesquisadores mencionaram para o ScienceDialy que haviam descoberto outras funcionalidades como um sistema de resfriamento na cutícula que auxilia a manter as atividades sob Sol sem superaquecer e um sistema de localização acústica que ajuda a se orientar no ninho escuro. Eles também tentaram reproduzir os mecanismos de captação de luz da vespa, mas não obtiveram uma eficiência semelhante. De qualquer forma, estamos diante de uma solução orgânica engenhosa para um problema energético complicado. Agora resta saber se conseguiremos transformar a dica da vespa em algo útil.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Artigo:</p>
<p style="text-align:justify;">Marian Plotkin, Idan Hod, Arie Zaban, Stuart A. Boden, Darren M. Bagnall, Dmitry Galushko, David J. Bergman. <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00114-010-0728-1" target="_blank"><strong>Solar energy harvesting in the epicuticle of the oriental hornet (Vespa orientalis)</strong></a>. <em>Naturwissenschaften</em>. 2010.</p>
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		<title>Quer ser um paleontólogo?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 23:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostaria de começar essa coluna citando um texto referente a um relatório de expedições de um importante paleontólogo americano, George Gaylord Simpson: “A caça aos fósseis é de longe o mais fascinante de todos os esportes. Nele, a gente acha incerteza, excitação e todo o arrepio do jogo de azar, sem nenhum dos aspectos negativos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=431&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Gostaria  de começar essa coluna citando um texto referente a um relatório de  expedições de um importante paleontólogo americano, <a class="zem_slink" title="George Gaylord Simpson" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/George_Gaylord_Simpson">George Gaylord  Simpson</a>: “A caça aos fósseis é de longe o mais fascinante de todos os  esportes. Nele, a gente acha incerteza, excitação e todo o arrepio do  jogo de azar, sem nenhum dos aspectos negativos dele. (&#8230;) No próximo  morro pode estar enterrada a grande descoberta (&#8230;). Além do mais, o  caçador de fósseis não mata, ele ressuscita.” Para muitas pessoas, o  profissional paleontólogo é confundido com um aventureiro – um típico <em>Indiana Jones</em> – para uma analogia mais apropriada. Alguém que estaria interessado em  ossos de animais pré-históricos, principalmente de dinossauros. Quando  eu era garoto tudo isso estava profundamente enraizado na minha  cabeça&#8230; Hoje, geralmente quando saio das minhas aulas de Pós-Graduação  em Geologia no Instituto de Geociências da <a class="zem_slink" title="Federal University of Rio de Janeiro" rel="homepage" href="http://www.ufrj.br">UFRJ</a>, onde faço mestrado,  percebo que a atividade de um paleontólogo vai muito além de um  estudioso de fósseis&#8230;.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça o blog  <a href="http://rmlindoso.blogspot.com/">rmlindoso.blogspot.com</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/blog/'>blog</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/repost/'>repost</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/431/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=431&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O voo do Pterodáctilo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 15:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coisas legais acontecem quando alguém usa sua curiosidade e experiência em uma área da pesquisa para trabalhar em outra, aqui está um exemplo: Colin Palmer é um engenheiro pesquisando paleontologia em Bristol e usou sua experiência &#8220;nada haver&#8221; para descrever como funcionaria o processo de voo dos Pterodáctilos. A pesquisa relatada pelo ScienceDialy, foi publicada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=425&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Coisas legais acontecem quando alguém usa sua curiosidade e experiência em uma área da pesquisa para trabalhar em outra, aqui está um exemplo: Colin Palmer é um engenheiro pesquisando paleontologia em Bristol e usou sua experiência &#8220;nada haver&#8221; para descrever como funcionaria o processo de voo dos Pterodáctilos. A pesquisa relatada pelo <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2010/11/101124073902.htm" target="_blank">ScienceDialy</a>, foi publicada em 24 de Novembro no Proceedings of the Royal Society B.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele construiu pequenos modelos do dinossauro voador usando resinas, plástico e fibra de carbono. Os modelos foram submetidos a testes no túnel de vento. Os resultados mostraram que o voo do Pterodáctilo é mais lento e menos aerodinâmico do que o esperado. Era um voo mais parecido com o dos urubus os quais dependem das correntes ascendentes de ar e bem menos parecido com o dos albatrozes que planam em alta velocidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Com isso surgem outras questões. Era um animal grande com ossos frágeis, porém muito mais leve do que se pensava, então susceptível a se machucar ao aterrizar ou se pego por ventos mais fortes. Segundo o autor, eles provavelmente teriam uma técnica de aterrissagem que permitisse descer lentamente no solo.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro, como tudo na paleontologia o assunto é extensamente discutível. Enquanto Palmer brincava de paleoareomodelismo, Witton &amp; Habib pesquisavam como eles levantavam voo. Os resultados estão em um artigo publicado na Plos One, também relatado pelo site <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2010/11/101115074047.htm" target="_blank">ScienceDialy</a>. Isso é bem pertinente, um avião é pesado e voa, mas chega lá em cima e desce com muito custo. Então como répteis voadores tão grande alçavam voo?</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Witton e Habib os Pterodáctilos usavam os músculos peitorais poderosos e imensos para fazer salto com vara! Como assim? As ave atuais podem pular com as pernas, correr ou bater asas rápida e furiosamente para alçar voo. Os Pterodáctilos não podiam bater asas assim pois eram grandes demais nem podiam dar saltos com as pernas. Então o método de decolagem seria lançar-se no ar apoiado nas próprias asas, longas e fortes, como em um salto com vara. Depois precisavam apenas de alguns impulsos das enormes asas para ganharem altitude. Este tipo de coisa mostra como comparar formas de vida totalmente diferentes pode levar a interpretações equivocadas. Por muito tempo se pensou que Pterodáctilos gigantes não poderiam voar pois a anatomia deles não é compatível com o estilo de voo das aves atuais. Só esqueceram que eles não são aves&#8230; (e nem serão, ou seriam =)</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/12/pone-pterodactilo-voo-esqueleto.png"><img class="size-full wp-image-426 " title="Como seria o sistema de voo dos Pterodáctilos gigantes. Aqui ele já está saindo do chão com as asas servindo de apoio. (do artigo de Witton &amp; Habib)" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/12/pone-pterodactilo-voo-esqueleto.png?w=600&#038;h=248" alt="Como seria o sistema de voo dos Pterodáctilos gigantes. Aqui ele já está saindo do chão com as asas servindo de apoio. (do artigo de Witton &amp; Habib)" width="600" height="248" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Como seria o sistema de voo dos Pterodáctilos gigantes. Aqui ele já está saindo do chão com as asas servindo de apoio. (do artigo de Witton &amp; Habib)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, vamos ao que interessa. Para alçar um voo tão alto o Pterodáctilo precisaria de ossos extremamente resistentes, o oposto do que foi descrito por Palmer no artigo anterior. O que acontece aqui é o seguinte: Witton &amp; Habib estão descrevendo um método de decolagem para os Pterodáctilos gigantes, um grupo específico cuja a capacidade de voo tem sido questionada na literatura, especialmente <em>Pteranodon</em> e <em>Quetzalcoatlus northropi</em>. Palmer discute a técnica de voo de um modo mais geral, sendo que a forma de voar, usando correntes ascendentes e batidas de asa lentas e vigorosas, se aplica também aos Pterodáctilos gigantes e é comparável de certa forma de com a de aves marinhas, porém nem tanto como ele próprio discutiu. A grande diferença aqui é como as espécies de grande porte (leia-se &#8220;Enormossáuros&#8221;) faziam para lançar-se no ar. Isto só mostra, a meu ver, que os Pterodáctilos eram um grupo muito mais diversificado do que parecem à primeira vista.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Artigos</strong>:<br />
Colin Palmer. Flight in slow motion: aerodynamics of the pterosaur wing. Proceedings of the Royal Society B, November 24, 2010 <a href="http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/early/2010/11/23/rspb.2010.2179" target="_blank">DOI: 10.1098/rspb.2010.2179</a></p>
<p style="text-align:justify;">Mark P. Witton, Michael B. Habib. On the Size and Flight Diversity of Giant Pterosaurs, the Use of Birds as Pterosaur Analogues and Comments on Pterosaur Flightlessness. PLoS ONE, 2010; 5 (11): e13982 <a href="http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0013982" target="_blank">DOI: 10.1371/journal.pone.0013982</a></p>
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			<media:title type="html">Como seria o sistema de voo dos Pterodáctilos gigantes. Aqui ele já está saindo do chão com as asas servindo de apoio. (do artigo de Witton &#38; Habib)</media:title>
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		<title>Pós-Graduação na Austrália, quem quer?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 15:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente o Universia criou seu novo hotsite, a onda agora é fazer intercâmbio na Austrália. Para quem está interessando em fazer uma pós-graduação fora ou até mesmo um estágio estes posts da Universia são muito úteis mesmo. Eles trazem dicas e editais em andamento, os quais são bem raros, hospedagem, cursos, normas, entidades e etc. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=422&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Recentemente o Universia criou seu novo hotsite, a onda agora é fazer intercâmbio na Austrália. Para quem está interessando em fazer uma pós-graduação fora ou até mesmo um estágio estes posts da Universia são muito úteis mesmo. Eles trazem dicas e editais em andamento, os quais são bem raros, hospedagem, cursos, normas, entidades e etc. É sempre bom ficar de olho quando estas oportunidade surgem, algumas delas são muito boas mesmo e exigem pouco investimento pois os editais incluem bolsas, por exemplo, os entre Brasil e Portugal. Para acessar o site, clique na imagem:</p>
<p><a href="http://www.universia.com.br/hotsite/australia/index.jsp"></a><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/12/universia-australia-bolsas-2010.png" target="_blank"><img class="size-full wp-image-423 aligncenter" title="universia australia bolsas 2010" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/12/universia-australia-bolsas-2010.png?w=600&#038;h=234" alt="" width="600" height="234" /></a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/oportunidades/'>Oportunidades</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/australia/'>austrália</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/curso/'>curso</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/exterior/'>exterior</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/oportunidade/'>oportunidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pos-graduacao/'>pós-graduação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/universia/'>universia</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/422/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/422/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=422&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Como sobreviver nos aeroportos, dica do Efetividade.net</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 15:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Viagens de avião são sempre um procedimento: compra passagem checkin, embarque, decolagem, segurança, refeição, pouso, recuperação&#8230; Ainda tem que se virar na cidade quando chega. Fora que tem o tal Caos Aéreo. Até agora não vi, mas sei que existe porque quase todo mundo que viaja passa por isso, eu tive foi sorte, muita sorte [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=420&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Viagens de avião são sempre um procedimento: compra passagem checkin, embarque, decolagem, segurança, refeição, pouso, recuperação&#8230; Ainda tem que se virar na cidade quando chega. Fora que tem o tal Caos Aéreo. Até agora não vi, mas sei que existe porque quase todo mundo que viaja passa por isso, eu tive foi sorte, muita sorte até agora. Veja neste artigo do <a href="http://www.efetividade.net/2010/12/02/caos-aereo-7-dicas-para-menos-stress-nos-aeroportos/">Efetividade</a> como ter uma viagem tranquila e aproveite para ler os outros sobre como arrumar as malas e etc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Minha dica, de Pão-Duro como sempre, é ver as opções de transporte do aeroporto. Por exemplo, os táxis de aeroporto geralmente são muito mais caros do que os normais. Se você tiver como ligar para um e agendar vai ser bem mais barato. Outra, em algumas cidade com mais de um aeroporto tem um sistema de transporte para os passageiros. No Rio você pode pegar um ônibus que vai do Galeão para o Santos Dumont passando pelo centro da cidade e rodoviária. Uma táxi Galeão &lt;&gt; Botafogo chega a custar 75 reais, já um táxi Botafogo &lt;&gt; Galeão: apenas 30&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Em São Paulo a economia é maior ainda e é mais divertido. As companhias como TAM e GOL oferecem um ônibus que transita entre o Guarulhos e o Congonhas, e de graça, basta apresentar as passagens. Serve tanto para que está chegando quanto para quem está partindo, mas se você ainda vai embarcar sugiro o checkin online, assim terá uma passagem para apresentar. Você faz uma economia absurda de táxi partindo do Congonhas para qualquer lugar de São Paulo e ainda tem acesso ao Metro, por exemplo.</p>
<blockquote><p><em>Chegou a temporada anual do caos aéreo, já inaugurada pela companhia que vendeu passagens a mais e conseguiu se confundir com suas escalas de funcionários, o que acabou causando o cancelamento de dezenas de vôos em todo o país e mantendo milhares de passageiros por longos períodos de espera e desinformação</em></p>
<p><em>Quando isso acontece, perdemos facilmente o controle da situação: poucos de nós conseguem ter influência o suficiente para fazer um vôo alternativo surgir em um aeroporto fechado ou informações completas passarem a fluir de uma companhia aérea em dificuldades (causadas por ela mesma ou não) – e esperar pelas providências legais ou jurídicas pode consolar, mas raramente resolve a situação imediata.</em></p>
<p><em>Mas já que o risco é grande e aumenta nas temporadas em que fazemos mais viagens, não custa estar preparado para, pelo menos, reduzir o nível de stress e fadiga quando isso acontece conosco.</em></p>
<p><em>Guarde essas dicas para reler quando estiver arrumando as malas, e repasse para os amigos que viajarão em dezembro e janeiro!</em></p></blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/aeroportos/'>aeroportos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigo/'>artigo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/aviao/'>avião</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/caos-aereo/'>caos aéreo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/efetividade/'>efetividade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/malas/'>malas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/viagem/'>viagem</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/420/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=420&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>9 Hábitos que te atrapalham em se organizar</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 12:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Procrastinação é uma palavra em voga ultimamente. E um dos motivos para isso é a prática constante da mesma. É só procurar na internet um pouco que você acha milhares de aplicações e todas pelo mesmo motivo: preguiça! Procrastinação é um jeito bem elegante e moderno de dizer que você está coirento e sem ânimo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=417&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Procrastinação é uma palavra em voga ultimamente. E um dos motivos para isso é a prática constante da mesma. É só procurar na internet um pouco que você acha milhares de aplicações e todas pelo mesmo motivo: preguiça! Procrastinação é um jeito bem elegante e moderno de dizer que você está coirento e sem ânimo para trabalhar.</p>
<p style="text-align:justify;">E da mesma forma como se procrastina, se pesquisam formas de evitar essa coisa que atrasa a vida e os projetos. Desde dicas de como manter o foco e como não perder a noção do tempo&#8230; Mas, é a mesma coisa? De fato há uma diferença e entre buscar e evitar neste caso e este artigo do <a href="http://www.lifehack.org/articles/lifehack/the-not-do-list-9-things-you-need-to-stop-doing.html" target="_blank">Stepcase Lifehacker</a> trata justamente disto: coisas que dispersam você. Aqui faço uma breve análise dos &#8220;9 Hábitos a Evitar&#8221;</p>
<h1 style="text-align:justify;">Tentar fazer tudo</h1>
<p style="text-align:justify;">Abraçar o mundo é sempre um problema. Envolver-se em muitos projetos é uma dica para melhorar seu networking e expandir seus horizontes, aprender e assim por diante, porém, ter tarefas demais enche sua cabeça de &#8220;coisas a fazer&#8221;. Algo que a autora menciona é a regra dos 80/20: &#8220;Apenas 20% das suas tarefas são realmente importantes e tomam 80% do seu tempo&#8221;. É sempre bom rever as prioridade e se livrar dos 80% que são menos importantes. Delegue, simplifique e priorize o que é importante.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Responder todos os emails</h1>
<p style="text-align:justify;">Ela mencionou uma coisa que acontece muito: &#8220;quantos emails dos que enviamos são respondidos?&#8221;. É que de milhares de emails que recebemos por dia, a maioria são propagandas, correntes, notificações e raramente, informações úteis. Preste atenção para ver que a maioria deles não merece atenção, ou são apenas para serem lidos superficialmente. Outra coisa, o email é um tipo de comunicação rápida, ficar investindo tempo nas respostas por email é um erro. Pense no email como no Twitter: a maioria das coisas é apenas para serem vistas, pouquíssimas merecem um reply, e mesmo assim, apenas 140 caracteres. Responda apenas mensagens que demandam uma resposta urgente e seja sucinto.</p>
<h1 style="text-align:justify;">&#8220;Fazer agora&#8221;, &#8220;Fazer depois&#8221;, &#8220;Fazer um dia&#8230;&#8221;</h1>
<p style="text-align:justify;">Quando se atinge um nível mais Jedi de gerenciamento de tarefas se percebe que existem muitas metas para fazer que são de baixa prioridade e tem prazos muito longos ou indefinidos. Mesmo assim são coisas importantes que entram nos 80% descritos acima e se tornam parte dos 20% na hora certa. Para melhorar o gerenciamento é bom separar a famosa lista de coisas a fazer em duas: a &#8220;Lista de Coisas para Fazer Agora&#8221; e a &#8220;Lista de Coisas para Fazer Depois&#8221;. Essa ultima lista geralmente pega coisas que podem ser feitas rapidamente, mas podem esperar e também a ajuda a descarregar sua cabeça de preocupações&#8230; Separe metas a cumprir de planos para o futuro e você terá mais espaço para trabalhar.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Deixar algumas coisas de lado&#8230;</h1>
<p style="text-align:justify;">Um dos princípios da procrastinação é deixar algumas coisas de lado para depois. Especificamente as coisas do 20%. Curiosamente são tarefas até simples de serem feitas, porém, são deixadas de lado pelo simples fato de estarem sendo evitadas. A forma simplesmente infalível de lidar com isso é começar a fazer, depois que se inicia, geralmente se termina. Apenas rompa a barreira do atrito inercial e você verá tudo se realizando.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Acertar de Primeira</h1>
<p style="text-align:justify;">Perfeccionismo sempre é bom, embora muitos tentem impressionar usando isso como defeito. Só que alguns investem tudo em desenvolver a meta de um vez só e sair perfeita logo de primeira. Fazer rascunhos sempre é bom, principalmente se você está trabalhando com textos complexos, por exemplo. Existem dois jeitos de escrever texto longos relativamente bem. Uma delas é partir de um texto mais simples e desenvolve-los com o tempo, é o que a autora recomenda. Eu uso outro jeito por que se eu parar de fazer o que estou fazendo depois quando retomo já me perdi do que estava pensando antes&#8230;<br />
Uma outra forma é escrever um rascunho extremamente longo e cheio de elementos desnecessários e depois poda-lo. Escrevo assim por que me ajuda a manter todas as minhas ideias em pauta e assim acabo produzindo muitas versões diferentes do mesmo texto. Se quer fazer algo grande, comece pequeno, se quer algo complicado, comece simples.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Dar importância demais para os detalhes</h1>
<p style="text-align:justify;">Ser detalhista é parte do perfeccionismo. Mas ficar preso em pequenos detalhes acaba sendo exaustivo, frustrante e toma muito do seu tempo precioso. Reveja se esse detalhes valem mesmo a pena&#8230; Existem detalhes cruciais, e outros que são apenas detalhes.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Falta de Foco</h1>
<p style="text-align:justify;">As vezes que dificulta definir aqueles 20% tão importante é a falta de um objetivo claro, de um projeto prioritário. Tenho muitos projetos em andamento agora, mas minha monografia atualmente é o prioritário e de fato consome mais de 80% do meu tempo. Sem um projeto prioritário, você se divide entre muitos 20% de muitos projetos diferentes. Isso da mais de 120%&#8230; Dentre as muitas tarefas e projetos, tenha uma prioridade máxima que servirá de lastro para o seu trabalho.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Agradar a todos</h1>
<p style="text-align:justify;">Vou evitar usar a frase feita e tosca de sempre por que ela é uma desculpa esfarrapada, mas agradar a todos não é impossível, apenas desnecessário. Procure focar-se apenas no que importa e em quem importa. Dê bons resultados para sua equipe e para si e os outros terão que aceitar. O que os outros pensam é consequência do que você faz e não o que você faz é consequência do que os outros pensam. Foque-se naqueles que são importante, que serão impactados ou beneficiados e em sua equipe primeiro, as demais opiniões são secundárias.</p>
<h1 style="text-align:justify;">Sem tempo para relaxar</h1>
<p style="text-align:justify;">Depois de tanto falar de procrastinação, eis que vem o fato inegável: é impossível manter o foco eficientemente em apenas uma meta por muito tempo. Levo um turno de dia para revisar um artigo de tamanho médio. Isso por que entre uma passagem e outra do artigo me distancio para outras pequenas tarefas paralelas ou para relaxar um pouco jogando SimCity. Se eu não fizer isso passo o dia todo para revisar um único artigo sem interrupções. Por que isso? Por que a mente fica saturada e precisa reiniciar. Então uma pausa para o chá das 5 é sempre bem vinda =)</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/artigo/'>artigo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/lifehacker/'>lifehacker</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/lista/'>lista</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/procrastinacao/'>procrastinação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/produtividade/'>produtividade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/417/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/417/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=417&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Usando Biogeoquímica para entender melhor o passado do planeta: a relação entr e Molibdênio, Oxigênio e a Vida</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[O oxigênio é uma das causas de nosso envelhecimento pois destrói toda a matéria orgânica que pode. Um exemplo disto é que materiais como pólen e artefatos de madeira de importância histórica, os quais geralmente estragam com o tempo, são preservados por séculos e até milhões de anos quando mantidos longe do O2. Entretanto, o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=409&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O oxigênio é uma das causas de nosso envelhecimento pois destrói toda a matéria orgânica que pode. Um exemplo disto é que materiais como pólen e artefatos de madeira de importância histórica, os quais geralmente estragam com o tempo, são preservados por séculos e até milhões de anos quando mantidos longe do O<sub>2</sub>.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, o gás que tudo &#8220;enferruja&#8221; é um elemento importantíssimo para a biosfera e a sua história ao longo destes milhões de anos está atrelada a eventos importantes da evolução biológica. Este artigo, publicado no <strong>PNAS</strong> e intitulado &#8220;<em>Devonian rise in atmospheric oxygen correlated to the radiations of terrestrial plants and large predatory fish</em>&#8221; trata justamente de avaliar as reais concentrações de oxigênio nos oceanos usando marcadores geoquímicos, especificamente o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Molibd%C3%AAnio" target="_blank">Molibdênio</a>, e sua relação com o desenvolvimento de organismos complexos no planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente a atmosfera terrestre possui uma concentração de 21% oxigênio, embora anteriormente as concentrações fossem indetectáveis pois a mesma se formou como um <a href="http://sites.google.com/site/geologiaebiologia/biologia-e-geologia-10%C2%BA/a-geologia-os-geologos-e-os-seus-metodos/atmosfera" target="_blank">atmosfera redutora</a> originalmente, rica em substâncias reduzidas como o CH<sub>4</sub> e quase sem oxigênio livre. Os dados que temos sobre os níveis de oxigênio da atmosfera primitiva e posterior foram inferidos a partir de processos geoquímicos que interagiam com este oxigênio livre. Substâncias que aumentavam ou diminuíam de concentração no registro estratigráfico de acordo com as variações de O<sub>2</sub> da atmosfera ou dos mares. Por exemplo, os níveis de Enxofre, Ferro e Molibdênio em depósitos sedimentares mostram que aconteceram aumentos nas concentrações oceânicas de Oxigênio durante o Ediacariano. Este, por sua vez, foi um período marcado pela grande diversidade de organismos bilaterais e bem mais complexos que os dos períodos anteriores que são conhecidos como Fauna <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_tempo_geol%C3%B3gico" target="_self">Ediacara</a>.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a href="http://www.emc.maricopa.edu/faculty/farabee/biobk/biobookpaleo2.html%20" target="_blank"><img class=" " title="Fauna do Ediacário: será a explosão do cambriano um fenômeno climático?" src="http://www.emc.maricopa.edu/faculty/farabee/biobk/ediacaran.gif" alt="Fauna do Ediacário: será a explosão do cambriano um fenômeno climático?" width="320" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Fauna do Ediacarano: será a explosão do cambriano um fenômeno climático?</p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">A concentração de Molibdênio (Mo) nos oceanos é regulada pelas concentrações de H<sub>2</sub>S e O<sub>2</sub>. Na presença do Oxigênio o Mo mostra-se solúvel na forma de um ânion: molibidato. Em águas sulfídricas ele reage com o H<sub>2</sub>S combinando-se com partículas em suspensão rapidamente. Atualmente a concentração de Molibdênio no mar é de 105nM e em rios é de 6nM. Seu tempo de residência é bastante longo sendo que o mar mantém uma composição isotópica de Mo homogênea em todo o planeta. Ambientes estagnados e ricos em H<sub>2</sub>S são raros atualmente, porém, são responsáveis por uma redução considerável nas concentrações de Mo pois a acumulação nos sedimentos é de 2 a 3 vezes maior nestes ambientes. Mas nem todo o Molibdênio é removido da água, em ambientes oxigenados, como os mares atuais, o isótopo Mo98 é mais presente do que o isótopos mais leves. É esse fracionamento isotópico  nos sedimentos do período é que dá a dica sobre a oxigenação dos mares antigos.</p>
<blockquote><p><em>Resumo da Ópera: altas concentrações do Molibdênio 98 indicam um ambiente mais oxigenado enquanto que baixas concentrações caracterizam um ambiente redutor com fixação sulfídrica do Mo.<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Outros fatores podem acarretar no aumento das concentrações de Mo em ambientes anóxicos, águas enriquecidas com enxofre, por exemplo. Para evitar erros de interpretação os autores usaram o Ferro como parâmetro de comparação. Enriquecimento de Molibdênio em ambiente anóxico geralmente está associado a aumento das concentrações de Ferro também. Outro elemento importante para compreender a oxigenação é o carbono orgânico total (CTO). A relação entre ele e o Mo reflete suas concentrações nas águas marinhas superficiais. Quanto maior for a deposição sulfídrica de Mo, menor será a razão Mo/CTO e a concentração de Mo da água marinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de fatores que possam intervir como descargas fluviais e concentrações intermitentes de H<sub>2</sub>S que afetam algumas áreas individualmente, em média os dados mostram que há dois momentos importantes da oxigenação dos oceanos no Eon Proterozoico. Durante a maior parte do período a concentração do Molibdênio manteve-se em estáveis 1.1‰ e sofreu um aumento para 1,6‰ e um declínio para em 1,4‰ no fim do Neo-Proterozoico (550 Ma). Um aumento para 2,0‰, quase a concentração moderna, entre o médio Siluriano e o médio Devoniano (430-390 Ma).</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro evento de oxigenação dos oceanos identificado com a a ajuda do Molibdênio coincide com a diversificação inicial de grandes animais como os primeiros bilatérios no Ediacariano. Mesmo assim, é provável que a oxigenação fosse baixa em relação aos níveis modernos pois ainda havia uma predominância de ambientes sulfídricos nos oceanos no início do Paleozoico. E mesmo em condições de águas estagnadas este ambiente dificilmente se manteria por 150 milhões de anos como se manteve até o segundo evento de oxigenação se a oxigenação atmosférica fosse tão alta quanto a atual.</p>
<p style="text-align:justify;">O segundo evento de oxigenação ocorreu no Devoniano e recebeu pouca atenção apesar de ser o mais importante da história terrestre. Este aumento já havia sido previsto em modelos anteriores da atmosfera daquele período. A oxigenação do Devoniano coincide com a diversificação das plantas vasculares e domínio dos grandes peixes predadores que caracterizam este período.</p>
<div id="attachment_410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/11/selecao_001.png"><img class="size-full wp-image-410 " title="Estes gráficos, tirados do artigo, mostram a relação entre: A) Razão Molibdênio/Carbono Orgânico Total em sedimentos (bolinhas brancas são dados pretéritos, as verdes são novos); B) Molibdênio na água inferido a partir de sedimentos ricos em H&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;S (as bolinhas vermelhas são ambientes marinhos muito sulfídricos, as rosas são os de média concentração); A) Tamanho máximo dos cordados em função do tempo. Notem que concentrações maiores de Mo 98 indicam águas mais oxigenadas e ao mesmo tempo há um aumento no tamanho máximo dos organismos." src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/11/selecao_001.png?w=600" alt="Estes gráficos, tirados do artigo, mostram a relação entre: A) Razão Molibdênio/Carbono Orgânico Total em sedimentos (bolinhas brancas são dados pretéritos, as verdes são novos); B) Molibdênio na água inferido a partir de sedimentos ricos em H&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;S (as bolinhas vermelhas são ambientes marinhos muito sulfídricos, as rosas são os de média concentração); A) Tamanho máximo dos cordados em função do tempo. Notem que concentrações maiores de Mo 98 indicam águas mais oxigenadas e ao mesmo tempo há um aumento no tamanho máximo dos organismos."   /></a><p class="wp-caption-text">Estes gráficos, tirados do artigo, mostram a relação entre: A) Razão Molibdênio/Carbono Orgânico Total em sedimentos (bolinhas brancas são dados pretéritos, as verdes são novos); B) Molibdênio98 na água inferido a partir de sedimentos ricos em H2S (as bolinhas vermelhas são ambientes marinhos muito sulfídricos, as rosas são os de média concentração); A) Tamanho máximo dos cordados em função do tempo. Notem que concentrações maiores de Mo 98 sedimentar indicam águas mais oxigenadas e ao mesmo tempo há um aumento no tamanho máximo dos organismos.</p></div>
<p style="text-align:justify;">A atuação das plantas terrestres foi vital neste processo. A biomassa terrestre possui uma relação Carbono/Fósforo maior que a biomassa marinha pois plantas vasculares, por exemplo, ao morrerem fixam muita biomassa que acaba sendo enterrada pela constante erosão e formação de solo. Esta fixação constante de carbono orgânico no solo previne que o Oxigênio da atmosfera seja consumido em degradações de matéria orgânica, o que ajuda a mantê-lo em níveis mais altos por mais tempo. Os peixes do período também evidenciam o aumento do oxigênio na água pois são um dos grupos menos tolerantes à hipoxia. O período Devoniano testemunhou um grande aumento no tamanho máximo dos animais marinhos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os resultados obtidos pelos autores corroboram outras pesquisas com dados paleo-biogeoquímicos e estão de acordo com o registro fóssil, porém, dão uma ideia mais precisa de quando cada transformação ocorreu na atmosfera do planeta.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referências</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.pnas.org/content/early/2010/09/28/1011287107" target="_blank">Devonian rise in atmospheric oxygen correlated to the radiations of terrestrial plants and large predatory fish</a>. By Tais W. Dahl, Emma U. Hammarlund, Ariel D. Anbare, David P. G. Bond, Benjamin C. Gill, Gwyneth W. Gordon, Andrew H. Knoll, Arne T. Nielsen, Niels H. Schovsbo, and Donald E. Canfield. Proceedings of the National Academy of Sciences, Vol. 107 No. 39, September 28, 2010.</li>
<li><a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2010-10/asu-pke100810.php" target="_blank">Plants kick-start evolutionary drama of Earth&#8217;s oxygenation</a>. EurekAlert</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Estes gráficos, tirados do artigo, mostram a relação entre: A) Razão Molibdênio/Carbono Orgânico Total em sedimentos (bolinhas brancas são dados pretéritos, as verdes são novos); B) Molibdênio na água inferido a partir de sedimentos ricos em H&#60;sub&#62;2&#60;/sub&#62;S (as bolinhas vermelhas são ambientes marinhos muito sulfídricos, as rosas são os de média concentração); A) Tamanho máximo dos cordados em função do tempo. Notem que concentrações maiores de Mo 98 indicam águas mais oxigenadas e ao mesmo tempo há um aumento no tamanho máximo dos organismos.</media:title>
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		<title>Linux nas Empresas e no Desktop</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/10/26/linux-nas-empresas-e-no-desktop/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 23:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por esses dias não estamos ouvindo falar sobre algum fenômeno como o &#8220;ano do Linux nos desktops&#8221;, o que pode ser um pouco hiperbólico, afinal segundo o Net Applications, o Linux está comandando uma porção de menos de 1% desse mercado, segundo o Net Applications. No âmbito corporativo, entretanto, o interesse no Linux está bombando, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=403&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Por esses dias não estamos ouvindo falar sobre algum fenômeno como o &#8220;ano do Linux nos desktops&#8221;, o que pode ser um pouco hiperbólico, afinal segundo o Net Applications, o Linux está comandando uma porção de menos de 1% desse mercado, segundo o Net Applications. No âmbito corporativo, entretanto, o interesse no Linux está bombando, de acordo com uma pesquisa feita pela Linux Foundation e a Yeoman Technology Group.</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-10/linux-empresas.html" target="_blank">Guiadohardware</a></em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Essas estatísticas sobre a composição dos sistemas operacionais são sempre assunto para muita discussão. Por exemplo, muitos alegam que os sites monitorados pela Net Applications possuem um público muito Windows e isso faz uma estatística desfavorável ao Linux. Isso fica bastante evidente mesmo em sites de grande circulação como o <a href="http://meiobit.com/75405/mais-estatstiscas/" target="_blank">MeioBit </a>onde o público, digamos mais consciente, possui escolhas menos ortodoxas quanto a navegadores e sistemas.</p>
<p style="text-align:justify;">A quem ainda não notou, sou o administrador do site da <a href="http://ejmutual.com.br/empresa/" target="_blank">Mutual</a>. Vejamos, é um site de um &#8220;Empresa Júnior,&#8221; sobre &#8220;Biologia&#8221;, &#8220;Empreendedorismo,&#8221; &#8220;Pesquisa&#8221; e etc&#8230; Notem que quase não há referência a estas questões técnicas de sistemas operacionais e assim por diante, mesmo assim, os dados de acesso do site mostram que:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>38% dos acessos são com o Firefox</li>
<li>Pelo menos 1% com Safari</li>
<li>16,4% com o Chrome</li>
<li>Mais de 90% dos usuários é do Windows</li>
<li>Os acessos linux são tão poucos que provavelmente são só eu mesmo, porém, tem 1,5% de acessos vindos com MacOs</li>
<li>BONUS! Um acesso via iPod!</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">É um site sem nada em especial, no meio da internet com uma composição que eu diria ser bastante variada em termos de navegadores. Mostra claramente que a maioria absoluta dos usuários domésticos ainda é Windows mesmo no meio científico. Também mostra que a hegemonia do Internet Explorer não está ameaçada, de fato, já acabou faz tempo. Outros dados interessantes sobre OS&#8217;:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>64% dos usuários usam XP, seguido de 7 e Vista.</li>
<li>Tem UM acesso com Windows 98</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">A grande maioria dos acessos é do Brasil, creio que mostra bem a composição dos sistemas usados no nosso país. Tentei fragmentar os dados relacionando país e sistema operacional, mas a amostra fora do país é mínima. Isso seria muito interessante em um site grande a acessado internacionalmente pois teria implicações tipo: Que países mais usam Linux? Há relação entre a escolha dos sistemas e a educação no país ou com o desenvolvimento econômico?</p>
<p style="text-align:justify;">A notícia do GDH na verdade foca no mercado corporativo. Realmente sempre foi o forte do Linux os servidores e grandes corporações em busca de segurança e simplicidade para suas redes. De uns tempo para cá, tenho notado pequenas empresas adotando o Linux. Por exemplo, ouço muito falar de Lans com Linux. Aqui em São Luís &#8211; MA nunca vi, em São Paulo sim. Outra, dia desses um amigo meu que tem um curso aqui na cidade me pediu para instalar o Mandriva em alguns computadores dele querendo mais segurança e controle sobre o uso da rede. O Banco do Brasil sempre foi um apoiador do Linux, mas só de uns tempos para cá que vi que começaram a usa-lo nos desktops de atendimento das agências e recentemente nos caixas eletrônicos. Mais que estatísticas, o crescimento do Linux no mercado como um todo já é bem tangível&#8230;</p>
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		<title>Top 5,5 dos Desenhos Animados e da Música Clássica</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/10/26/top-55-dos-desenhos-animados-e-da-musica-classica/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 23:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[É engraçado como antigamente os desenhos animados usavam muito mais a música clássica e óperas do que hoje. Na década de quarenta, todos os grandes personagens foram maestros ou cantores de ópera. Então, vamos reunir os 5,5 melhores desenhos animados com músicas clássicas? Cliquem aqui e vejam essa lista, muito boa mesmo. Pesquisei o assunto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=404&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>É engraçado como antigamente os desenhos animados usavam muito mais a <strong>música clássica e óperas</strong> do que hoje. Na década de quarenta, todos os grandes personagens foram maestros ou cantores de ópera.</em></p>
<p><em>Então, vamos reunir os 5,5 melhores desenhos animados com músicas clássicas?</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/06/29/top_5_5_desenhos_animados_sobre_musica_c/" target="_blank">Cliquem aqui</a> e vejam essa lista, muito boa mesmo. Pesquisei o assunto por que comecei a rir copiosamente lembrando do Pernalonga vestido de Leopoldo mwahahaha</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/cultura/'>cultura</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/desenho/'>desenho</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/diversao/'>diversão</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/musica/'>música</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/404/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=404&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Acidificação dos oceanos e impactos sobre organismos com conchas</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 15:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[acidificação]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das preocupações recentes com o aquecimento global é que a alta concentração de CO2 na atmosfera altere a química dos oceanos. Vejamos, muito dos efeitos da mudança climática foram atrasados pela capacidade do oceano em absorver o dióxido de carbono atmosférico. Isto foi bom para o clima por um tempo, mas foi péssimo para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=398&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma das preocupações recentes com o aquecimento global é que a alta concentração de CO2 na atmosfera altere a química dos oceanos. Vejamos, muito dos efeitos da mudança climática foram atrasados pela capacidade do oceano em absorver o dióxido de carbono atmosférico. Isto foi bom para o clima por um tempo, mas foi péssimo para a vida marinha. Quando o mar absorve o CO2 atmosférico ele torna-se mais e mais ácido e isto muda a dinâmica de nutrientes necessários à vida no oceâno. Este processo é conhecido como acidificação e é extremamente prejudicial principalmente para organismos que dependem de carbonato de cálcio dissolvido na água para formar suas conchas calcárias como corais, foramnínferos, equinodermos e algas coralinas.</p>
<p style="text-align:justify;">O impacto da acidificação no desenvolvimento de duas espécies de mariscos foi o tema de um artigo, publicado no PNAS e divulgado no <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2010/09/100928154754.htm" target="_blank">ScienceDialy</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho é dos pesquisadores da Stony Brook University: Christopher J. Gobler e Stephanie C. Talmage. Eles conduziram experimentos para avaliar o impacto das concentrações de CO2 na água do oceano no desenvolvimento de larvas de mariscos comerciais (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mercenaria" target="_blank"><em>Mercenaria mercenaria</em></a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Argopecten_irradians" target="_blank"><em>Argopecten irradians</em></a>). Os animais foram cultivados em diferentes concentrações de dióxido de carbono na água que representavam as condições do planeta antes e depois da Revolução Industrial, a qual foi decisiva para as mudanças recentes da concentração de carbono na atmosfera com o início da queima de larga escala de combustíveis fósseis. Segundo os autores, o estudo da acidificação do oceano é recente e demanda mais atenção; enquanto as temperaturas globais subiram apenas 8% as concentrações de CO2 nos mares aumentaram em 40%.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 403px"><img title="Mercenaria mercenaria" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3b/LittleNeck_clams_USDA96c1862.jpg" alt="Mercenaria mercenaria" width="393" height="265" /><p class="wp-caption-text">Isso com sal e limão... hum...</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Os resultados mostraram que as larvas cultivadas em concentrações pré-revolução industrial, aproximadamente 250 ppm, tiveram uma sobrevivência maior com conchas mais robustas e crescimento mais rápido do que as cultivadas em concentração de 390 ppm. Ademais, larvas cultivadas nas concentrações previstas para o final deste século apresentaram problemas de formação nas conchas. Isto mostra a quais tipos de pressões evolutivas estarão expostos este animais e quais tipos de impactos já sofreram nas ultimas décadas desde a Revolução Industrial.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Stephanie C. Talmage And, Christopher J. Gobler. Effects of past, present, and future ocean carbon dioxide concentrations on the growth and survival of larval shellfish. Proceedings of the National Academy of Sciences, September 20, 2010 DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1073/pnas.0913804107" target="_blank">10.1073/pnas.0913804107<br />
</a></p>
</blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/acidificacao/'>acidificação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia-experimental/'>biologia experimental</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/co2/'>co2</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/cultivo/'>cultivo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/marisco/'>marisco</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mudanca-climatica/'>mudança climática</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pesca/'>pesca</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pnas/'>pnas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/sciencedialy/'>sciencedialy</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/398/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=398&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Mercenaria mercenaria</media:title>
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		<title>Qual o melhor horário para se praticar exercícios?</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 01:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[afterburn]]></category>
		<category><![CDATA[askmen]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é a melhor hora para praticar exercícios físicos? O Askmen fez uma lista de 10 bons motivos para ir de manhã cedo. Dizem que os melhores resultados são à tarde, eu particularmente discordo. Pelo que os avaliadores que conheço me disseram, freqüentar a academia à noite é excelente, desde que você durma bem para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=380&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Qual é a melhor hora para praticar exercícios físicos? O <a href="http://www.askmen.com/top_10/fitness/top-10-reasons-to-train-in-the-morning.html" target="_blank">Askmen </a>fez uma lista de 10 bons motivos para ir de manhã cedo. Dizem que os melhores resultados são à tarde, eu particularmente discordo. Pelo que os avaliadores que conheço me disseram, freqüentar a academia à noite é excelente, desde que você durma bem para o dia seguinte. E realmente ir à noite torna seu sono mais tranqüilo. Mas e de manhã? O horário nobre das caminhadas na pracinha. Bem, existem muitas vantagens em praticar exercícios de manhã cedo, vejamos algumas delas (fiz uma adaptação da lista original unindo alguns tópicos):</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Freqüência</strong>: As vezes ir à noite simplesmente não dá. Você tem aquela reunião que dura um pouco mais, aquele convite irrecusável&#8230; E geralmente quem vai à noite está sem tempo durante o dia então tem que dormir cedo e tudo mais. Ir na hora do almoço é muito comum, mas você tem que comer, quando? Depois? Não será mais hora do almoço, comerá às pressas, será que vale a pena?</li>
<li><strong>Disponibilidade</strong>: Ficar esperando halteres é uma coisa muito chata, não? Quem vai bem cedo para a academia sofre bem menos com isso pois quem vai de manhãzinha geralmente faz séries mais curtas e neste horário o movimento é menor. Você faz seus exercícios com calma bem mais rápido.</li>
<li><strong>Fique a todo vapor</strong>: Sabia que a maioria das calorias são queimadas depois dos exercícios e não durante? O nome disto é <a href="http://www.exerciciosinteligentes.com/www/artigos_view.php?cod=10" target="_blank">afterburn</a>, é aquele calor que sentimos depois de nos exercitarmos. Isso trás muitos benefícios para que se exercita durante o dia. O metabolismo fica em modo turbo durante todo o dia. Você estará pré-aquecido para suas tarefas diárias, mais disposto e se sentirá bem melhor no fim do dia.</li>
<li><strong>Corpo São, Mente Sã</strong>: Os exercícios também liberam hormônios (endorfinas) que fazem você se sentir bem e são muito úteis durante o dia, são os mesmos que fazem você dormir tranqüilo à noite quando vai se exercitar no turno corujão. A prática diária de atividade física trás excelentes benefícios para a mente da pessoa, mas principalmente, reduz o estresse ao longo do dia. Outra coisa que melhora é a circulação sanguínea em todo o corpo, incluindo cérebro, o que o torna mais atento e mais concentrado em suas tarefas.</li>
<li><strong>Apetite</strong>: Atividade física tem alguma coisa haver com regulação de apetite e também do intestino. Isso faz com que os horários de alimentação fiquem mais constantes e também torna sua energia mais estável ao longo do dia, sem aquelas crises de &#8216;tristeza&#8217; que dão em nós de vez em quando&#8230;</li>
<li><strong>Disciplina</strong>: Este aqui é puramente comportamental mas tem seus méritos. Acordar cedo para ir fazer força é dose, mas tem efeitos fantásticos em outros aspectos de sua vida que nada tem haver com isso. Como? Bem simples, que acorda cedo todo dia se torna mais e mais disciplinado com o tempo, passa a dormir em horários mais regulares e se torna mais organizado.</li>
<li><strong>Dormir bem</strong>: Como eu já havia mencionando antes, os exercícios ajudam a dormir melhor, em qualquer horário. Só que para quem vai para a academia de manhã, está reservado o prazer de ir para a cama à noite sem pensar duas vezes =)</li>
</ul>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/academia/'>academia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/afterburn/'>afterburn</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/askmen/'>askmen</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/exercicios/'>exercícios</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/380/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=380&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Trapos na Ilha: A história de um Estado</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/10/06/trapos-na-ilha-a-historia-de-um-estado/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/10/06/trapos-na-ilha-a-historia-de-um-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 16:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[sarney]]></category>

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		<description><![CDATA[[...] Em 1983, na Maternidade Marly Sarney, em São Luís, nasce um bebê de olhos esbugalhados, pernas tortas e com um cabeção. Os Pais ao receberem o menino tiveram que colocar um nome: - Cauã? - Janequine? - Já sei amor. Vamos chamá-lo de Zé Ninguém. - Perfeito! Zé Ninguém cresceu no Bairro Vila Sarney, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=383&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">[...]<br />
Em 1983, na Maternidade Marly Sarney, em São Luís, nasce um bebê de olhos esbugalhados, pernas tortas e com um cabeção. Os Pais ao receberem o menino tiveram que colocar um nome:<br />
- Cauã?<br />
- Janequine?<br />
- Já sei amor. Vamos chamá-lo de Zé Ninguém.<br />
- Perfeito!<br />
Zé Ninguém cresceu no Bairro Vila Sarney, viveu nesse bairro até os 4 anos de idade, quando a família resolve mudar-se para a Vila Sarney filho. Chegando lá, não conseguem se adaptar, ruas esburacadas, lixo e esgoto a céu aberto e muita poluição sonora. A família resolve então mudar-se para a Vila Roseana Sarney, o Zé Ninguém vive parte de sua infância nessa vila e na Vila Kiola Sarney, conhece vários amigos, mais com o passar dos anos, tem seus amigos mortos por causa da violência do local.<br />
[...]</p>
</blockquote>
<p>Continuem lendo no <a href="http://traposnatrilha.blogspot.com/2010/10/sarney-alguem-conhece.html" target="_blank">Trapos na Ilha</a> do meu amigo Emílio, é o triste retrato do Maranhão. Também recomendo o texto do <a href="http://scienceblogs.com.br/vqeb/2010/10/titiririca_na_cabeca.php" target="_blank">Mauro Rabelo</a>, desta vez sobre o Tiririca, notem, o problema não é só em um estado&#8230;</p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/maranhao/'>maranhão</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/politica/'>política</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/sarney/'>sarney</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/383/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=383&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Frankensushi</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/10/04/frankensushi/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 17:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso aqui muito me interessa, afinal, me alimento principalmente de sushi hehehe Essa questão dos transgênicos, não está tão quente na mídia como era a algum tempo atrás, mas ainda é um tema espinhoso. Antes só se falava em soja e agora temos animais também. Antes existiam as famosas promessas da engenharia genética de curar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=378&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Isso aqui muito me interessa, afinal, me alimento principalmente de sushi hehehe</p>
<p style="text-align:justify;">Essa questão dos transgênicos, não está tão quente na mídia como era a algum tempo atrás, mas ainda é um tema espinhoso. Antes só se falava em soja e agora temos animais também. Antes existiam as famosas promessas da engenharia genética de curar doenças usando alimentos transgênicos como vacas que dão leite vacinado e plantas com proteína animal, porém, até agora nada disto foi feito, por que?</p>
<p style="text-align:justify;">Lembro que quando pela primeira vez precisei fazer uma pesquisa sobre transgenia, curiosamente já foi na universidade; nunca tocaram no assunto no ensino médio, minhas únicas fontes eram o site do Greenpeace e da Monsanto. Ou seja, estava obtendo informações diretamente das principais fontes já que todas as outras citavam essas, Infelizmente, nenhuma delas era realmente informativa. A da Monsanto fazia milhões de promessas de salvar o mundo e a do Greenpeace só sabia enumerar os riscos, sendo a maioria deles irreais ou mal interpretados. Se eu não tivesse discernimento e conhecimento sobre genética molecular o que seria de mim? Teria que escolher um lado, provavelmente orientado pelo medo e ficaria como a maioria: desinformado.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas existem outras fontes. Neste caso seria correr para os artigos de pesquisas sobre transgenia. Ler artigos está fora de cogitação para alunos do ensino médio, jornalistas e a maioria da população. Essas pessoas estão, digamos, excluídas deste tipo de informação. O sistema educacional é incapaz de abordar a questão em profundidade, e creio que os alunos tem condições de entender isso em profundidade sim, e a população votante e economicamente ativa tem um opinião muito mal-formada. Isso se reflete nas políticas de pesquisa, isso se reflete em projetos de lei, isso se reflete na regulamentação e na economia do país.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora estamos dando um passo à frente nas pesquisas. Como a CH colocou, esta tecnologia propicia condições para que alimentos mais saudáveis e baratos estejam à disposição de mais e mais pessoas. Embora exista uma preocupação ambiental muito grande, esta pode ser resolvida com mais pesquisas e com mais investimento. E aí, quem vai pesquisar e quem vai investir? A iniciativa privada, a iniciativa pública? Tem edital pra isso? Acho que as pesquisas avançam devagar demais, por que será? Quem quer se envolver com Frankenfood?</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">O salmão, famoso por sua deliciosa carne avermelhada, é criado comercialmente desde o século 18. O peixe alcança índices elevados de comercialização, estando, neste quesito, atrás apenas do atum.</p>
<p style="text-align:justify;">[...]</p>
<p style="text-align:justify;">Ao longo dos últimos anos, várias empresas de biotecnologia investiram em alternativas para solucionar esse impasse. Uma das tentativas de maior sucesso na área foi o criação de um salmão-do-atlântico transgênico, denominado ‘<a href="http://www.aquabounty.com/products/products-295.aspx">AquAdvantage</a>’.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse peixe geneticamente modificado foi desenvolvido em 1989 pela empresa canadense AquaBounty Technologies. Em 1996, foi submetido à análise da Administração de Drogas e Alimentos (FDA, do inglês <em>Food and Drug Administration</em>) para eventual liberação de sua comercialização.</p>
<p style="text-align:justify;">Os salmões AquAdvantage possuem um gene que ativa um hormônio de crescimento (opAFP-GHc2), proveniente de outra espécie de salmão, o salmão-rei ou do Pacífico (<em>Oncorhynchus tshawytscha</em>).</p>
</blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/o-supersalmao">Ciência Hoje</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ecologia/'>ecologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/psicultura/'>psicultura</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/salmao/'>salmão</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/sushi/'>sushi</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/transgenicos/'>transgênicos</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/378/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/378/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=378&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Blog da Mutual: Ação Mutual 3</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/29/blog-da-mutual-acao-mutual-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 15:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que tal participar de uma tradicional e belíssima ação social? Este é o Ação Mutual 3, a ser realizado no dia 3 de Novembro de 2010. O evento deste ano é uma homenagem para a terceira idade, com palestras, oficinas, atendimentos e etc. Venha participar! Traga a família e seja parte dele. Como Flipper? Inscreva-se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=374&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Que tal participar de uma tradicional e belíssima ação social? Este é o Ação Mutual 3, a ser realizado no dia 3 de Novembro de 2010.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ejmutual.com.br/empresa/?q=page/acao-mutual-3"></a><a href="http://ejmutual.com.br/empresa/?q=page/acao-mutual-3"><img class="size-full wp-image-375 aligncenter" title="Ação Mutual 3" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/09/moz-screenshot-1.png?w=600" alt="Ação Mutual 3"   /></a></p>
<p>O evento deste ano é uma homenagem para a terceira idade, com palestras, oficinas, atendimentos e etc. Venha participar! Traga a família e seja parte dele. Como Flipper?</p>
<p>Inscreva-se para a seleção de monitores do Ação Mutual 3 e seja um dos voluntários na organização! Clique na logo do evento para saber mais sobre ele e sobre o voluntariado.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://ejmutual.com.br/empresa/?q=news/o-mutual-3-participe" target="_blank">Mutual</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/eventos/'>Eventos</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/acao-mutual-3/'>ação mutual 3</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/acao-social/'>ação social</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/divulgacao/'>divulgação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/idosos/'>idosos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mutual/'>mutual</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=374&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>E o mercado brasileiro de Games?</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/27/e-o-mercado-brasileiro-de-games/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 15:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz muito, mas muito tempo mesmo que não tenho um console em casa. Meu ultimo dispositivo foi um saudoso Nintendo 64. Eu o vendi em tão perfeito estado de conservação que quase recuperei o investimento sobre ele. Deve ter custado uns 1.000 reais na época, uma fortuna. Desde então venho planejando o meu retorno [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=370&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Já faz muito, mas muito tempo mesmo que não tenho um console em casa. Meu ultimo dispositivo foi um saudoso Nintendo 64. Eu o vendi em tão perfeito estado de conservação que quase recuperei o investimento sobre ele. Deve ter custado uns 1.000 reais na época, uma fortuna. Desde então venho planejando o meu retorno triunfal ao mundo os gamers, sem sucesso. Nenhum dos consoles da nova geração me interessou, nem o casual Nintendo Wii tão pouco o brutalmente potente PS3. Muitas razões, uma delas é que os jogos de hoje não são como os de antigamente; ou são muito casuais ou são hardcore demais.<br />
Vejo meus primos brincando no Wii deles e sinceramente não me interesso. Eles passam por tantas telas de configurações antes de jogar que parece mais que estão compilando um kernel. Se eu quisesse um computador na sala, compraria um Media Center e não um Wii. O mesmo vale para o PS3. Entretanto, o que realmente me incomoda são os preços exorbitantes. Lembro que quanto o PS3 apareceu no Submarino era tão caro que nem me recordo do valor. Teve uma época em que era quase o preço de um Wii e mesmo assim, é muito caro. Isso sem contar os jogos que são em torno de 200 reais cada, no tempo do N64 200 reais era um Zelda na edição especial para colecionador ou coisa assim.<br />
Isso pode sim ser usado como um termômetro para o desenvolvimento do país. Veja bem, quais são os fatores que afetam o preço destes artigos? São importados? Se forem produzidos no país além de baratos geram emprego e renda. São os impostos? Que impostos? Tributos mais acessíveis sobre tecnologia favoreceriam a inclusão digital, aquisição de computadores em escolas e universidades. Lembram do professor americano que comprou 5 PS3 para fazer um cluster? É disso que estou falando, algo assim não rola no Brasil. Quem joga videogame? A classe média? Diversão burguesa? Então pode-se dizer que temos um classe média maior, com mais tempo disponível e com crédito se as vendas de games aumentam certo? Got it?</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui está um fragmento do texto do Pablo (<a href="http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/2010/09/22/o-que-falta-para-o-brasil-dos-games/">GamerBr</a>) sobre o assunto. Muito bom!</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Os problemas que os executivos das publishers costumam relatar são basicamente os mesmos: o que atrasa o crescimento do mercado no Brasil são os impostos, tanto aqueles que afetam os consoles como os que encarecem os jogos. Videogames no país são taxados como jogos de azar, e isso resulta em impostos muito maiores do que o que seria adequado. Algo semelhante ocorre com os jogos, mas neste caso, isso poderia ser amenizado se os discos fossem prensados em solo brasileiro. A redução não seria sentida imediatamente, mas, em médio prazo, os preços dos games cairiam drasticamente. Imagine uns 30% a menos do que é cobrado atualmente e dá para se ter uma boa ideia do que viria por aí.</p>
<p style="text-align:justify;">Os outros entraves também são burocráticos: por que demora tanto para o Brasil ter redes online de consoles funcionais e operantes, como a Xbox Live e a PSN? Porque questões operacionais dificultam o processo: como pagar pelo conteúdo baixado, como pagar devidamente os fornecedores de conteúdo, e por ai vai. É tudo difícil, muito porque o país não esta acostumado a esse tipo de operação. Ou seja, os problemas existem de verdade. As empresas não estão apenas nos enrolando, nem estão de má vontade. Pelo menos é o que elas nos dizem. Só nos resta acreditar nessas boas intenções e pensar que, não apenas os jogadores querem que as coisas funcionem, mas as fabricantes também. Afinal, elas querem ganhar dinheiro. Não teriam porque fazer corpo mole com tantas oportunidades à disposição.</p>
</blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/brasil/'>brasil</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/games/'>games</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/gestao/'>gestão</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/jogos/'>jogos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pablo/'>pablo</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/370/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=370&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Divulgação Científica, de quem?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 15:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pergunta “É possível divulgar ciência?” pode parecer estranha em uma publicação dedicada a essa missão. No entanto, esse questionamento existe até por parte de cientistas influentes, para os quais a divulgação da ciência, por adotar uma forma imperfeita ou incompleta, transmite apenas uma imagem aproximada ou mesmo corrompida do que pretende divulgar. E, como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=367&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>A pergunta “É  possível divulgar ciência?” pode parecer estranha em  uma publicação  dedicada a essa missão. No entanto, esse questionamento  existe até por  parte de cientistas influentes, para os quais a  divulgação da ciência,  por adotar uma forma imperfeita ou incompleta,  transmite apenas uma  imagem aproximada ou mesmo corrompida do que  pretende divulgar. E, como  tal, não divulgaria nada.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>É o caso de Ilya  Prigogine (1917-2003), químico teórico russo-belga,  para quem seria  impossível, por exemplo, explicar a teoria da  relatividade a um público  leigo. Segundo Prigogine, a relatividade não  poderia ser entendida  pela metade, ou com menos de 100% de seu conteúdo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para que essa  teoria fosse devidamente apreciada, o público-alvo  teria que conhecer  os fundamentos da física, o que constituiria uma  situação equivalente a  ensinar aos já iniciados. De acordo com essa  visão, um bom livro sobre  a teoria da relatividade necessariamente  abrigaria todos os conceitos  relevantes e por isso não seria, em  essência, um livro de divulgação, e  sim um livro de física. Reservado  somente aos ‘eruditos’.</em></p>
<div style="text-align:justify;"><em>Einstein dizia: “Se você não consegue explicar algo de modo simples, é porque não entendeu bem.”</em></div>
<p style="text-align:justify;"><em>A restrição de  Prigogine e de outros puristas se aplicaria a qualquer  área da ciência.  Essa, porém, é uma noção razoável? Provavelmente, não.  Tal percepção  trai uma grande dose de fundamentalismo que confunde a  tradução ao pé  da letra da realidade científica, incluindo sua  dialética, com a  interpretação da essência da pergunta formulada pelos  cientistas e a  explicação da estratégia metodológica usada por eles na  busca da  resposta.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Felizmente, nem  todos concordam com Prigogine e seus seguidores. Como  antídoto para  essa atitude excludente, podemos citar o físico Albert  Einstein  (1879-1955), justamente o autor da teoria da relatividade, que  dizia:  “Se você não consegue explicar algo de modo simples é porque você  não  entendeu bem a coisa.” </em></p>
</blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/273/divulgador-traidor" target="_blank">Ciência hoje</a></p>
<p style="text-align:justify;">Quando ouvi a expressão &#8220;Torre de Marfim&#8221; pela primeira vez não imaginei que fosse uma referência à obscuridade do conhecimento científico e dos cientistas que se colocavam acima do mundo real, longe dos problemas e da ignorância que aflige a humanidade (bla bla bla&#8230;). Talvez por sempre estar interessado pelo assunto da ciência, desde muito pequeno, eu não tenha percebido o mesmo como complicado ou distante, mesmo tendo sido criado em uma família sem qualquer tradição com o ensino superior. Prestei muita atenção às oportunidades que tive de aprender ciência quando criança e pelo que me lembre foram poucas. Geralmente se ensina ciência na escola e na Tv como uma colagem de fatos, curiosidade e experimentos interessantes, sem aplicação na vida prática, sem relação com a realidade. Mesmo na academia há uma clara separação entre ciência e tecnologia. Ciência na prática, com resultados, com aplicações ainda me parece uma coisa muito distante na formação dos biólogos da UFMA. Não estou desmerecendo a importância da pesquisa básica, mas um simples levantamento de espécies de algas ou abelhas sem um plano de manejo e conservação destas comunidades não me parece muito útil. Por que não ir além? Por que concluir em vez de propor? Por que saber em vez de fazer?</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 150px"><img title="Superinteressante: Edição 105 de Junho de 1996" src="http://super.abril.com.br/imagem/capas/g/g_capa_105.jpg" alt="Superinteressante: Edição 105 de Junho de 1996" width="140" height="185" /><p class="wp-caption-text">Superinteressante: Edição 105 de Junho de 1996</p></div>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img title="Superinteressante: Edição 231 de Outubro 2006" src="http://super.abril.com.br/imagem/capas/g/g_capa_231.jpg" alt="Superinteressante: Edição 231 de Outubro 2006" width="140" height="185" /><p class="wp-caption-text">Superinteressante: Edição 231 de Outubro 2006</p></div>
<p style="text-align:justify;">Uma vez o <a href="http://uoleo.wordpress.com/2008/06/18/um-cientista-louco-em-minha-vida/" target="_blank">Uoleo</a> fez um post relembrando a sua infância e acabou tocando a minha e de muitos outros ao citar  O Mundo de Beackman, um dos poucos programas educativos sobre ciência que a tratava do ponto de vista da pesquisa. O programa de Beackman acabou e depois dele veio o que? Até onde me lembro nada. Parti para as revistas, li e fui assinante fiel da Superinteressante. Eu colecionei fielmente todas as edições da minha primeira super: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/index.shtml?edn=105Ed&amp;yr=1996a&amp;mt=junhom&amp;ys=1996y" target="_blank">Edição 105 de Junho de 1996</a> até a minha ultima <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/index.shtml?edn=282Ed&amp;mt=setembrom&amp;yr=2010a&amp;ys=2006y" target="_blank">Edição 231 de Outubro de 2006</a>. Depois disto a divulgação científica que tanto me atraía na Super, sua capacidade de deixar dúvidas e ao mesmo tempo o poder  de pensar em respostas próprias desapareceu e virou uma coletânea de fatos simplificados e fáceis de engolir para que todos pudessem ler sem pensar: &#8220;Criacionismo&#8221; virou &#8220;Teoria do ID&#8221;, BigBang virou explosão de certeza e coisas duvidosas da espiritualidade deixaram de ser tratadas como aspectos culturais e do comportamento humano e viraram &#8220;Ciência do Sobrenatural&#8221;. Foi difícil deixar a Super para trás, mas foi inevitável.</p>
<p style="text-align:justify;">A educação no Brasil não é das melhores, a científica acho que só existe por que alguém colocou lá e até agora por que ninguém teve coragem de tirar. Enquanto isso, países como os Estados Unidos são conhecidos mundialmente por sua pesquisa avançada e ao mesmo tempo por sua <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/802161-universitarios-acreditam-que-et-fez-piramides-analfabetismo-cientifico-nos-eua-preocupa.shtml" target="_blank">educação retrógrada</a> que coloca <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u705275.shtml" target="_blank">mitologia religiosa </a>acima dos fatos e cria uma geração de &#8220;analfabetos&#8221; para gerir o país no futuro e colocar a pesquisa científica em segundo plano nos investimentos dos futuros governos. Como coisas assim acontecem? E no Brasil? Segundo o texto da Ciência Hoje que coloquei acima, a cultura brasileira é muito focada no lado espiritual, mas por que será que não há Ficção Científica, nem cinema, nem livros nem nada no Brasil que seja profundamente relacionado à ciência? Você vê uma coisa ou outra sobre divulgação, a maioria mesmo é de cunho religioso? Será que é problema do governo ou falta de iniciativa do pessoa que está na Torre de Marfim? Quantos pesquisadores procuram divulgar seus trabalhos e acima de tudo, quanto pesquisadores tornam seus trabalhos úteis para a sociedade em vez de produzirem apenas &#8220;artigos-para-publicação&#8221;?</p>
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		<title>Programa Junior Manager e Estágio Danone 2011: Até 30 de Setembro</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 18:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Requisitos para Estágio: - Formação superior nível bacharelado concluída entre dezembro/2011 e dezembro/2012. Requisitos para Junior Manager: - Formação superior nível bacharelado concluída entre dezembro/2008 e dezembro/2010. Inscrições: Programa Danone 2011 Filed under: Dicas, Oportunidades Tagged: Biologia, estágio, oportunidade, trainee<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=365&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.across.com.br/danone/images/index_02.jpg" alt="" width="974" height="332" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Requisitos para Estágio:</strong><br />
- Formação superior nível bacharelado concluída entre dezembro/2011 e dezembro/2012.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Requisitos para Junior Manager:</strong><br />
- Formação superior nível bacharelado concluída entre dezembro/2008 e dezembro/2010.</p>
<p style="text-align:justify;">Inscrições: <a href="http://www.across.com.br/danone/" target="_blank">Programa Danone 2011</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/oportunidades/'>Oportunidades</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/estagio/'>estágio</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/oportunidade/'>oportunidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/trainee/'>trainee</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/365/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=365&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Blog da Mutual: Estágio Vale 2011.1</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 15:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Programa de Estágio da Vale recruta e prepara estudantes de ensinos técnico e superior de diversas áreas e cursos para responder aos desafios diários da profissão por meio de experiências práticas na empresa. O estagiário na Vale recebe acompanhamento periódico e a formulação de atividades que estimulam a superação e o desenvolvimento de futuros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=361&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>O Programa de Estágio da Vale recruta e prepara estudantes de ensinos técnico e superior de diversas áreas e cursos para responder aos desafios diários da profissão por meio de experiências práticas na empresa. O estagiário na Vale recebe acompanhamento periódico e a formulação de atividades que estimulam a superação e o desenvolvimento de futuros talentos.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O recrutamento do Programa de Estágio da Vale 2011.1 ocorrerá 01 a 19 de outubro.</em></p>
<h2 style="text-align:justify;"><em>Cursos / Localidades</em></h2>
<p style="text-align:justify;"><em>A Vale oferece vagas de estágio para estudantes de diversos cursos e áreas nos seguintes estados.Clique no estado desejado e confira a lista completa de cursos e localidades: <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-bahia.pdf">Bahia</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-esp-santo.pdf">Espírito Santo</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-maranhao.pdf">Maranhão</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-minas.pdf">Minas Gerais</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-para.pdf">Pará</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-rio-de-janeiro.pdf">Rio de Janeiro</a>, <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-sergipe.pdf">Sergipe </a>e <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Documents/pe-sao-paulo.pdf">São Paulo</a>.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Inscrições: <a href="http://www.vale.com/pt-br/carreiras/oportunidades-na-vale/programa-de-estagio/Paginas/default.aspx">Vale</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://ejmutual.com.br/empresa/?q=news/programa-de-est-gio-vale-20111" target="_blank">Mutual</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/oportunidades/'>Oportunidades</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/2011/'>2011</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/carreira/'>carreira</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/estagio/'>estágio</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/oportunidade/'>oportunidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ufma/'>ufma</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/vale/'>vale</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/361/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/361/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=361&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Oito dicas para falar bem nas apresentações</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/12/oito-dicas-para-falar-bem-nas-apresentacoes/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/12/oito-dicas-para-falar-bem-nas-apresentacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 18:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[powerpoint]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rafaelocremix.wordpress.com/?p=359</guid>
		<description><![CDATA[Mais dia, menos dia, todos profissionais precisam encarar a dura missão de fazer uma apresentação oral. Neste momento, até os mais desinibidos sentem um gelo percorrer o estômago. Afinal, não é tarefa fácil garantir a atenção e o convencimento de um público cada vez mais multimídia. Para ajudar você a encarar esta tarefa com maestria, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=359&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>M<em>ais dia, menos dia, todos profissionais precisam encarar a dura missão de fazer uma apresentação oral.<br />
Neste momento, até os mais desinibidos sentem um gelo percorrer o estômago. Afinal, não é tarefa fácil garantir a atenção e o convencimento de um público cada vez mais multimídia.</em><br />
<em>Para ajudar você a encarar esta tarefa com maestria, conversamos com Reinaldo Polito, professor de oratória da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).</em><br />
<em>“O grande problema é a falta de concatenação lógica do raciocínio”, afirma o especialista que há 35 anos ensina empresários a como se expressar em público.</em><br />
<em>Segundo ele, para se livrar dos inimigos do bom discurso é preciso tomar alguns cuidados antes e durante a apresentação.</em><br />
<em>Confira as dicas nas próximas páginas</em></em></p>
</blockquote>
<p>Veja a matéria completa no <a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/oito-dicas-falar-bem-apresentacoes-595246.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/apresentacao/'>Apresentação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/carreira/'>carreira</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/powerpoint/'>powerpoint</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/359/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=359&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CH: Descoberto fóssil revolucionário! Ou não?</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/08/ch-descoberto-fossil-revolucionario-ou-nao/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/09/08/ch-descoberto-fossil-revolucionario-ou-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 19:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência hoje]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[kellner]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um novo achado de um fóssil é noticiado, quase sempre jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão apresentam o fato como algo espetacular, que modifica tudo o que foi escrito até então. &#8220;Encontrado o elo perdido!&#8221;, &#8220;Novo dinossauro revoluciona pesquisa!&#8221;, &#8220;Fóssil surpreende cientistas!&#8221;, &#8220;Achado demonstra que história da evolução do grupo terá que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=357&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quando um novo achado de um fóssil é noticiado, quase sempre jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão apresentam o fato como algo espetacular, que modifica tudo o que foi escrito até então. &#8220;Encontrado o elo perdido!&#8221;, &#8220;Novo dinossauro revoluciona pesquisa!&#8221;, &#8220;Fóssil surpreende cientistas!&#8221;, &#8220;Achado demonstra que história da evolução do grupo terá que ser reescrita!&#8221; – são alguns dos títulos mais alardeados.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa percepção de que um novo fóssil altera fundamentalmente o conhecimento a respeito de um grupo acaba sendo passada para o público. Porém, será que isso é verdade?</p>
<p style="text-align:justify;">Existe alguma maneira de se medir o impacto de uma descoberta paleontológica e verificar se a maioria é, digamos, revolucionária? James Tarver e colegas da Universidade de Bristol (Inglaterra) fizeram-se exatamente estas perguntas, numa pesquisa que acaba de ser publicada pela Proceedings of the Royal Society B.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais do que a questão envolvendo a mídia, o ponto principal do estudo era descobrir se existe alguma questão de natureza evolutiva mais profunda que possa dar sustentação a essa postura.</p>
</blockquote>
<p>Veja na <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/descoberto-fossil-revolucionario-ou-nao" target="_blank">Ciência Hoje</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ciencia-hoje/'>ciência hoje</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/coluna/'>coluna</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/divulgacao/'>divulgação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/kellner/'>kellner</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/357/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=357&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Extinção em massa planejada? NOT!</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/26/extincao-em-massa-planejada-not/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 16:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[mosquitos]]></category>
		<category><![CDATA[scienceblogs]]></category>

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		<description><![CDATA[O título deste post foi feito a partir de uma reportagem publicada pela Agência de notícias da Nature no final do mês passado. Para vocês terem uma ideia da polêmica gerada, segue o título e subtítulo da reportagem (assinada por Janet Fang): &#8220;Um Mundo sem mosquitos Erradicar qualquer organismo traria consequências sérias para Ecossistemas, não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=355&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>O título deste post foi feito a partir de uma reportagem publicada pela <a href="http://www.nature.com/news/index.html">Agência de notícias da Nature</a> no final do mês passado. Para vocês terem uma ideia da polêmica gerada, segue o título e subtítulo da <a href="http://www.nature.com/news/2010/100721/full/466432a.html">reportagem</a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em> (assinada por Janet Fang):</p>
<blockquote style="text-align:justify;"><p><em>&#8220;<strong>Um Mundo sem mosquitos</strong><br />
Erradicar qualquer organismo traria consequências sérias para Ecossistemas, não é? Não se tratando de mosquitos.&#8221;<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
Ao longo do texto a repórter defende de forma bem argumentada a posição de que os mosquitos em geral causam grandes problemas para a espécie humana devido a doenças como a Malária e que a extinção destes insetos não traria grandes consequências para os Ecossistemas.<br />
</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Você já imaginou um mundo sem mosquitos? Sem moscas? Sem ratos ou baratas? Dê uma lida neste post, tem algumas coisas que precisamos repensar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Veja o texto completo no <a href="http://scienceblogs.com.br/discutindoecologia/2010/08/um_mundo_sem_mosquitos.php" target="_blank">Discutindo Ecologia<br />
</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/conservacao/'>conservação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ecologia/'>ecologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/manejo/'>manejo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/mosquitos/'>mosquitos</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/scienceblogs/'>scienceblogs</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/355/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=355&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rafaelocremix</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Tartarugas gigantes do pacífico, mais uma espécie: Meiolania damelipi</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/23/tartarugas-gigantes-do-pacifico-mais-uma-especie-meiolania%c2%a0damelipi/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/23/tartarugas-gigantes-do-pacifico-mais-uma-especie-meiolania%c2%a0damelipi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[austrália]]></category>
		<category><![CDATA[espécie exótica]]></category>
		<category><![CDATA[megafauna]]></category>
		<category><![CDATA[pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[quelônios]]></category>

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		<description><![CDATA[Meiolaniidae é uma família de quelônios que se extinguiu no Pleistoceno. Faziam parte da megafauna australiana e do sudoeste do pacífico. As causas da extinção permanecem desconhecidas. Eram um grupo de tartarugas com corpo grande, totalmente terrestre, criptodiros e com distribuição restrita ao hemisfério sul. O que lhes era característico eram os chifres craniais e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=349&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Meiolaniidae é uma família de quelônios que se extinguiu no Pleistoceno. Faziam parte da megafauna australiana e do sudoeste do pacífico. As causas da extinção permanecem desconhecidas. Eram um grupo de tartarugas com corpo grande, totalmente terrestre, criptodiros e com distribuição restrita ao hemisfério sul. O que lhes era característico eram os chifres craniais e a cauda ossificada. No Pleistoceno posterior haviam espécies australianas como a <em>Ninjemys</em> <em>oweni</em> e espécies do gênero <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meiolania" target="_blank">Meiolania</a>.</p>
<div id="attachment_350" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.mariowiki.com/Hookbill_the_Koopa"><img class="size-full wp-image-350 " title="Hookbill, The Koopa" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/08/image.jpg?w=600" alt="Essa história de que a M. platyceps parece o Bowser não me colou, mas que a cara do Hookbill de Yoshi Island isso é hehehe"   /></a><p class="wp-caption-text">Essa história de que a M. platyceps parece o Bowser não me colou, mas que é a cara do Hookbill de Yoshi Island isso é hehehe</p></div>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.mariowiki.com/Hookbill_the_Koopa"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Sua extinção ocorreu com a dos demais grupos da megafauna a 50.000 anos atrás, coincidindo com a chegada dos primeiros humanos na região. Entretanto, jamais foi demonstrado que as duas espécies conviveram ou que os humanos estavam de alguma forma envolvidos nesta extinção.</p>
<p style="text-align:justify;">Os ossos foram encontrados nas ilhas de Efate em Vanuatu, em uma área conhecida como Teouma, um sítio arqueológico. Os primeiros humanos a colonizarem o local são conhecidos como o povo Lapita e também estiveram presentes em Nova Caledônia e em Fiji. Associados, foram encontrados ossos de outras espécies marinhas, mas a maioria pertencia a uma espécie bem maior que as outras. Como suas características anatômicas eram diferentes das já documentadas para Meiolaniidae foi criado um novo taxon: <em>Meiolania damelipi</em>, em homenagem a Willy Damelip, um arqueólogo que trabalhou por muito tempo em Vanuatu.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta descoberta é importante pois mostra que Meiolaniidae sobreviveram em parte no Holoceno e que tiveram contato com populações humanas. Era muito comum estas comunidades do pacífico oeste caçarem tartarugas marinhas. Porém, em Teouma, haviam populações de tartarugas terrestres que eram alvo-fáceis dos caçadores. Nestes locais os restos das tartarugas gigantes são mais comuns que os das marinhas o que é bem fora do esperado naquela região.</p>
<p style="text-align:justify;">Que a caça contribuiu para a extinção não restam dúvidas, porém, não foi a única causa. Em outros locais como Mascarenes, no oceano índico, a introdução de espécies exóticas como porcos e ratos foi o grande impacto pois estes animais predavam os ovos e competiam por recursos das espécies nativas. Outro exemplo de animal antigo e ameaçado pela presença de espécies exóticas é o <em>Sphenodon</em> <em>punctatus</em>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sphenodon" target="_blank">Tuatara</a>, das ilhas da Nova Zelândia. <em>S. punctatus</em> sofre constantemente com a competição com ratos, porcos e coelhos que foram introduzidos pelos humanos em seus habitats. O povo Lapita também levou animais domésticos consigo e tudo indica que a extinção de <em>M. damelipi</em> se deu 300 anos depois da colonização.</p>
<p style="text-align:justify;">Fontes:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.wired.com/wiredscience/2010/08/last-giant-land-turtle" target="_blank">Wired Science</a></li>
<li><a href="http://www.pnas.org/content/early/2010/08/09/1005780107" target="_blank">Megafaunal meiolaniid horned turtles survived until early human settlement in Vanuatu, Southwest Pacific</a>. By Arthur W. White, Trevor H. Worthy, Stuart Hawkins, Stuart Bedford, and Matthew Spriggs. Proceedings of the National Academy of Sciences, published online, August 16, 2010.</li>
</ul>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/australia/'>austrália</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/especie-exotica/'>espécie exótica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/megafauna/'>megafauna</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/pacifico/'>pacífico</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/quelonios/'>quelônios</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/349/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=349&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Hookbill, The Koopa</media:title>
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		<title>Paleontólogo: uma profissão legal (via Blog – O Ideal e o Possível)</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 20:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Não quis ser paleontólogo logo de cara, a oportunidade surgiu e me dei bem com ela, mas é algo a se pensar&#8230;. Defendi a possibilidade de me tornar um paleontólogo quando era criança e ainda mantenho essa vontade, não tanto quanto a de ser um arqueólogo ou um boxeador profissional, mas é parecida. A paleontologia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=342&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não quis ser paleontólogo logo de cara, a oportunidade surgiu e me dei bem com ela, mas é algo a se pensar&#8230;.<br />
<blockquote cite='http://gregaeudaimonia.wordpress.com/?p=337' style='overflow:hidden;'>
<p><a href='http://gregaeudaimonia.wordpress.com/?p=337' title='Blog - O Ideal e o Possível'><img src="http://gregaeudaimonia.files.wordpress.com/2010/06/georges-curvies.jpg?w=75&#038;h=100&#038;h=100" width="75" height="100" alt="Paleontólogo: uma profissão legal" class="align-left thumbnail alignleft left" style="max-width:100%;" /></a> Defendi a possibilidade de me tornar um paleontólogo quando era criança e ainda mantenho essa vontade, não tanto quanto a de ser um arqueólogo ou um boxeador profissional, mas é parecida. A paleontologia é bastante diversificada, caso tenham tempo, verifiquem e verão que a coisa é maior do que imaginam (ui!). Eu gostava tanto da paleontologia que eu comprei a coleção Dinossauros com aquela miniatura que brilha no escuro. Eu ainda tenho a miniatur &#8230; <a href='http://gregaeudaimonia.wordpress.com/?p=337' title='Blog - O Ideal e o Possível'>Read More</a></p>
</blockquote>
<p>via <a href='http://gregaeudaimonia.wordpress.com/?p=337' title='Blog - O Ideal e o Possível'>Blog &#8211; O Ideal e o Possível</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/carreira/'>carreira</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/reflexao/'>reflexão</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/342/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=342&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Paleontólogo: uma profissão legal</media:title>
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		<title>Impressionando as dinossauras com cristas e velas! (via Peregrinacultural’s Weblog)</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 20:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[evolução seleção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pterossauro, ilustração. &#8212; &#8212; O objetivo das cristas exageradas e &#34;velas&#34; encontradas em muitos animais fósseis tem sido controverso. Alguns cientistas afirmam que as &#34;velas&#34; nas costas ajudavam a regular a temperatura corporal e que as cristas na cabeça auxiliavam a orientar os répteis alados durante o vôo.  Agora, um novo estudo diz que esses [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=340&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite='http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=8724' style='overflow:hidden;'><p><a href='http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=8724' title='Peregrinacultural&#039;s Weblog'><img src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2010/06/pterossauro_bbc.jpg?w=104&#038;h=100&#038;h=100" width="104" height="100" alt="Impressionando as dinossauras com cristas e velas!" class="align-left thumbnail alignleft left" style="max-width:100%;" /></a> Pterossauro, ilustração. &#8212; &#8212; O objetivo das cristas exageradas e &quot;velas&quot; encontradas em muitos animais fósseis tem sido controverso. Alguns cientistas afirmam que as &quot;velas&quot; nas costas ajudavam a regular a temperatura corporal e que as cristas na cabeça auxiliavam a orientar os répteis alados durante o vôo.  Agora, um novo estudo diz que esses atributos se tornaram tão grandes por causa da competição sexual. Os resultados, descobertos por uma &#8230; <a href='http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=8724' title='Peregrinacultural&#039;s Weblog'>Read More</a></p>
</blockquote>
<p>via <a href='http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=8724' title='Peregrinacultural&#039;s Weblog'>Peregrinacultural&#039;s Weblog</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/evolucao-selecao-sexual/'>evolução seleção sexual</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/340/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/340/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=340&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Chezta</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 17:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma homenagem ao Chez Moi, um lugar que meus amigos adoram! kkk Filed under: Reflexões e Refrações Tagged: arte, che, chez moi, gimp, imagem, party<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=337&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma homenagem ao <a href="http://barchezmoi.com/site/" target="_blank">Chez Moi</a>, um lugar que meus amigos adoram! kkk</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/08/che-guevara.jpg"><img class="size-full wp-image-338 aligncenter" title="che guevara" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/08/che-guevara.jpg?w=600" alt=""   /></a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/arte/'>arte</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/che/'>che</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/chez-moi/'>chez moi</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/gimp/'>gimp</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/imagem/'>imagem</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/party/'>party</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/337/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=337&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Khort: Finalmente uma invenção brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e Refrações]]></category>
		<category><![CDATA[ciência hoje]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os americanos se orgulham bastante de suas patentes. Praticamente qualquer ideia, por mais idiota que seja pode ser registrada e virar uma patente, nem precisa funcionar. Infelizmente os brasileiros almejam ser patenteadores de bobagens também e depois de feita a patente, ficam fazendo mimimi &#8220;ahhh eu não tenho oportunidade de fabricar meu invento, o governo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=335&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os americanos se orgulham bastante de suas patentes. Praticamente qualquer ideia, por mais idiota que seja pode ser registrada e virar uma patente, nem precisa funcionar. Infelizmente os brasileiros almejam ser patenteadores de bobagens também e depois de feita a patente, ficam fazendo mimimi &#8220;ahhh eu não tenho oportunidade de fabricar meu invento, o governo não ajuda&#8230;&#8221; .</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo assim, às vezes surge um abençoado com uma ideia de verdade e espírito empreendedor para fazer as coisas acontecerem. Parabéns Leopoldo, você é um exemplo de inovação e empreendedorismo para o país!</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Você já deve ter passado por isso. Tentou usar um sachê de </em><em>ketchup</em> e se sujou todo ou quase desistiu pela dificuldade de abrir a embalagem com o nada fácil ‘abre-fácil’ – o picote que vem em produtos para ajudar a abri-los. Quando uma das mãos segura um sanduíche, a tarefa torna-se ainda mais complicada.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Poder usar o sachê com o sanduíche na outra mão o levou a pensar: por que não desenvolver uma forma mais fácil de abrir essas embalagens?</em><br />
<em>Acostumado a essas situações, o administrador de empresas Leopoldo Aquino Almeida, do Rio de Janeiro, se surpreendeu ao receber, numa lanchonete, um pratinho com os sachês já cortados por uma tesoura.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Desempregado, resolveu levar a ideia adiante. “As pessoas costumam imaginar boas soluções para problemas, mas não saem da zona de conforto. Eu resolvi apostar”, conta Almeida. Após um ano desenvolvendo protótipos do produto, em 2008, o administrador chegou ao resultado final – o <a href="http://www.khort.com.br" target="_blank">Khort</a>.</em></p>
</blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/08/corte-limpo" target="_blank">Ciência Hoje</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/reflexoes-e-refracoes/'>Reflexões e Refrações</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ciencia-hoje/'>ciência hoje</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/curiosidade/'>curiosidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/empreendedorismo/'>empreendedorismo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/inovacao/'>inovação</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/335/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/335/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=335&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Programa Jovens Talentos International Paper</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/12/programa-jovens-talentos-international-paper/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 13:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[estágio]]></category>
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		<category><![CDATA[trainee]]></category>

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		<description><![CDATA[Com mais de 100 anos de história, a International Paper é uma das empresas Fortune 500 e líder global em papel e produtos para embalagem. Reconhecida por seu compromisso ambiental e pelas marcas Chamex, Chamequinho e Chambril, a IP acredita em desafios profissionais com possibilidades ilimitadas. Para isso, a empresa criou o Programa Jovens Talentos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=332&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.internationalpaper.com/Brazil/PT/hotsite/images/header_left.gif" alt="International Paper" width="238" height="137" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Com mais de 100 anos de história, a International Paper é uma das empresas Fortune 500 e líder global em papel e produtos para embalagem. Reconhecida por seu compromisso ambiental e pelas marcas Chamex, Chamequinho e Chambril, a IP acredita em desafios profissionais com possibilidades ilimitadas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para isso, a empresa criou o Programa Jovens Talentos, que oferece oportunidades para estudantes e profissionais com perfil empreendedor e muita vontade de crescer. São oportunidades nas fábricas de celulose e papéis não revestidos em Mogi Guaçu (SP) e Luiz Antônio (SP), na fábrica de papel em Três Lagoas (MS) e no escritório comercial em São Paulo (SP).</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Aproveite essas oportunidades. Entre em contato conosco e inscreva-se em nossos programas de estágio e trainee.</em></p>
</blockquote>
<p>Mais uma, assim todo mundo vai ser trainee: <a href="http://www.internationalpaper.com/Brazil/PT/hotsite/index.html#2" target="_blank">International Paper</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/oportunidades/'>Oportunidades</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/estagio/'>estágio</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/oportunidade/'>oportunidade</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/trainee/'>trainee</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/332/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/332/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=332&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://www.internationalpaper.com/Brazil/PT/hotsite/images/header_left.gif" medium="image">
			<media:title type="html">International Paper</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Você S/A: Prepare-se para ser um executivo do mundo</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/09/voce-sa-prepare-se-para-ser-um-executivo-do-mundo/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/09/voce-sa-prepare-se-para-ser-um-executivo-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[etiqueta]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post da Você S/A dá muitas orientações importantes sobre como lidar com estrangeiros. Originalmente criada para a executivos terem uma noção de como se comportar neste mundo cada vez mais globalizado ela pode ajudar bastante outras profissões. Abaixo algumas das minhas favoritas: Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente constrange os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=330&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/etiqueta-global-490912.shtml" target="_blank">Este post</a> da Você S/A dá muitas orientações importantes sobre como lidar com estrangeiros. Originalmente criada para a executivos terem uma noção de como se comportar neste mundo cada vez mais globalizado ela pode ajudar bastante outras profissões. Abaixo algumas das minhas favoritas:</p>
<ul>
<li>Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
<ul>
<li><em>Alemães</em>&#8230;.</li>
</ul>
</li>
<li>Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os olhos por alguns segundos. Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
<ul>
<li><em>Faço muito isso em reunião e sempre levo um tapa&#8230;</em></li>
</ul>
</li>
<li>Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
<ul>
<li><em>Regra geral para orientais: faça tudo como se estivesse em uma cerimônia religiosa de 10 horas de duração, bem lento, com calma e com atenção</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;"></ul>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/dicas/'>Dicas</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/carreira/'>carreira</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/dica/'>dica</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/etiqueta/'>etiqueta</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/executivo/'>executivo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/reuniao/'>reunião</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/330/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=330&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Belas fotos não?</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/08/belas-fotos-nao/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/08/belas-fotos-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 22:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Deserto do Atacama, no Chile, ao Japão e Groenlândia, passando por paisagens submarinas na ilha de Tobago, a fotógrafa americana Rachel Sussman roda o mundo desde 2004 atrás de seres e organismos que, segundo ela, são os mais antigos do planeta. O projeto começou com uma viagem de Sussman para registrar uma árvore que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=328&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/05/sussman1.jpg" alt="" width="240" height="180" /></p>
<blockquote style="text-align:justify;"><p><em>Do Deserto do Atacama, no Chile, ao Japão e Groenlândia, passando por paisagens submarinas na ilha de Tobago, a fotógrafa americana Rachel Sussman roda o mundo desde 2004 atrás de seres e organismos que, segundo ela, são os mais antigos do planeta.</em></p>
<p><em> O projeto começou com uma viagem de Sussman para registrar uma árvore que teria cerca de 2,2 mil anos, na ilha de Yokushima, no Japão. A partir daí, ela teve a ideia de catalogar espécies por sua longevidade.</em></p>
<p><em> &#8220;Os seres vivos mais antigos do mundo&#8221; (The Oldest Living Things, no título original) se transformou em uma exposição itinerante que também gira o mundo.</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/08/fotografa-registra-seres-mais-antigos-do-planeta.html">G1</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/biologia/'>Biologia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/fotografia/'>fotografia</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/328/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=328&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Pakasuchus kapilimai: Mais um para bagunçar a filogenia dos Notosuchia, ou será que não?</title>
		<link>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/06/pakasuchus-kapilimai-mais-um-para-baguncar-a-filogenia-dos-notosuchia-ou-sera-que-nao/</link>
		<comments>http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/08/06/pakasuchus-kapilimai-mais-um-para-baguncar-a-filogenia-dos-notosuchia-ou-sera-que-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaelocremix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[crocodilomorfo]]></category>
		<category><![CDATA[dentição]]></category>
		<category><![CDATA[filogenética]]></category>
		<category><![CDATA[kellner]]></category>
		<category><![CDATA[nature]]></category>
		<category><![CDATA[notosuchia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Justamente o que eu precisava, uma nova descoberta sobre crocodilomorfos com estranhas morfologias de dentição&#8230; Este bicho vive uma situação bem parecida com a de certos notossuquídeos como Candidodon, Malawisuchus, Coringasuchus e Notosuchus. Eles possuem uma heterodontia que lhes permite ter uma alimentação variada e hábitos bem diferentes dos demais crocodilomorfos, principalmente dos atuais que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=323&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Justamente o que eu precisava, uma nova descoberta sobre crocodilomorfos com estranhas morfologias de dentição&#8230; Este bicho vive uma situação bem parecida com a de certos notossuquídeos como <em>Candidodon</em>, <em>Malawisuchus</em>, <em>Coringasuchus</em> e <em>Notosuchus</em>. Eles possuem uma heterodontia que lhes permite ter uma alimentação variada e hábitos bem diferentes dos demais crocodilomorfos, principalmente dos atuais que são absolutamente carnívoros. Leiam o texto da Ciência Hoje e vão entender. O Kellner explica a confusão toda muito bem.</p>
<blockquote style="text-align:justify;"><p><em>Não é novidade que muitas vezes a descoberta de um fóssil muda a história evolutiva de um determinado grupo, mas é raro quando o novo achado influencia o que sabemos sobre um segundo grupo não proximamente relacionado.</em></p>
<p><em>Justamente este é o caso do </em><em>Pakasuchus kapilimai, cuja descoberta acaba ser publicada em destaque pela Nature. Se os autores estiverem corretos, este pequeno crocodilomorfo ajuda a explicar por que os mamíferos fósseis são tão raros no Brasil e em outros pontos da América do Sul e da África, que outrora fizerem parte do supercontinente Gondwana.</em></p>
<div id="attachment_324" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/08/crocodilogato.jpg"><img class="size-full wp-image-324 " title="crocodilogato" src="http://rafaelocremix.files.wordpress.com/2010/08/crocodilogato.jpg?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Do tamanho de um gato, o crocodilomorfo encontrado na Tanzânia tinha características pouco usuais para o grupo, notadamente os dentes similares aos de mamíferos (ilustração: Zina Deretsky, US National Science Foundation). </p></div></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/concorrencia-para-mamiferos">Ciência Hoje</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/'>Ciência</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/category/ciencia-2/paleontologia-ciencia/'>Paleontologia</a> Tagged: <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/alimentacao/'>alimentação</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/ciencia-hoje/'>ciência hoje</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/crocodilomorfo/'>crocodilomorfo</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/denticao/'>dentição</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/filogenetica/'>filogenética</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/kellner/'>kellner</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/nature/'>nature</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/notosuchia/'>notosuchia</a>, <a href='http://rafaelocremix.wordpress.com/tag/paleontologia/'>paleontologia</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rafaelocremix.wordpress.com/323/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rafaelocremix.wordpress.com/323/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rafaelocremix.wordpress.com&amp;blog=11167689&amp;post=323&amp;subd=rafaelocremix&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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